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Débito que era de R$ 11 milhões em dezembro de 2016 foi para R$ 53 milhões

 

Nos últimos 15 meses, o Corinthians aumentou em cerca de 382% sua dívida com a Arena Fundo de Investimento Imobiliário, administrado pela BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores e que é responsável por fazer os pagamentos à Odebrecht pela construção do Itaquerão. O débito, que até...

 

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Ele teve excelente passagem pelo tradicional Maxicono Parma, entre os anos de 1990 e 1995.

 

Belo Horizonte, MG, 14 - Não foi apenas o vôlei brasileiro que ficou estarrecido com a morte de Bebeto de Freitas. Um dos maiores nomes do esporte no País, o ex-treinador também construiu uma carreira sólida no vôlei italiano. Ele teve excelente passagem pelo tradicional Maxicono Parma, entre os anos de 1990 e 1995.

 

Pela equipe, Bebeto de Freitas conquistou cinco títulos de expressão (Campeonato Italiano 1991-1992 e 1992-1993, Copa Itália 1991-1992 e Copa CEV 1991-1992 e 1994-1995). O treinador desempenhou papel semelhante ao feito no Brasil na década anterior e ajudou na revelação de craques da chamada "generazione di fenomeni" - a geração de fenômenos, que teve Andrea Zorzi, Marco Bracci, Pasquale Gravina e Andrea Giani

 

Seu trabalho na equipe de Parma lhe renderam o convite para assumir a seleção italiana, onde ficou durante dois anos, em 1997 e 1998 - ele foi campeão da Liga Mundial de Voleibol em 1997, em Moscou, e campeão mundial em 1998, na final disputada com a Iugoslávia em Tóquio, Japão (Itália 3 sets a 0). No total, ele comandou a Itália em 71 jogos, com 52 vitórias e 19 derrotas, com um aproveitamento de 73%.

 

SAUDADES!


Em sua conta no Instagram, Andrea Giani, tricampeão mundial com a Itália e atualmente treinador, postou uma foto de Bebeto com a camisa da Itália e deixou uma curta mensagem: "Bebeto, você marcou a minha carreira".

 

A Federação Italiana de Vôlei também se manifestou. Em nota oficial divulgada enviada ao Estado na tarde desta terça-feira e publicada em seu site, a entidade lamentou a morte do ícone do vôlei e prestou suas condolências à família de Bebeto de Freitas.

"Uma notícia repentina sacudiu todo o mundo do voleibol italiano e internacional. Faleceu, hoje, aos 68 anos, em Belo Horizonte, o ex-treinador italiano Paulo Roberto de Freitas, mais conhecido como Bebeto. Um luto inesperado que priva o mundo de uma figura que marcou a história do esporte, entre os anos 80 e 90", registrou a entidade, no comunicado.

Palmeiras já sabe quem será seu adversário nas quartas de final do Campeonato Paulista. Com a vitória por 2 a 1 sobre o Santos, o Novorizontino garantiu a classificação no Grupo C do Estadual e vai encarar o time alviverde.

 

Ainda não está definido, porém, quem decidirá o duelo em casa. Para assegurar a segunda partida no Palestra Itália, o Alviverde precisa de ao menos um empate no Choque-Rei contra o São Paulo, nesta quinta-feira, às 20h30 (de Brasília), na Arena.

 

A equipe comandada por Doriva subiu aos 17 pontos, com cinco vitórias, contra 14 pontos e três triunfos do São Bento. Com apenas uma rodada a ser disputada, a equipe de Novo Horizonte está garantida no mata-mata para um reencontro com o Palmeiras, time que justamente despachou o time auri-negro do Paulistão em 2017.

De quebra, o Novorizontino ainda confirmou uma das três vagas que o Paulistão dá para a Série D do Brasileirão de 2019. Ituano, São Caetano, Ferroviária, Mirassol e RB Brasil ainda lutam pelos dois outros postos no nacional do ano que vem.

 

 

Atacante que tem contrato até o meio do ano, pode estender o vínculo pelo menos até dezembro
 

Paolo Guerrero é prioridade no Flamengo, ainda que o Rubro-Negro tenha acertado a contratação de Henrique Dourado, o peruano segue com moral no clube. Mesmo suspenso, ele foi inscrito na Libertadores como o camisa 9 da equipe e já tem a possível extensão de seu contrato sendo discutido pela diretoria.

