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Ideia de Bebeto de Freitas foi adotada por Márcio Braga para dividir Ilha: "Quem paga nossa conta são os rivais", dizia o flamenguista. Na Petrobras, alvinegro e rubro-negro foram entusiastas de projeto

 

Em 2005, a ideia partiu do presidente do Botafogo e foi encampada pelo mandatário rubro-negro. Na ocasião, com o Maracanã em obras para o Pan-Americano de 2007, Bebeto de Freitas procurou João Henrique Areias para fazer a ponte com Márcio Braga. A missão era ampliar e dividir a administração do Luso-Brasileiro.

Com o estádio da Portuguesa saindo do modo Arena Botafogo para Ilha do Urubu, com direito a desmonte e remontagem partindo do zero, o trato entre os clubes hoje parece impensável. Embora os presidentes Carlos Eduardo Pereira e Eduardo Bandeira de Mello deem sinais de fim das alfinetadas, o acordo à época foi simples assim.

- O Bebeto ia sempre lá na Portuguesa e chegou a conclusão que dava para fazer estádio de 25 mil pessoas. Ele me chamou e perguntou se o Márcio toparia, porque o Flamengo sempre tem postura assim, às vezes arrogante com os coirmãos. Sou conselheiro e digo isso porque passei por lá cinco vezes - comentou Areias.

 

Ex-vice-presidente do Flamengo e hoje consultor e professor de marketing esportivo, João Henrique Areias contou que foi fácil levar Márcio Braga para o mesmo barco alvinegro. O próprio ex-presidente do Fla justifica:

 

- Quem paga nossa conta são nossos rivais Vasco, Fluminense e Botafogo. Eu sempre disse isso - disse Márcio Braga.

 

A conversa com o Botafogo andou rápido. "Apesar do ódio deles (botafoguenses) contra o Flamengo que o Bebeto me contava", ressaltou Márcio Braga, a boa relação entre ele e Bebeto ajudou no entendimento, e João Henrique Areias foi à rua buscar patrocinadores.

 

A ampliação do estádio - que teve a segunda maior média de público do Brasileiro - saiu por R$ 5,5 milhões, sem os clubes gastarem nada. O aluguel pago à Portuguesa era subsidiado por patrocinadores e os clubes arcavam apenas com os custos de operação dos jogos. Cada um por si.

Na época o governo do estado do Rio apoiou a Petrobras, que tinha dois entusiastas apaixonados por futebol, o alvinegro José Eduardo Dutra, falecido em 2015, e o rubro-negro Rodolfo Landim (na época, presidente da BR, distribuidora da estatal do petróleo), além de outros apoiadores, como a companhia telefônica Telemar/Oi.

 

- Não houve problema (de relação). Até quem foi acompanhar o Bebeto no edital do Engenhão fui eu. Fui dar força. Não entramos juntos porque esperávamos o Maracanã, que o governador Sérgio Cabral me afirmou que faria a licitação. Não íamos ficar com Engenhão e Maracanã. Mas o Cabral foi um grande filho da mãe... - lembrou Márcio Braga.

Idealizador do projeto, Bebeto lembrou que as taxas do Maracanã àquela época já eram consideradas absurdas. Os clubes ficavam com o que tiravam da arrecadação das partidas, menos, claro, os custos de cada jogo.

 

- Tudo sempre foi respeitado. Nem nos clássicos houve problema. Foi um sucesso, principalmente no ponto de vista do negócio, Botafogo e Flamengo não gastaram um tostão para montar o estádio - contou Bebeto.

O ex-presidente alvinegro, crítico da atual gestão de Carlos Eduardo Pereira, lembrou que mundo afora alguns clubes rivais dividem gestão de estádios. Citou Roma e Lazio, Internazionale e Milan na Itália. Além de Juventus e Torino - recentemente a Velha Senhora inaugurou estádio próprio em Turim.

- Enquanto não entenderem que o clube precisa ser gerido como uma empresa, sua rentabilidade cai. É uma questão de saber trabalhar profissionalmente. O resto acontece naturalmente - disse Bebeto.

