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Notícias de Esportes (17)

Bilionária equipe de Paris enfrenta a sua primeira turbulência – e logo sem poder contar com o brasileiro, que cumpre suspensão contra o Lille neste sábado (9)           

Das cidades mais encantadoras do mundo, Paris não será a mesma neste fim de semana. O clube que abriu a carteira e bateu no peito como detentora do melhor futebol do planeta vai enfrentar um dilema: o de sofrer inéditas derrotas tanto no Campeonato Francês quanto na Champions League. E para deixar tudo mais difícil, a equipe não vai poder contar com Neymar, que cumpre suspensão automática no jogo contra o Lille às 14h (de Brasília) deste sábado (9), em Lille, pela 17ª rodada do Campeonato Francês.

MUDANÇA DRÁSTICA

Até uma semana atrás, o PSG não havia perdido na temporada. Agora, vem de duas derrotas consecutivas, para Strasbourg (2×1) e Bayern de Munique (3×1). Para piorar o ânimo, já há uma contenção de euforia com Neymar, a sua estrela e a contratação mais cara da história do futebol, que está se notabilizando em Paris também pela sua indisciplina.

Quando obteve o cartão que condicionou sua suspensão neste sábado, ele era o recordista do PSG em amarelos (oito) e vermelhos (um) em 16 jogos pela equipe neste ano.

O número merece um olhar todo especial. Neymar é atacante. Que ele receba mais cartões que os zagueiros é um sinal de que algo não está bem com sua forma de atuar.

Outra crítica muito repetida pelo torcedor é o fato de Neymar se ausentar da equipe mais uma vez em momentos importantes. Foi o que aconteceu na Copa do Mundo de 2014 e na Copa América de 2015, por exemplo. Ao ser questionado sobre isso, Neymar deu uma bola fora ao dizer que “o 7×1 da Copa de 2014 não foi um golpe para ele, que não jogou”, demonstrando uma escandalosa falta de consideração pelos companheiros que entraram em campo naquele dia segurando a camisa dele, Neymar, como se fosse uma farda de guerra.

Que desastre.

Sem Neymar, há espaço para os demais sul-americanos demonstrarem serviço. O uruguaio Cavani e os argentinos Pastore, Di María e Lo Celso estão sim à disposição do técnico Unai Emery para este compromisso importante.

Os perseguidores do PSG estão afiados na caça da equipe que pintava como a dominadora absoluta no país e agora está com uma distância não tão absurda assim de nove pontos de vantagem. Lyon (segundo), Mônaco (terceiro) e Olympique de Marselha (quarto) têm 32 pontos, contra 41 do PSG.

E O LOCO BIELSA?

O Lille é a equipe que acaba de demitir o polêmico e genial treinador argentino Marcelo “El Loco” Bielsa. A saída de Bielsa antes mesmo do fim do primeiro turno talvez seja a notícia mais chocante do futebol europeu na atualidade. O Lille era tido como candidato ao título, mas agora briga contra o rebaixamento. A equipe, pelo menos, já está com duas vitórias desde que despediu Bielsa. Ocupa a 17ª colocação, com 5 vitórias, 3 empates e 8 derrotas.

A saída do argentino foi um resumo da sua vida até aqui: um grande coração e uma enorme polêmica.

Bielsa largou o Lille para acompanhar os últimos dias de um grande amigo, seu ex-preparador físico no Chile e na Argentina, morto há duas semanas. O Lille o impediu de viajar, mas Bielsa foi mesmo assim. Quando retornou ao clube, foi barrado na porta do Centro de Treinamento e mandado embora dias depois.

O enredo de loucura e de valores tão pouco vistos no esporte de elite não chegou a surpreender, mas a má fase do Lille sim. Bielsa até este Campeonato Francês era considerado um técnico de capacidade tão acima da média que sua grande marca na carreira era transformar times pequenos em equipes capazes de bater os grandes de seu país. Foi o que ocorreu na Espanha com o Athletic Bilbao e na própria França com o Olympique de Marselha. Sua reputação esportiva para ter sofrido um grande baque, mas Bielsa não deve se importar com isso. Ele é tão fora da curva que, mesmo recendo milhões por mês, vivia em um cubículo de 30 metros quadrados na França. Prova maior de desapego não há. Como dizem os argentinos: “Aguante, Marcelo!”.