 

Entretato, Guerrero só poderá voltar aos gramados no dia 3 de maio, o atacante vem treinando por conta própria de olho no retorno ao clube e, claro, na Copa do Mundo que disputará pelo Peru. 

Com o seu contrato chegando ao fim em agosto, a diretoria espera renovar pelo menos até dezembro, o que de fato será a melhor saída para o clube e para o próprio Paolo Guerrero. Ele segue sendo muito respeitado no Flamengo e, por enquanto, Henrique Dourado não conseguiu engatar uma sequência de gols. 

 

O atual dono da posição, Dourado soma 2 gols em seis jogos pelo Flamengo, mesmo buscando sempre a participação nas jogadas, o time ainda precisa se acostumar com as diferentes características do atacante, que saí menos da área que Guerrero, por exemplo, e tem mais dificuldade no pivô. Por outro lado, o jogo áero da equipe fica mais forte, já que ele tem bom cabeceio e posicionamento dentro da área.

Com Paolo Guerrero o jogo é diferente, o peruano saí bem mais de dentro da área e, por vezes, atua até como um segundo atacante, por isso, seria curioso poder ver em algum momento Dourado e Guerrero atuando juntos, mas para isso, Carpegiani teria que abrir mão do 4-1-4-1 pelo 4-4-2.

Se Guerrero se movimenta com mais facilidade, ele perde um pouco no posicionamento, nem sempre está tão bem posicionado como Dourado. No Brasileirão do ano passado, o peruano anotou apenas seis gols, enquanto seu atual companheiro de clube foi as redes em 18 oportunidades.

 

Também podemos levar em consideração a diferença técnica das duas equipes na temporada passada, o que deveria desfavorecer Dourado, mas não foi o caso. Mesmo com um meio-campo menos experiente e técnico, ele soube ser eficiente e aproveitar muito bem as chances criadas.

Com Felipe Vizeu negociado, o Flamengo sabe que precisa ainda mais de Guerrero, se não quiser ter que ir ao mercado novamente atrás de atacante. Caso o jogador brilhe na Copa do Mundo, uma boa venda seria excelente para o Rubro-Negro, mas para isso precisa renovar com o atacante.

E o grande trunfo da diretoria para manter Guerrero motivado é o fato de poder disputar alguns jogos da Libertadores antes do mundial, o que seria perfeito para que o atacante chegasse em bom nível na Rússia. 

Sem o jogador, pelo menos por enquanto, gol não tem sido um problema para o Flamengo, que dificilmente fica um jogo sem balançar as redes. A dor de cabeça de Carpegiani é o sistema defensivo, que mostra bastante fragilidade principalmente pelas laterais.

 

Mas ter uma figura como Guerrero, jogador de seleção e muito respeitado em toda a América do Sul é importante para o Flamengo, a questão, no entanto, fica em cima do salário do atacante que gira em torno de 800 mil reais mensais. 

Renovar por mais do que isso é algo que o departamento de futebol não espera fazer, por isso, pretende contar com a boa vontade do jogador para permanecer no clube pelo menos até dezembro deste ano. 

 

 

Fonte: Portal Goal

Com direito a mais um apagão no Pacaembu, a folclórica "lei do ex" e um gol nos minutos finais, Corinthians e Santos fizeram uma grande partida e empataram por 1 a 1, neste domingo à noite, pelo Campeonato Paulista. O resultado foi justo, mas acabou deixando um gosto amargo para os corintianos, que venciam a partida até os 41 minutos. Entretanto, os jogadores do times da casa lutaram até o fim de conseguiram evitar a derrota.

 

O retrospecto de Fábio Carille em clássicos desde que assumiu o clube se mantém muito bom, apesar do empate. Foram 14 jogos, sendo nove vitórias, quatro empates e apenas uma derrota. Já o Santos consegue respirar um pouco mais aliviado após perder para o Real Garcilaso, em sua estreia na Libertadores.

 

O gol corintiano saiu justamente do volante Renê Júnior. No futebol, dentre tantas leis e regras que não existem explicações lógicas, uma delas é que existe uma tal "lei do ex" em que um jogador, quando enfrenta um clube que defendeu, sempre vai marcar um gol. Evidentemente, essa folclórica regra não se aplica na maioria das vezes, mas, neste domingo, aconteceu. Renê Júnior passou pelo Santos em 2013 sem deixar muitas saudades e, quando saiu do clube, deu entrevistas na época admitindo que ia embora triste, por ter sido um dos responsabilizados pela temporada ruim do clube.