 

As últimas polêmicas entre Flamengo e Botafogo:

 

 

  • 26/7 - Na mesma noite em que os dois clubes asseguraram vagas nas semifinais, o Botafogo falou que não abriria mão de jogar no Nilton Santos.
  • 27/7 - O Flamengo tinha preferência por jogar na Ilha do Urubu. O presidente Bandeira disse que não levava em conta Maracanã para a disputa.
  • 31/7 – Sorteio na CBF define que o Flamengo será o mandante no segundo jogo.
  • 31/7 - Diante da posição do Gepe de que a torcida visitante só pode ter 5% da carga de ingressos na Ilha do Urubu, o presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, se diz a favor de jogos com torcida única nas semifinais. O Flamengo imediatamente se posiciona contra os jogos com torcida única.
  • 11/8 – Flamengo decide levar o jogo de volta para o Maracanã. O clube justificou a mudança devido à demanda por ingressos.
  • 11/8 – Antes do jogo de ida, CEP levanta a bandeira branca: "Um jogo muito importante e espero que seja de paz. Um jogo das famílias e que os adversários possam estar no mesmo espaço, mostrando para o Brasil inteiro que o Rio de Janeiro pode realizar um clássico sem maiores problemas"
  • 14/8 – Mas o Flamengo aciona o Botafogo no STJD. Clube alega que o rival não respeitou prazo de vendas de ingressos para o primeiro jogo.
  • 14/8 – Botafogo e Flamengo se reúnem na Ferj, acertam a questão dos ingressos e o esquema operacional para o primeiro jogo.
  • 16/8 – Flamengo divulga valores dos ingressos para o jogo de volta e cobra R$ 150 de alvinegros. Botafogo recorre à CBF.
  • 16/8 – Parte da torcida do Flamengo não consegue entrar no Nilton Santos antes do jogo. Rubro-Negro acusa o Botafogo de fechar os portões. PM nega. Houve tumulto.
  • 16/8 – Torcedor do Botafogo é detido por injúrias raciais contra familiares do atacante Vinícius Junior.
  • 16/8 – Organizadas do Flamengo se enfrentam na saída do estádio. Organizadas do Botafogo se envolvem em confusão com a polícia na saída do Nilton Santos. Oito torcedores foram detidos.
  • 17/8 – Presidente do Botafogo convoca coletiva e repudia ato de injúria racial de torcedor alvinegro: “Não vai manchar nossa história”
  • 21/8 – General Severiano tem longa fila por ingressos. Botafogo reclama e diz que o Flamengo também deveria ter colocado pontos de venda no Nilton Santos.
  • 21/8 – Clubes não se entendem em reunião na Ferj. Presidente do Botafogo deixa encontro reclamando da postura do Flamengo. Dirigentes rubro-negros afirmam que atenderam todas as demandas feitas anteriormente.
  • 22/8 – Agora, na véspera do jogo de volta, Bandeira é quem pede paz: "A gente tem que trabalhar para que as torcidas de ambos os clubes tenham condições de acesso, conforto, e que não haja nenhum tipo de violência. Vamos disputar o jogo dentro das quatro linhas, quem se classificar parabéns, vamos em frente, e vamos deixar esse tipo de briga, de hostilidade para o passado e inaugurar uma nova era"

Cruzeiro venceu o Grêmio no tempo normal (1 a 0) e depois ganhou nos pênaltis (3 a 2). Flamengo venceu o Botafogo.

 

Campinas, SP, 23 (AFI) – Cruzeiro e Flamengo vão disputar o título da Copa do Brasil de 2017. Os grandes campeões garantiram suas vagas na decisão, nesta noite, quando foram disputados os jogos de volta das semifinais.

O Mengão é tricampeão e poderá se igualar ao Cruzeiro que é tetra. Mas se o time mineiro levar o título, então vai se igualar ao Grêmio, único pentacampeão da história de 21 edições da competição.

ARENAS LOTADAS
Os dois jogos reuniram mais de 50 mil pessoas cada um. No Maracanã, a torcida do Flamengo foi maioria - 85% - e viu a vitória por 1 a 0, com gol de Diego na parte final do jogo. No jogo de ida, no Engenhão, houve empate sem gols. 

No Mineirão, no tempo normal, o Cruzeiro devolveu a derrota por 1 a 0 sobre o Grêmio, com gol de cabeça de Hudson. A definição foi para os pênaltis e deu Cruzeiro, por 3 a 2.

 

FINAIS EM FERIADOS
As datas das finais estão definidas pela CBF: serão disputadas em dois feriados, dia 7 de Setembro, dia da Independência do Brasil, e dia 12 de outubro, Dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

Os mandos de jogos serão definidos, nesta quinta-feira, a partir das 15 horas, na sede da CBF no Rio de Janeiro. Com sorteio ao vivo, afinal não há o que esconder.