JOGOS DA 17ª RODADA DO CAMPEONATO FRANCÊS 2017/2018

Sexta-feira, 8 de dezembro

  • 17:45 – Bordeaux x Strasbourg – Palpite: Bordeuax

 

Sábado, 9 de dezembro

  • 14:00 – PSG x Lille – Palpite: PSG
  • 17:00 – Angers x Montpellier – Palpite: Montpellier
  • 17:00 – Guingamp x Dijon – Palpite: Empate
  • 17:00 – Metz x Rennes – Palpite: Rennes
  • 17:00 – Mônaco x Troyes – Palpite: Mônaco
  • 17:00 – Toulouse x Caen – Palpite: Toulouse

Domingo, 10 de dezembro

Grêmio vai conhecer neste sábado o seu adversário nas semifinais do Mundial de Clubes da Fifa. Pachuca, do México, e Wydad Casablanca, do Marrocos, se enfrentam a partir das 11h (de Brasília), no Estádio Zayed Sports, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e quem vencer garante vaga na semifinal do torneio, em que terá pela frente o Grêmio, campeão da Libertadores da América.

 

Diego Alonso, treinador do Pachuca, preferiu não comentar sobre o Grêmio e focar na primeira missão que sua equipe terá neste Mundial, uma vez que ela só terá a oportunidade de enfrentar o Tricolor gaúcho se superar os rivais marroquinos.

 

"Nós temos que pensar apenas nos nossos objetivos e o próximo é ganhar do Wydad, que vai criar muitas dificuldades. O Grêmio não pode ocupar nossa mente agora, senão vamos nos complicar e tropeçar", disse Alonso.

A cautela do treinador tem um motivo. O Pachuca chega à sua quarta participação em Mundiais de Clubes disposto a se classificar para a final pela primeira vez, já que a quarta posição, em 2008, foi o máximo que conseguiu atingir no torneio. O time conta como principal destaque o experiente zagueiro Óscar Murillo. O atacante Franco Jara também é um dos atletas mais prestigiados dos Tuzos.

Pelo lado do Wydad, a força do time é o conjuunto, mas a principal estrela da companhia é o meia Salaheddine Saidi. A ordem é jogar com alegria.

"Estamos em uma grande festa do futebol mundial e estar aqui é um grande prêmio para quem lutou muito ao longo de toda a temporada. Não quero meus jogadores pressionados, mesmo eles sabendo da responsabilidade de defender uma camisa tão importante do futebol africano. Quero ver meus atletas alegres, jogando o futebol com prazer e fazendo o que sabem e mais gostam de fazer. Confio que podemos desempenhar um grande jogo e surpreender o grande time do Pachuca, que tem um grande orçamento", avisou Hussein Amotta, treinador do Wydad.

Caso a partida deste sábado termine empatada no tempo regulamentar, acontecerá uma prorrogação de trinta minutos. Persistindo a igualdade, o classificado será conhecido nas cobranças de pênaltis.

De volta à boa fase e aos gols, colombiano recebe atenção do técnico do Palmeiras

Com direito a treinos individuais, Borja correspondeu, marcando três gols em quatro jogos como titular

por Agência Estado

 

São Paulo, SP, 02 - Borja não está sozinho em sua recuperação como principal atacante do Palmeiras. O técnico interino Alberto Valentim tem realizado treinos individuais, separados do restante do elenco, para o colombiano aperfeiçoar finalizações e posicionamento. Isso acontece quase sempre nos trabalhos fechados à imprensa.

 

A preocupação do treinador interino é que Borja mantenha o seu ponto forte - a finalização dentro da área, o último toque para o gol -, mas que também se encaixe no jeito de jogar do time.

 

 

Valentim têm dado atenção especial a Borja (Foto: César Greco / Palmeiras)
Valentim têm dado atenção especial a Borja (Foto: César Greco / Palmeiras)

"Temos de criar situações para ele. Às vezes, ele vem fazer um pivô, mas precisa ter esse espaço para fazer o gol, perto da área. É ali que ele vai fazer mal para o rival", afirmou Valentim.

 

O tratamento personalizado cuida do lado psicológico do atacante. Depois de ter sido pouco aproveitado pelo técnico Cuca - em 23 jogos, Borja atuou em apenas oito como titular -, o colombiano se sentia desmotivado. Em entrevista à rádio Caracol, admitiu que preferia sair do clube se continuasse a jogar pouco. Depois, ele voltou atrás.