 

Foi um clássico bem diferente no Pacaembu, principalmente para os corintianos, que por tantos anos chamaram o estádio municipal de sua casa e, mesmo com a chegada da sua arena, ainda mantêm um carinho pelo local onde tantas alegrias tiveram. Neste domingo, o "dono da casa" foi o visitante diante de quem espera fazer com que a cada dia o tradicional palco do futebol paulista se torne a sua segunda casa. Os santistas presentes fizeram muito barulho e apoiaram a equipe até o fim, mas isso não adiantou diante de um rival que parece não se abalar ao enfrentar seus maiores adversários.

 

Jair Ventura resolveu promover duas importantes mexidas no time que deveriam surpreender o Corinthians, mas elas não surtiram o efeito esperado. Ele colocou o Léo Citadini no lugar do experiente Renato, que não vinha bem nos últimos jogos. Mas o garoto parece ter sentido a importância do jogo. Outra alteração foi a entrada do novo candidato a estrela do clube, o menino Rodrygo, de apenas 17 anos, na vaga de Gabriel Barbosa, suspenso.

 

As duas equipes iniciaram o jogo ligadas nos 220 volts, nem pareciam que haviam jogado no meio da semana pela Libertadores e que tiveram que encarar os efeitos da altitude nestes confrontos. O ímpeto, entretanto, durou cerca de 15 minutos, quando os times passaram a deixar mais clara suas propostas para superar o rival.

 

O Corinthians, no primeiro tempo, voltou a demonstrar aquele estilo, até certo ponto, traiçoeiro. A equipe de Fábio Carille parecia recuada, com receio de ser pressionada pelo adversário, mas, quando percebia que os santistas tinham dificuldades para sair do campo de defesa, sufocava a marcação e foi assim que quase abriu o placar em pelo menos duas boas oportunidades, antes de conseguir, de fato, balançar as redes. No segundo tempo, o time caiu de rendimento e não conseguiu superar a pressão do rival.

 

O curioso é que o gol saiu justamente de um lance que se desenhava como despretensioso. Aos 20, o volante Renê Júnior arriscou de fora da área um chute forte, mas que parecia ser de fácil defesa para um goleiro do nível de Vanderlei. Entretanto, no meio do caminho, a bola desviou em Léo Citadini, afundando ainda mais a péssima atuação do garoto e consagrando o volante corintiano contra seu ex-time, de onde saiu sem deixar saudades.

 

Foi após o gol que o Santos percebeu que tentar chegar ao gol de Cássio pelo toque de bola e com Vecchio armando o jogo, seria algo difícil. Assim, passou a apostar nos lançamentos para Copete, Rodrygo e Sasha, que pegavam a bola nas pontas e cruzava para a área, mesmo sem ter ninguém para concluir, facilitando a vida dos corintianos.

 

Quando a bola caía nos pés do time visitante, o ritmo de jogo era outro. Rodriguinho e Jadson parecem cada dia mais entrosados e criaram diversas boas jogadas, através de tabelas e achando Clayson pelas beiradas, que chegou com liberdade nas costas de Daniel Guedes.

 

No segundo tempo, Jair Ventura tirou Copete e colocou Arthur Gomes, dando uma nova dinâmica ao time. O volume de jogo do Santos cresceu, os novos "donos da casa" pressionaram na busca pelo empate e tiveram boas oportunidades com Alison e Vecchio, mas não conseguiram superar Cássio. Com o passar do tempo e as mudanças nos dois times, o jogo voltou a ser mais equilibrado e o relógio passou a jogar contra os ansiosos santistas.

 

Até que, aos 21 minutos, as luzes do Pacaembu se apagaram, repetindo o que vem se tornando uma rotina em jogos no estádio municipal. Já foram oito partidas só neste ano. Coincidentemente, o prefeito de São Paulo, João Doria, estava no local para acompanhar o clássico, já que é torcedor santista. Segundo informação da Prefeitura, um problema envolvendo a caixa primária de luz do estádio fez com que a eletricidade não chegasse aos refletores.