TÍTULOS DE CADA SEMIFINALISTA

Grêmio foi o primeiro campeão da competição, em 1989, e é o atual detentor da Copa (2016). Neste meio tempo levou o título em 1994, 1997 e 2001.

Cruzeiro levou quatro vezes o título para a Toca da Raposa: 1993, 1996, 2000 e 2003.

O Flamengo já foi três vezes campeão: 1990, 2006 e 2013.

Botafogo só chegou perto, sendo vice-campeão em 1999 quando o campeão foi o Juventude, então dirigido por Tite, atual técnico da Seleção Brasileira.

 

 

Durante a semana, o presidente Marcelo Sant'Ana deu dois jogos para Preto Casagrande provar que merece ser efetivado no comando do Bahia. Os atletas declararam apoio e disseram que jogariam por eles e pelo treinador. Neste domingo, 20, na Arena Fonte Nova, eles cumpriram a promessa, e com raça e solidez na defesa, o Tricolor fez 3 a 0 no Vasco e "encaminhou" o contrato do técnico interino.

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O resultado levou o Esquadrão ao 12º lugar na tabela de classificação, com 26 pontos. A equipe pode ainda ser ultrapassada por mais dois clubes nesta 21ª rodada da Série A do Brasileirão: o Coritiba, que recebe na noite deste domingo o Santos, e o Atlético-MG, que visita o Fluminense nesta segunda, 21. O Bahia tem agora uma semana para seu próximo jogo, novamente na Fonte Nova, domingo, às 16h, contra o Botafogo. O time não tem problemas de suspensão para este duelo.

O jogo

Diferentemente de quase todos seus jogos no Brasileirão, o Bahia iniciou o jogo sem uma estrategia clara de jogo. Nem atuava com as linhas avançadas, pressionando a saída de bola do adversário, nem ficava com seus 10 jogadores atrás da linha da bola, tentando aproveitar os contra-ataques. Assim, o que se viu na Arena Fonte Nova, até a metade do 1º tempo, foi uma partida franca, na qual tanto o Tricolor quanto o Vasco tiveram chances de gol e poderiam ter largado na frente sem 'injustiça' no placar.

E sorte para a torcida na arquibancada que foi o Esquadrão quem inaugurou a contagem, aos 22 minutos, com o zagueiro Tiago subindo alto de cabeça após escanteio cobrado por Régis. A bola ainda beijou a trave esquerda do goleiro Martín Silva antes de entrar.

À frente no marcador, aí sim o técnico Preto Casagrande finalmente definiu uma postura para seu time, que passou a atuar retrancado, esperando um erro do Vasco para contra-atacar. Contudo, apesar de os cariocas vacilarem bastante, o Bahia não conseguia encaixar suas jogadas, com muitos erros de Régis, Mendoza e Zé Rafael na saída de bola.

E se não chegava ao ataque com eficiência, o Tricolor sofreu bastante com seu próprios erros. Em dois vacilos de Tiago e outro de Jean na saída de jogo, o Cruzmaltino quase empatou, e chegou até a mandar uma bola na trave, com Wagner, aos 44. Mas quando a agonia já tomava conta dos tricolores na Fonte Nova, finalmente, mesmo que contando com uma ajudazinha do lateral Ramon, o Esquadrão acertou um contra-ataque e ampliou a vantagem.

Após a rebatida da zaga numa falta para o Vasco, aos 48, Mendoza tabelou com Régis no campo de defesa e partiu par cima de Ramon, que até ganhou na corrida, mas se desequilibrou e viu o colombiano lhe roubar a bola, para depois driblar Martín Silva e tocar para o gol vazio.

O Bahia foi para os vestiários com a Fonte Nova em festa e ela aumentou mais ainda logo a um minuto do 2º tempo, quando Jean bateu um tiro de meta, Rodrigão desviou de cabeça e, depois de uma troca de passes entre Zé Rafael e Régis, o mesmo Rodrigão entrou livre na área e chutou rasteiro no cantinho. No rebote de Martín Silva, o canhoto Mendoza fez seu segundo gol de perna direita no jogo, novamente com o gol vazio.