Borja é tímido e introvertido, não é de participar das brincadeiras do elenco. Nas resenhas, quase sempre fica calado, apenas ouvindo. A comissão técnica avalia que isso dificulta a adaptação ao futebol brasileiro, mas isso pode ser superado.

Diante do desânimo do atacante, Valentim propôs um recomeço para o jogador mais caro da história do Palmeiras - 70% de seus direitos federativos foram adquiridos por R$ 32,7 milhões. "A partir de agora, vida nova. Esquece o que passou", disse o treinador em conversa particular com o atleta.

PRODUTIVO
Por enquanto, a estratégia tem dado certo. Em quatro jogos como titular, foram três gols. Com isso, o atacante já igualou o número de gols marcados na era Cuca. Até os companheiros perceberam a mudança de atitude.

"Ele está ajudando muito em campo. A gente quase fez um gol com uma bola roubada por ele", elogiou Dudu, nesta quarta-feira, comentando o empate por 2 a 2 com o Cruzeiro em casa.

A ressurreição de Borja esbarra nas inúmeras opções do treinador para montar o elenco. Willian, dono da posição e titular do time na temporada, está recuperado de uma lesão muscular e deverá voltar em breve. O desafio de Valentim será manter a motivação do colombiano, caso ele retorne para o banco de reservas.

Ideia de Bebeto de Freitas foi adotada por Márcio Braga para dividir Ilha: "Quem paga nossa conta são os rivais", dizia o flamenguista. Na Petrobras, alvinegro e rubro-negro foram entusiastas de projeto

 

Em 2005, a ideia partiu do presidente do Botafogo e foi encampada pelo mandatário rubro-negro. Na ocasião, com o Maracanã em obras para o Pan-Americano de 2007, Bebeto de Freitas procurou João Henrique Areias para fazer a ponte com Márcio Braga. A missão era ampliar e dividir a administração do Luso-Brasileiro.

Com o estádio da Portuguesa saindo do modo Arena Botafogo para Ilha do Urubu, com direito a desmonte e remontagem partindo do zero, o trato entre os clubes hoje parece impensável. Embora os presidentes Carlos Eduardo Pereira e Eduardo Bandeira de Mello deem sinais de fim das alfinetadas, o acordo à época foi simples assim.

- O Bebeto ia sempre lá na Portuguesa e chegou a conclusão que dava para fazer estádio de 25 mil pessoas. Ele me chamou e perguntou se o Márcio toparia, porque o Flamengo sempre tem postura assim, às vezes arrogante com os coirmãos. Sou conselheiro e digo isso porque passei por lá cinco vezes - comentou Areias.

 

Ex-vice-presidente do Flamengo e hoje consultor e professor de marketing esportivo, João Henrique Areias contou que foi fácil levar Márcio Braga para o mesmo barco alvinegro. O próprio ex-presidente do Fla justifica:

 

- Quem paga nossa conta são nossos rivais Vasco, Fluminense e Botafogo. Eu sempre disse isso - disse Márcio Braga.

 

A conversa com o Botafogo andou rápido. "Apesar do ódio deles (botafoguenses) contra o Flamengo que o Bebeto me contava", ressaltou Márcio Braga, a boa relação entre ele e Bebeto ajudou no entendimento, e João Henrique Areias foi à rua buscar patrocinadores.

 

A ampliação do estádio - que teve a segunda maior média de público do Brasileiro - saiu por R$ 5,5 milhões, sem os clubes gastarem nada. O aluguel pago à Portuguesa era subsidiado por patrocinadores e os clubes arcavam apenas com os custos de operação dos jogos. Cada um por si.

Na época o governo do estado do Rio apoiou a Petrobras, que tinha dois entusiastas apaixonados por futebol, o alvinegro José Eduardo Dutra, falecido em 2015, e o rubro-negro Rodolfo Landim (na época, presidente da BR, distribuidora da estatal do petróleo), além de outros apoiadores, como a companhia telefônica Telemar/Oi.

 

- Não houve problema (de relação). Até quem foi acompanhar o Bebeto no edital do Engenhão fui eu. Fui dar força. Não entramos juntos porque esperávamos o Maracanã, que o governador Sérgio Cabral me afirmou que faria a licitação. Não íamos ficar com Engenhão e Maracanã. Mas o Cabral foi um grande filho da mãe... - lembrou Márcio Braga.

Idealizador do projeto, Bebeto lembrou que as taxas do Maracanã àquela época já eram consideradas absurdas. Os clubes ficavam com o que tiravam da arrecadação das partidas, menos, claro, os custos de cada jogo.

 

- Tudo sempre foi respeitado. Nem nos clássicos houve problema. Foi um sucesso, principalmente no ponto de vista do negócio, Botafogo e Flamengo não gastaram um tostão para montar o estádio - contou Bebeto.

O ex-presidente alvinegro, crítico da atual gestão de Carlos Eduardo Pereira, lembrou que mundo afora alguns clubes rivais dividem gestão de estádios. Citou Roma e Lazio, Internazionale e Milan na Itália. Além de Juventus e Torino - recentemente a Velha Senhora inaugurou estádio próprio em Turim.

- Enquanto não entenderem que o clube precisa ser gerido como uma empresa, sua rentabilidade cai. É uma questão de saber trabalhar profissionalmente. O resto acontece naturalmente - disse Bebeto.

 

As últimas polêmicas entre Flamengo e Botafogo:

 

 

Cruzeiro venceu o Grêmio no tempo normal (1 a 0) e depois ganhou nos pênaltis (3 a 2). Flamengo venceu o Botafogo.

 

Campinas, SP, 23 (AFI) – Cruzeiro e Flamengo vão disputar o título da Copa do Brasil de 2017. Os grandes campeões garantiram suas vagas na decisão, nesta noite, quando foram disputados os jogos de volta das semifinais.

O Mengão é tricampeão e poderá se igualar ao Cruzeiro que é tetra. Mas se o time mineiro levar o título, então vai se igualar ao Grêmio, único pentacampeão da história de 21 edições da competição.

ARENAS LOTADAS
Os dois jogos reuniram mais de 50 mil pessoas cada um. No Maracanã, a torcida do Flamengo foi maioria - 85% - e viu a vitória por 1 a 0, com gol de Diego na parte final do jogo. No jogo de ida, no Engenhão, houve empate sem gols. 

No Mineirão, no tempo normal, o Cruzeiro devolveu a derrota por 1 a 0 sobre o Grêmio, com gol de cabeça de Hudson. A definição foi para os pênaltis e deu Cruzeiro, por 3 a 2.

 

FINAIS EM FERIADOS
As datas das finais estão definidas pela CBF: serão disputadas em dois feriados, dia 7 de Setembro, dia da Independência do Brasil, e dia 12 de outubro, Dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

Os mandos de jogos serão definidos, nesta quinta-feira, a partir das 15 horas, na sede da CBF no Rio de Janeiro. Com sorteio ao vivo, afinal não há o que esconder.

TÍTULOS DE CADA SEMIFINALISTA

Grêmio foi o primeiro campeão da competição, em 1989, e é o atual detentor da Copa (2016). Neste meio tempo levou o título em 1994, 1997 e 2001.

Cruzeiro levou quatro vezes o título para a Toca da Raposa: 1993, 1996, 2000 e 2003.

O Flamengo já foi três vezes campeão: 1990, 2006 e 2013.

Botafogo só chegou perto, sendo vice-campeão em 1999 quando o campeão foi o Juventude, então dirigido por Tite, atual técnico da Seleção Brasileira.

 

 

Durante a semana, o presidente Marcelo Sant'Ana deu dois jogos para Preto Casagrande provar que merece ser efetivado no comando do Bahia. Os atletas declararam apoio e disseram que jogariam por eles e pelo treinador. Neste domingo, 20, na Arena Fonte Nova, eles cumpriram a promessa, e com raça e solidez na defesa, o Tricolor fez 3 a 0 no Vasco e "encaminhou" o contrato do técnico interino.

>>Veja a tabela de classificação

>>Confira os dados estatísticos

 

O resultado levou o Esquadrão ao 12º lugar na tabela de classificação, com 26 pontos. A equipe pode ainda ser ultrapassada por mais dois clubes nesta 21ª rodada da Série A do Brasileirão: o Coritiba, que recebe na noite deste domingo o Santos, e o Atlético-MG, que visita o Fluminense nesta segunda, 21. O Bahia tem agora uma semana para seu próximo jogo, novamente na Fonte Nova, domingo, às 16h, contra o Botafogo. O time não tem problemas de suspensão para este duelo.