O Vasco, que havia colocado Nenê e Bruno Paulista após o intervalo, ficou totalmente sem rumo e abalado com o terceiro gol sofrido, e mal conseguia chegar perto do gol de Jean. Enquanto isso, o Bahia seguia tranquilo, tentando encaixar um novo contra-ataque. Num deles, aos 21, Mendoza deixou Rodrigão de cara para ampliar, mas o centroavante chutou muito mal na saída do goleiro.

Até o final, o que se viu foi o Bahia recuperar o domínio da posse de bola, diante de um Vasco entregue. Sempre com Mendoza, o melhor em campo, o Bahia ameaçava, mas pecava no chute a gol ou no passe final. Mas não importava: aos gritos de “Olé” e com merecidos 3 a 0 no placar, a torcida comemorou muito nas arquibancadas.

O Bahia foi para os vestiários com a Fonte Nova em festa e ela aumentou mais ainda logo a um minuto do 2º tempo, quando Jean bateu um tiro de meta, Rodrigão desviou de cabeça e, depois de uma troca de passes entre Zé Rafael e Régis, o mesmo Rodrigão entrou livrae na área e chutou rasteiro no cantinho. No rebote de Martín Silva, o canhoto Mendoza fez seu segundo gol de perna direita no jogo, novamente com o gol vazio.

O Vasco, que havia colocado Nenê e Bruno Paulista após o intervalo, ficou totalmente sem rumo e abalado com o terceiro gol sofrido, e mal conseguia chegar perto do gol de Jean. Enquanto isso, o Bahia seguia tranquilo, tentando encaixar um novo contra-ataque. Num deles, aos 21, Mendoza deixou Rodrigão de cara para ampliar, mas o centroavante chutou muito mal na saída do goleiro.

E até o final, o que se viu foi o Bahia recuperar o domínio da posse de bola, diante de um Vasco entregue. Sempre com Mendoza, o melhor em campo, o Bahia ameaçava, mas pecava no chute a gol ou no passe final. Mas não importava: aos gritos de “Olé” e com merecidos 3 a 0 no placar, a torcida comemorou muito nas arquibancadas.

BAHIA 3x0 VASCO - 21ª rodada do Campeonato Brasileiro

LOCAL: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)

QUANDO: Domingo, 20, às 16h

GOLS: Tiago, aos 22, e Mendoza, aos 48 minutos do 1º tempo; Mendoza, a 1 minuto do 2º tempo;

PÚBLICO: 13.007 pagantes

RENDA: R$ 591.084,50

ÁRBITRO: Raphael Claus

ASSISTENTES: Bruno Salgado Rizo e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (Trio de SP)

CARTÕES AMARELOS: Jean, Anderson Martins, Luis Fabiano e Bruno Paulista (Vasco)

BAHIA: Jean; Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Juninho Capixaba (Juninho); Edson, Renê Júnior, Zé Rafael (Matheus Reis), Régis (Vinícius) e Mendoza; Rodrigão. Técnico: Preto Casagrande

VASCO: Martín Silva; Breno, Anderson Martins e Gilberto; Rafael (Bruno Paulista), Mateus Vital (Manga Escobar), Wagner, Ramon e Jean; Paulinho (Nenê) e Luis Fabiano. Técnico: Milton Mendes

O Campeonato Brasileiro finalmente não tem mais nenhum time invicto.

 

Mesmo jogando em casa e diante do então vice-lanterna, o Corinthians foi mal, só conseguiu criar chances nas bolas aéreas e acabou derrotado por 1 a 0 pelo Vitória.

O colombiano Tréllez, em um contra-ataque ainda aos 11 minutos do primeiro tempo, marcou o único gol da partida.

A derrota marca o fim de uma invencibilidade incrível de exatos cinco meses do Corinthians – a última derrota tinha sido em 19 de março, para a Ferroviária, ainda no Campeonato Paulista.

Foram 34 partidas neste período, com 21 vitórias e 13 empates. O suficiente para transformar o time no único da história dos pontos corridos a terminar o primeiro turno invicto. E também para ser a segunda maior sequência invicta da história do clube perdendo apenas para as 37 partidas em 1957.

Mesmo perdendo, o Corinthians segue líder e com oito pontos de vantagem para os rivais – agora com o mesmo número de jogos, já que a equipe corintiana não atuou pela última rodada.

O próximo compromisso alvinegro é na quarta-feira, fora de casa, contra a Chapecoense, justamente nesta partida adiada.