O jogo

Diferentemente de quase todos seus jogos no Brasileirão, o Bahia iniciou o jogo sem uma estrategia clara de jogo. Nem atuava com as linhas avançadas, pressionando a saída de bola do adversário, nem ficava com seus 10 jogadores atrás da linha da bola, tentando aproveitar os contra-ataques. Assim, o que se viu na Arena Fonte Nova, até a metade do 1º tempo, foi uma partida franca, na qual tanto o Tricolor quanto o Vasco tiveram chances de gol e poderiam ter largado na frente sem 'injustiça' no placar.

E sorte para a torcida na arquibancada que foi o Esquadrão quem inaugurou a contagem, aos 22 minutos, com o zagueiro Tiago subindo alto de cabeça após escanteio cobrado por Régis. A bola ainda beijou a trave esquerda do goleiro Martín Silva antes de entrar.

À frente no marcador, aí sim o técnico Preto Casagrande finalmente definiu uma postura para seu time, que passou a atuar retrancado, esperando um erro do Vasco para contra-atacar. Contudo, apesar de os cariocas vacilarem bastante, o Bahia não conseguia encaixar suas jogadas, com muitos erros de Régis, Mendoza e Zé Rafael na saída de bola.

E se não chegava ao ataque com eficiência, o Tricolor sofreu bastante com seu próprios erros. Em dois vacilos de Tiago e outro de Jean na saída de jogo, o Cruzmaltino quase empatou, e chegou até a mandar uma bola na trave, com Wagner, aos 44. Mas quando a agonia já tomava conta dos tricolores na Fonte Nova, finalmente, mesmo que contando com uma ajudazinha do lateral Ramon, o Esquadrão acertou um contra-ataque e ampliou a vantagem.

Após a rebatida da zaga numa falta para o Vasco, aos 48, Mendoza tabelou com Régis no campo de defesa e partiu par cima de Ramon, que até ganhou na corrida, mas se desequilibrou e viu o colombiano lhe roubar a bola, para depois driblar Martín Silva e tocar para o gol vazio.

O Bahia foi para os vestiários com a Fonte Nova em festa e ela aumentou mais ainda logo a um minuto do 2º tempo, quando Jean bateu um tiro de meta, Rodrigão desviou de cabeça e, depois de uma troca de passes entre Zé Rafael e Régis, o mesmo Rodrigão entrou livre na área e chutou rasteiro no cantinho. No rebote de Martín Silva, o canhoto Mendoza fez seu segundo gol de perna direita no jogo, novamente com o gol vazio.

O Vasco, que havia colocado Nenê e Bruno Paulista após o intervalo, ficou totalmente sem rumo e abalado com o terceiro gol sofrido, e mal conseguia chegar perto do gol de Jean. Enquanto isso, o Bahia seguia tranquilo, tentando encaixar um novo contra-ataque. Num deles, aos 21, Mendoza deixou Rodrigão de cara para ampliar, mas o centroavante chutou muito mal na saída do goleiro.

Até o final, o que se viu foi o Bahia recuperar o domínio da posse de bola, diante de um Vasco entregue. Sempre com Mendoza, o melhor em campo, o Bahia ameaçava, mas pecava no chute a gol ou no passe final. Mas não importava: aos gritos de “Olé” e com merecidos 3 a 0 no placar, a torcida comemorou muito nas arquibancadas.

O Bahia foi para os vestiários com a Fonte Nova em festa e ela aumentou mais ainda logo a um minuto do 2º tempo, quando Jean bateu um tiro de meta, Rodrigão desviou de cabeça e, depois de uma troca de passes entre Zé Rafael e Régis, o mesmo Rodrigão entrou livrae na área e chutou rasteiro no cantinho. No rebote de Martín Silva, o canhoto Mendoza fez seu segundo gol de perna direita no jogo, novamente com o gol vazio.

O Vasco, que havia colocado Nenê e Bruno Paulista após o intervalo, ficou totalmente sem rumo e abalado com o terceiro gol sofrido, e mal conseguia chegar perto do gol de Jean. Enquanto isso, o Bahia seguia tranquilo, tentando encaixar um novo contra-ataque. Num deles, aos 21, Mendoza deixou Rodrigão de cara para ampliar, mas o centroavante chutou muito mal na saída do goleiro.

E até o final, o que se viu foi o Bahia recuperar o domínio da posse de bola, diante de um Vasco entregue. Sempre com Mendoza, o melhor em campo, o Bahia ameaçava, mas pecava no chute a gol ou no passe final. Mas não importava: aos gritos de “Olé” e com merecidos 3 a 0 no placar, a torcida comemorou muito nas arquibancadas.

BAHIA 3x0 VASCO - 21ª rodada do Campeonato Brasileiro

LOCAL: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)

QUANDO: Domingo, 20, às 16h

GOLS: Tiago, aos 22, e Mendoza, aos 48 minutos do 1º tempo; Mendoza, a 1 minuto do 2º tempo;

PÚBLICO: 13.007 pagantes

RENDA: R$ 591.084,50

ÁRBITRO: Raphael Claus

ASSISTENTES: Bruno Salgado Rizo e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (Trio de SP)

CARTÕES AMARELOS: Jean, Anderson Martins, Luis Fabiano e Bruno Paulista (Vasco)

BAHIA: Jean; Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Juninho Capixaba (Juninho); Edson, Renê Júnior, Zé Rafael (Matheus Reis), Régis (Vinícius) e Mendoza; Rodrigão. Técnico: Preto Casagrande

VASCO: Martín Silva; Breno, Anderson Martins e Gilberto; Rafael (Bruno Paulista), Mateus Vital (Manga Escobar), Wagner, Ramon e Jean; Paulinho (Nenê) e Luis Fabiano. Técnico: Milton Mendes

O Campeonato Brasileiro finalmente não tem mais nenhum time invicto.

 

Mesmo jogando em casa e diante do então vice-lanterna, o Corinthians foi mal, só conseguiu criar chances nas bolas aéreas e acabou derrotado por 1 a 0 pelo Vitória.

O colombiano Tréllez, em um contra-ataque ainda aos 11 minutos do primeiro tempo, marcou o único gol da partida.

A derrota marca o fim de uma invencibilidade incrível de exatos cinco meses do Corinthians – a última derrota tinha sido em 19 de março, para a Ferroviária, ainda no Campeonato Paulista.

Foram 34 partidas neste período, com 21 vitórias e 13 empates. O suficiente para transformar o time no único da história dos pontos corridos a terminar o primeiro turno invicto. E também para ser a segunda maior sequência invicta da história do clube perdendo apenas para as 37 partidas em 1957.

Mesmo perdendo, o Corinthians segue líder e com oito pontos de vantagem para os rivais – agora com o mesmo número de jogos, já que a equipe corintiana não atuou pela última rodada.

O próximo compromisso alvinegro é na quarta-feira, fora de casa, contra a Chapecoense, justamente nesta partida adiada.

 

Do outro lado, o Vitória chega as 22 pontos e ultrapassa o Avaí, mas segue na zona de rebaixamento.

O próximo jogo rubro-negro é só na segunda-feira dia 28 de agosto, contra  o Coritiba, de novo fora de casa.

 

A tônica da partida foi definida logo de cara.

Depois de duas semanas sem atuar e com toda torcida a favor, o Corinthians começou o jogo tentando ir para cima. O Vitória, porém, mostrou logo que poderia incomodar nos contra-ataques.

 

O aviso veio com sete minutos, em um perigoso cruzamento de Juninho pela esquerda que obrigou Pedro Henrique a aparecer na hora certa para afastar pela linha de lado.

Aos 11, o Corinthians não conseguiu se salvar. Neílton foi quem puxou o contra-ataque desta vez, segurou a bola o máximo que pôde e rolou com perfeição para Tréllez chegar batendo de primeira. A bola ainda desviou em Guilherme Arana e matou de vez o goleiro Cássio.

 

Atrás no placar, o Corinthians se lançou ainda mais ao ataque.

A primeira boa chance veio com Rodriguinho, em um chute da entrada da área que parou em boa defesa de Fernando Miguel.