 

Do outro lado, o Vitória chega as 22 pontos e ultrapassa o Avaí, mas segue na zona de rebaixamento.

O próximo jogo rubro-negro é só na segunda-feira dia 28 de agosto, contra  o Coritiba, de novo fora de casa.

 

A tônica da partida foi definida logo de cara.

Depois de duas semanas sem atuar e com toda torcida a favor, o Corinthians começou o jogo tentando ir para cima. O Vitória, porém, mostrou logo que poderia incomodar nos contra-ataques.

 

O aviso veio com sete minutos, em um perigoso cruzamento de Juninho pela esquerda que obrigou Pedro Henrique a aparecer na hora certa para afastar pela linha de lado.

Aos 11, o Corinthians não conseguiu se salvar. Neílton foi quem puxou o contra-ataque desta vez, segurou a bola o máximo que pôde e rolou com perfeição para Tréllez chegar batendo de primeira. A bola ainda desviou em Guilherme Arana e matou de vez o goleiro Cássio.

 

Atrás no placar, o Corinthians se lançou ainda mais ao ataque.

A primeira boa chance veio com Rodriguinho, em um chute da entrada da área que parou em boa defesa de Fernando Miguel.

 

Depois, a reclamação ficou com a arbitragem. Aos 19, em novo chute de Rodriguinho, a bola sobrou no meio da área e Jô tentou alcançá-la, mas acabou caindo na chegada de Kanu. O replay até mostrou o zagueiro acertando a perna do corintiano, mas o juiz mandou o lance seguir.

 

  • Pelo alto

O Corinthians tentou mostrar tranquilidade para criar as jogadas, mas só conseguiu criar boas chances por cima.

Aos 30, até balançou a rede. Após cobrança de escanteio de Fagner, Balbuena desviou e Romero mandou para o gol. O paraguaio, porém, estava em posição de impedimento e o lance foi invalidado.

 

Dez minutos depois, o zagueiro paraguaio teve a melhor chance, de novo em cruzamento de Fagner. Desta vez, ele ficou sozinho na área e tentou a cabeçada direto para o gol, mas acabou errando o alvo.

Aos 47, foi a vez de Jô, meio desajeitado, desviar um cruzamento de cabeça. A bola foi no cantinho, mas Fernando Miguel se esticou todo para fazer a defesa. Na sequência, a bola ainda sobrou para Rodriguinho, mas o meio-campista finalizou para fora.

 

  • Impedido?

Se o Corinthians reclamou do pênalti no primeiro tempo, o Vitória pode reclamar bastante de um gol mal anulado no segundo.

Logo aos 4 minutos, na sequência de um escanteio, Caíque ficou com a bola na direita pela intermediária e colocou na área. Kanu apareceu sozinho na segunda trave para, de peixinho, mandar a bola para a rede. O bandeirinha marcou impedimento, mas Rodriguinho, no canto de baixo do campo, dava condições de jogo.

 

  • Lá e cá

O Vitória se fechou ainda mais no segundo tempo, e o Corinthians teve muitas dificuldades para criar chances de gol.

Aos 11, Rodriguinho tentou encobrir Fernando Miguel, que saiu mal do gol, mas acabou mandando por cima.

 

Depois, o time alvinegro só voltou a criar aos 24, em mais uma jogada aérea. E dessa vez com uma grande intervenção do goleiro do time baiano. Após cruzamento de Rodriguinho, Jô desviou de cabeça, mas Fernando Miguel fez linda defesa.

No contra-ataque, o Vitória quase matou o jogo. Invertendo as funções do lance no primeiro tempo, Tréllez puxou pela direita e rolou para Neílton, que ficou de frente para finalizar. A bola não saiu muito forte e parou em boa defesa de Cássio.

 

  • Sem inspiração

O dia não era mesmo do Corinthians.

O líder do campeonato mal conseguiu criar chances e insistiu em bolas cruzadas na área. Nenhuma, porém, achou alguém livre para finalizar.