 

Depois, a reclamação ficou com a arbitragem. Aos 19, em novo chute de Rodriguinho, a bola sobrou no meio da área e Jô tentou alcançá-la, mas acabou caindo na chegada de Kanu. O replay até mostrou o zagueiro acertando a perna do corintiano, mas o juiz mandou o lance seguir.

 

  • Pelo alto

O Corinthians tentou mostrar tranquilidade para criar as jogadas, mas só conseguiu criar boas chances por cima.

Aos 30, até balançou a rede. Após cobrança de escanteio de Fagner, Balbuena desviou e Romero mandou para o gol. O paraguaio, porém, estava em posição de impedimento e o lance foi invalidado.

 

Dez minutos depois, o zagueiro paraguaio teve a melhor chance, de novo em cruzamento de Fagner. Desta vez, ele ficou sozinho na área e tentou a cabeçada direto para o gol, mas acabou errando o alvo.

Aos 47, foi a vez de Jô, meio desajeitado, desviar um cruzamento de cabeça. A bola foi no cantinho, mas Fernando Miguel se esticou todo para fazer a defesa. Na sequência, a bola ainda sobrou para Rodriguinho, mas o meio-campista finalizou para fora.

 

  • Impedido?

Se o Corinthians reclamou do pênalti no primeiro tempo, o Vitória pode reclamar bastante de um gol mal anulado no segundo.

Logo aos 4 minutos, na sequência de um escanteio, Caíque ficou com a bola na direita pela intermediária e colocou na área. Kanu apareceu sozinho na segunda trave para, de peixinho, mandar a bola para a rede. O bandeirinha marcou impedimento, mas Rodriguinho, no canto de baixo do campo, dava condições de jogo.

 

  • Lá e cá

O Vitória se fechou ainda mais no segundo tempo, e o Corinthians teve muitas dificuldades para criar chances de gol.

Aos 11, Rodriguinho tentou encobrir Fernando Miguel, que saiu mal do gol, mas acabou mandando por cima.

 

Depois, o time alvinegro só voltou a criar aos 24, em mais uma jogada aérea. E dessa vez com uma grande intervenção do goleiro do time baiano. Após cruzamento de Rodriguinho, Jô desviou de cabeça, mas Fernando Miguel fez linda defesa.

No contra-ataque, o Vitória quase matou o jogo. Invertendo as funções do lance no primeiro tempo, Tréllez puxou pela direita e rolou para Neílton, que ficou de frente para finalizar. A bola não saiu muito forte e parou em boa defesa de Cássio.

 

  • Sem inspiração

O dia não era mesmo do Corinthians.

O líder do campeonato mal conseguiu criar chances e insistiu em bolas cruzadas na área. Nenhuma, porém, achou alguém livre para finalizar.

 

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 0 X 1 VITÓRIA

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 19 de agosto de 2017, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Eduardo Tomaz Valadão (GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva e Cristian Passos Sorence (Ambos de GO)
Público: 42.075 pagantes
Renda: R$ 2.580.574,90
Cartões amarelos: Balbuena (Corinthians); Ramon, Filipe Soutto (Vitória)
Gol: VITÓRIA: Tréllez, aos 12 minutos do primeiro tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena (Jadson), Pedro Henrique e Guilherme Arana (Moisés); Gabriel, Maycon, Romero (Marquinhos Gabriel), Rodriguinho e Clayson; Jô. Técnico: Fábio Carille

VITÓRIA: Fernando Miguel; Caíque Sá, Kanu, Wallace e Juninho; Ramon, Uillian Correia, David (Patric) e Yago (Filipe Soutto); Neilton (Carlos Eduardo) e Tréllez. Técnico: Vágner Mancini

A saída de Neymar não repercutiu da melhor forma na Catalunha, assim como a contratação de Paulinho. A insatisfação em relação aos movimentos de mercado do Barcelona, que ainda não confirmou nenhum reforço à altura de seu ex-camisa 11, ainda somou à derrota para o rival Real Madrid no jogo de ida da Supercopa da Espanha, em pleno Camp Nou. Por meio da internet, fãs do clube começaram a se manifestar contra o presidente Josep Maria Bartomeu, cuja família chegou a ser ameaçada, assim como o próprio. Josep Vives, porta-voz do clube, colocou em xeque a autenticidade dos movimentos contra o mandatário, em entrevista concedida ao canal oficial do Barça.