 

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 0 X 1 VITÓRIA

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 19 de agosto de 2017, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Eduardo Tomaz Valadão (GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva e Cristian Passos Sorence (Ambos de GO)
Público: 42.075 pagantes
Renda: R$ 2.580.574,90
Cartões amarelos: Balbuena (Corinthians); Ramon, Filipe Soutto (Vitória)
Gol: VITÓRIA: Tréllez, aos 12 minutos do primeiro tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena (Jadson), Pedro Henrique e Guilherme Arana (Moisés); Gabriel, Maycon, Romero (Marquinhos Gabriel), Rodriguinho e Clayson; Jô. Técnico: Fábio Carille

VITÓRIA: Fernando Miguel; Caíque Sá, Kanu, Wallace e Juninho; Ramon, Uillian Correia, David (Patric) e Yago (Filipe Soutto); Neilton (Carlos Eduardo) e Tréllez. Técnico: Vágner Mancini

A saída de Neymar não repercutiu da melhor forma na Catalunha, assim como a contratação de Paulinho. A insatisfação em relação aos movimentos de mercado do Barcelona, que ainda não confirmou nenhum reforço à altura de seu ex-camisa 11, ainda somou à derrota para o rival Real Madrid no jogo de ida da Supercopa da Espanha, em pleno Camp Nou. Por meio da internet, fãs do clube começaram a se manifestar contra o presidente Josep Maria Bartomeu, cuja família chegou a ser ameaçada, assim como o próprio. Josep Vives, porta-voz do clube, colocou em xeque a autenticidade dos movimentos contra o mandatário, em entrevista concedida ao canal oficial do Barça.

"A campanha contra Bartomeu exige uma reflexão coletiva. Segundo o que averiguamos, trata-se de um movimento artificial e manipulado, visto que a maioria das menções não vêm da Catalunha, da Espanha ou da Europa. Além de não ocorrerem no continente europeu, não ocorrem de acordo com o horário local, são feitas de madrugada", argumentou.

 

Sobre as ameaças que o presidente e sua família têm recebido, Vives disse que elas têm o afetado de forma pessoal e direta. "Tudo isso deve nos fazer refletir, sobretudo aqueles que estão dando importância à manifestação, responsabilizando-se. Os dados que contestam a veracidade da campanha estão disponíveis", apontou.

No entanto, o porta-voz assumiu o compromisso em atingir os objetivos do clube e garantiu um trabalho árduo para tal. "O Barcelona continua trabalhando cotidianamente em suas obrigações desportivas e de gestão. Como não poderia ser diferente, o clube é totalmente aberto a anseios, desejos e opiniões de seus sócios", completou.

Nesta quarta-feira, o Barça tentará recuperar o prejuízo na Supercopa, agora no Santiago Bernabéu. Revertendo o placar desfavorável do jogo de ida, que terminou 3 a 1 para os rivais, aumenta a chance do time amenizar o ambiente extra-campo e aliviar a pressão sobre Bartomeu.

O Cruzeiro saiu atrás do Grêmio na disputa por uma vaga na final da Copa do Brasil. Jogando em Porto Alegre, o time comandado por Mano Menezes foi derrotado por 1 a 0. Mas o treinador está confiante de que a história poderá ser diferente no duelo da volta, no Mineirão. 

"Podemos e devemos ser uma equipe melhor no Mineirão. Para isso contamos com a torcida, que sabe da importância deste momento. Ela vai estar ao nosso lado, como a do Grêmio esteve hoje. Acho que com ambiente mais favorável, com todo mundo junto, e com o Cruzeiro jogando melhor, do jeito que somos capazes, podemos brigar pela classificação à final", disse o treinador.

"O Cruzeiro vai ter que brigar coletivamente, já que na avaliação de todos o Grêmio é muito superior individualmente. Então teremos que vencer coletivamente, o que inclui torcedor, ambiente, todo mundo junto puxando para o mesmo lado para deixar a gente mais forte e tentar eliminar esse grande adversário", completou.

A confiança de Mano Menezes passa pelo entendimento dele de que o Cruzeiro já mostrou futebol nesta temporada para eliminar um adversário como o Grêmio.

"Não vamos atrás de milagre. Vamos atrás de um jogo que já fizemos em termos de qualidade e desempenho, que já mostramos inclusive contra o próprio Grêmio. O índice de erro precisa ser baixo, pois é um adversário que se aproveita bem das condições que o adversário oferece. Mas o torcedor pode ir confiante porque vamos lutar até o fim", declarou. 

Após o empate sem gols com o Botafogo no Nilton Santos, no jogo de ida pelas semifinais da Copa do Brasil, o meia Diego declarou já ver o Flamengo com a identidade do técnico Reinaldo Rueda. Apresentado na segunda-feira, o colombiano fez sua estreia à frente da equipe.

O técnico do outro lado, porém, não imagina ser possível que esse tipo de coisa possa ter acontecido. "Falar que o cara mudou alguma coisa em um dia é brincadeira. Não teve trabalho. Ele vai ter uma semana cheia agora, é um excelente treinador", declarou Jair Ventura, comandante do Botafogo. 

Ele também foi questionado se o colombiano tirou proveito do fato de ter já enfrentado o Botafogo nesta temporada. "Sim, fomos uma equipe que ele estudou, o enfrentamos na fase de grupo. Então ele conhecia bastante a nossa equipe. Acho que facilitou a vida dele, sim. Assim como eu conheceria bem se fosse o Atlético Nacional", respondeu. 

 

Jair ainda opinou sobre o nível do jogo. "Foi truncado, né? Para quem assistiu, para quem é apaixonado por futebol, ficou aquém. As equipes se respeitaram bastante. Depois das expulsões não teve mais jogo. Foi um jogo ruim, mas dentro de um empate, o melhor empate era empatar sem gols. Se fizer um gol no Maracanã ficamos mais vivos do que já estamos. Temos totais condições de vencer lá ou empatar com gols", observou.

Em jogo truncado, o Grêmio bateu o Cruzeiro por 1 a 0 na Arena. O gol da vitória saiu na reta final do primeiro tempo com Lucas Barrios. Com o resultado, o time gaúcho joga por um empate para chegar a final.

 

Já os mineiros precisam de dois gols para avançar no torneio. Agora o jogo da volta acontece na próxima quarta-feira, no Mineirão, em Belo Horizonte.

O jogo

Melhor em campo, o Grêmio jogava no campo de ataque do Cruzeiro e buscava furar a barreira mineira de alguma forma. Já que estava difícil com a bola no chão, o jeito foi apelar no cruzamento e Barrios quase abriu o placar, mas parou em Fábio.

Sem deixar o Cruzeiro crescer em campo, o time de Renato Gaúcho continuava no ataque e criou mais uma bela oportunidade. Dessa vez foi Pedro Rocha, que arriscou um belo chute de fora da área e Fábio praticou excelente defesa de mão trocada.

De tanto insistir o gol do Grêmio saiu nos minutos finais e no contra-ataque. Michel achou Pedro Rocha, que deu de primeira para Luan. O camisa 7 chutou forte e no rebote de Fábio Lucas Barrios mandou para o fundo das redes, 1 a 0 e muita festa na Arena. 

Segundo Tempo

Em desvantagem no marcador e necessitando de um gol fora de casa, o time visitante subiu a marcação e buscava mais o campo de ataque. Claramente recuado, o Grêmio tinha dificuldade para sair de trás e Marcelo Grohe teve que trabalhar em chute de Diogo Barbosa.

Aos 15 minutos da segunda etapa o lance mais polêmico da arbitragem. Após dividida de Ezequiel com Luan, o árbitro marcou pênalti para o Grêmio, mas foi avisado pelo auxiliar que o choque ocorreu fora da área e voltou atrás na marcação.

Apesar das mexidas táticas e técnicas do técnico Mano Menezes, o Cruzeiro encontrava muita dificuldade de incomodar o Grêmio e o jogo ficava truncado no meio de campo, do jeito que o time da casa queria.

Nos acréscimos o Cruzeiro teve uma grande chance com Raniel, que partiu pra cima do zagueiro, mas parou em ótima defesa de Marcelo Grohe.

O duelo de ida pela semifinal da Copa do Brasil entre Botafogo e Flamengo ficou no 0 a 0, nesta quarta-feira, no estádio Nilton Santos. O clássico foi marcado por muita marcação e poucas chances de gol. Com isso, o confronto será decidido na próxima semana, no Maracanã.

 

Na estreia do técnico Reinaldo Rueda, o Flamengo teve as principais chances de gol, uma em cada tempo. O Botafogo teve um período de superioridade em campo, no primeiro tempo, mas pouco produziu no ataque. As duas equipes terminaram com um jogador a menos quando Alex Muralha e Joel Carli foram expulsos na etapa final.

O jogo - O clássico começou em ritmo acelerado, mas com pouca emoção. As duas equipes buscavam o ataque, sem qualquer sucesso. O Flamengo tinha mais posse de bola, enquanto que o Botafogo tentava emplacar nos contra-ataques. A primeira boa chance da partida veio somente aos 16 minutos. Após cobrança de falta na área, Réver cabeceou para boa defesa de Gatito Fernández.