"A campanha contra Bartomeu exige uma reflexão coletiva. Segundo o que averiguamos, trata-se de um movimento artificial e manipulado, visto que a maioria das menções não vêm da Catalunha, da Espanha ou da Europa. Além de não ocorrerem no continente europeu, não ocorrem de acordo com o horário local, são feitas de madrugada", argumentou.

 

Sobre as ameaças que o presidente e sua família têm recebido, Vives disse que elas têm o afetado de forma pessoal e direta. "Tudo isso deve nos fazer refletir, sobretudo aqueles que estão dando importância à manifestação, responsabilizando-se. Os dados que contestam a veracidade da campanha estão disponíveis", apontou.

No entanto, o porta-voz assumiu o compromisso em atingir os objetivos do clube e garantiu um trabalho árduo para tal. "O Barcelona continua trabalhando cotidianamente em suas obrigações desportivas e de gestão. Como não poderia ser diferente, o clube é totalmente aberto a anseios, desejos e opiniões de seus sócios", completou.

Nesta quarta-feira, o Barça tentará recuperar o prejuízo na Supercopa, agora no Santiago Bernabéu. Revertendo o placar desfavorável do jogo de ida, que terminou 3 a 1 para os rivais, aumenta a chance do time amenizar o ambiente extra-campo e aliviar a pressão sobre Bartomeu.

O Cruzeiro saiu atrás do Grêmio na disputa por uma vaga na final da Copa do Brasil. Jogando em Porto Alegre, o time comandado por Mano Menezes foi derrotado por 1 a 0. Mas o treinador está confiante de que a história poderá ser diferente no duelo da volta, no Mineirão. 

"Podemos e devemos ser uma equipe melhor no Mineirão. Para isso contamos com a torcida, que sabe da importância deste momento. Ela vai estar ao nosso lado, como a do Grêmio esteve hoje. Acho que com ambiente mais favorável, com todo mundo junto, e com o Cruzeiro jogando melhor, do jeito que somos capazes, podemos brigar pela classificação à final", disse o treinador.

"O Cruzeiro vai ter que brigar coletivamente, já que na avaliação de todos o Grêmio é muito superior individualmente. Então teremos que vencer coletivamente, o que inclui torcedor, ambiente, todo mundo junto puxando para o mesmo lado para deixar a gente mais forte e tentar eliminar esse grande adversário", completou.

A confiança de Mano Menezes passa pelo entendimento dele de que o Cruzeiro já mostrou futebol nesta temporada para eliminar um adversário como o Grêmio.

"Não vamos atrás de milagre. Vamos atrás de um jogo que já fizemos em termos de qualidade e desempenho, que já mostramos inclusive contra o próprio Grêmio. O índice de erro precisa ser baixo, pois é um adversário que se aproveita bem das condições que o adversário oferece. Mas o torcedor pode ir confiante porque vamos lutar até o fim", declarou. 

Após o empate sem gols com o Botafogo no Nilton Santos, no jogo de ida pelas semifinais da Copa do Brasil, o meia Diego declarou já ver o Flamengo com a identidade do técnico Reinaldo Rueda. Apresentado na segunda-feira, o colombiano fez sua estreia à frente da equipe.

O técnico do outro lado, porém, não imagina ser possível que esse tipo de coisa possa ter acontecido. "Falar que o cara mudou alguma coisa em um dia é brincadeira. Não teve trabalho. Ele vai ter uma semana cheia agora, é um excelente treinador", declarou Jair Ventura, comandante do Botafogo. 

Ele também foi questionado se o colombiano tirou proveito do fato de ter já enfrentado o Botafogo nesta temporada. "Sim, fomos uma equipe que ele estudou, o enfrentamos na fase de grupo. Então ele conhecia bastante a nossa equipe. Acho que facilitou a vida dele, sim. Assim como eu conheceria bem se fosse o Atlético Nacional", respondeu. 

 

Jair ainda opinou sobre o nível do jogo. "Foi truncado, né? Para quem assistiu, para quem é apaixonado por futebol, ficou aquém. As equipes se respeitaram bastante. Depois das expulsões não teve mais jogo. Foi um jogo ruim, mas dentro de um empate, o melhor empate era empatar sem gols. Se fizer um gol no Maracanã ficamos mais vivos do que já estamos. Temos totais condições de vencer lá ou empatar com gols", observou.

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