O susto fez o Botafogo melhorar e passar a avançar com mais intensidade. Após algumas investidas, os alvinegros chegaram com perigo aos 26 minutos. Bruno Silva fez boa jogada pela direita e cruzou para Roger. No entanto, o atacante não conseguiu a finalização e a bola ficou com Alex Muralha. No minuto seguinte, após cobrança de escanteio, Bruno Silva acertou belo voleio, mas para fora.

Os donos da casa continuavam sendo mais perigosos e quase abriu o placar aos 32 minutos. Matheus Fernandes arriscou de fora da área e por pouco não acertou o ângulo. Alex Muralha acompanhou a bola ir pela linha de fundo.

Na parte final da etapa inicial, o Flamengo voltou a ter o controle da posse de bola. No entanto, os rubro-negros continuavam tendo problemas em criar boas situações no ataque. Só que aos 44 minutos, os visitantes tiveram a melhor chance da partida. Rodinei cruzou rasteiro pela direita, Gatito Fernández soltou a bola no pé de Berrío. O colombiano chutou, mas viu o goleiro se recuperar e salvar o Botafogo. Assim, o clássico foi para o intervalo com o placar inalterado no Nilton Santos.

Assim como no primeiro tempo, o segundo tempo começou com os flamenguistas tendo mais posse de bola. O Botafogo seguia bem posicionado na defesa, sem dar brechas para os atacantes rubro-negros. Somente aos 11 minutos, os visitantes quase abriram placar quando Diego cobrou falta no travessão.

Aos poucos, o Botafogo equilibrou as ações, mas não conseguia levar perigo ao gol de Alex Muralha. O Flamengo passou a aproveitar os espaços e avançar nos contra-ataques. No entanto, o clássico passou a ficar muito concentrado entre as áreas, sem emoção. A exceção foi um cruzamento para a área alvinegra que Igor Rabelo quase colocou para a própria rede.

O Botafogo só chutou pela primeira vez na etapa final aos 30 minutos. Matheus Fernandes pegou rebote fora da área e chutou para defesa segura de Alex Muralha.

Já aos 34 minutos, cada time ficou com um homem a menos quando Alex Muralha e Joel Carli disputaram bola no alto e acabaram se estranhando. O árbitro Anderson Daronco não quis saber de problema e deu o cartão vermelho para os dois jogadores. Com isso, o técnico Reinaldo Rueda foi obrigado a colocar Thiago e tirou Vinícius Júnior, que havia acabado de entrar. Depois disso, tanto Jair Ventura quanto Reinaldo Rueda preferiram preservar o resultado. Com isso, o jogo caiu em rendimento e ficou sendo disputado em ritmo lento até o apito final.

 

Como estava livre para acertar um vínculo prévio com outra equipe, o defensor também despertou interesse do Corinthians

por Agência Estado

 

São Paulo, SP, 15 - O Palmeiras já está perto de ter o primeiro reforço para 2018. O clube se aproximou nesta terça-feira de um acordo com o zagueiro Emerson Santos, do Botafogo. O defensor de 22 anos tem vínculo com o time carioca até o fim do ano e vai assinar um pré-contrato com o Alviverde em breve. A transferência será sem custos. A informação foi publicada pelo portal UOL e confirmada pelo Estado.

 

Como estava livre para acertar um vínculo prévio com outra equipe, o defensor também despertou interesse do Corinthians. O clube líder do Campeonato Brasileiro decidiu não avançar nas conversas pois como Pablo está em fase final de recuperação lesão, assim como Vilson, a diretoria achou desnecessário se empenhar na contratação.

 

O Palmeiras, por sua vez, aproveitou a oportunidade e aguarda o zagueiro. Por ser jovem e com potencial de revenda, Emerson Santos se enquadra na política de contratações da diretoria. O clube também se precavê antecipadamente da saída de Mina. O colombiano tem acordo prévio com o Barcelona para se transferir à Espanha logo depois da Copa do Mundo da Rússia.

 

 

Atualmente o técnico Cuca conta para a posição de zagueiro Mina, Edu Dracena, que estão no clube desde o ano passado, mais Luan, Juninho e Antônio Carlos, todos contratados nesta temporada.

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