 

Após 48 minutos, o jogo foi reiniciado e Santos voltou parecendo estar com o fôlego renovado e passou a pressionar mais ainda, mas sem conseguir finalizar com qualidade. Ansiosos, os jovens santistas erravam o último passe antes da finalização e faziam com que o sufoco não tivesse um resultado esperado. Pelo contrário, o Corinthians foi quem teve uma grande oportunidade com Jadson, que tirou de Vanderlei e bateu firme, mas Daniel Guedes salvou em cima da linha. Em seguida, Rodriguinho pegou rebote de escanteio, encheu o pé e Vanderlei praticar uma grande defesa, para evitar o segundo gol.

 

Mas os minutos finais reservaram emoção. Aos 32 minutos, Diogo Vitor entrou no lugar de Rodrygo. Aos 41, o garoto aproveitou rebote do goleiro Cássio, encheu o pé e garantiu o empate, para a alegria dos santistas, que lotaram o Pacaembu e fizeram uma grande festa do início ao fim do jogo e foram coroados com o gol nos minutos finais. A vitória não aconteceu, mas os mandantes deixaram o estádio mais eufóricos pela forma com que o time se portou diante dos corintianos.

 

FICHA TÉCNICA

 

SANTOS 1 X 1 CORINTHIANS

 

SANTOS - Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Alison, Léo Citadini e Vecchio (Vitor Bueno); Copete (Arthur Gomes), Eduardo Sasha e Rodrygo (Diogo Vitor). Técnico: Jair Ventura.

 

CORINTHIANS - Cássio; Fagner, Balbuena, Henrique e Maycon; Gabriel, Renê Júnior, Rodriguinho, Jadson (Emerson) e Clayson (Júnior Dutra); Romero. Técnico: Fábio Carille.

 

GOLS - Renê Júnior, aos 20 minutos do primeiro tempo; Diogo Vitor, aos 41 do segundo.

 

CARTÕES AMARELOS - Clayson, David Braz, Gabriel, Vecchio e Balbuena.

 

PÚBLICO - 34.448 pagantes (37.431 presentes).

 

RENDA - R$ 1.052.220,00.

 

ÁRBITRO - Luiz Flávio de Oliveira.

 

LOCAL - Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Com gol a assistência, lateral-esquerdo é o nome da vitória sobre o Cianorte

 

Com ampla superioridade, o Inter bateu o Cianorte por 2 a 0 nesta quinta-feira, no Beira-Rio, e largou com vantagem no jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil. Iago foi o grande destaque da equipe, com o primeiro gol e a assistência na medida para Edenílson anotar o segundo.

Após a partida, o lateral-esquerdo se mostrou satisfeito com a atuação individual. Por outro lado, preferiu exaltar a força coletiva do Inter.

– Fico muito feliz por esse momento, mas tem que destacar o coletivo. Fui feliz em fazer o gol e dar assistência. A equipe vem me dando conselhos, ajudando muito - destaca o garoto de 20 anos.

 

Se Iago era reserva imediato de Uendel, começa a mostrar produção para brigar pela titularidade. Mesmo assim, o jogador ainda não se vê afirmado no time.

– Não sou titular, o Inter tem um grande lateral que é o Uendel. Fico feliz por ser o craque da partida, mas tem que destacar o coletivo - completa.

Com o resultado, o Inter garante classificação até com derrota por 1 a 0. A partida de volta será disputada no dia 14 de março, em Cianorte. Antes, no entanto, a equipe volta a concentrar forças no Gauchão. No dia 7, o time de Odair Hellmann enfrenta o Cruzeiro-RS no Vieirão, em Gravataí.

 

 

Junior Barranquilla tem jogador expulso logo no início, e Palmeiras aproveita com dois gols de Bruno Henrique e um de Borja. Alvez ainda isolou um pênalti nos minutos finais

 

O Palmeiras estreou na Libertadores com uma vitória contundente: 3 a 0 sobre o Junior Barranquilla, no Estádio Metropolitano. Como canta a colombiana Shakira, "en Barranquilla se baila así". O baile, no caso, foi do Verdão, único brasileiro a vencer na rodada e líder do Grupo 8 - Alianza Lima (PER) e Boca Juniors (ARG) ficaram no 0 a 0.

 

O nome da noite foi Bruno Henrique, aposta de Roger na vaga de Tchê Tchê: ele sofreu a falta que gerou a expulsão de Germán Gutiérrez e marcou dois gols. O outro foi de Miguel Borja, sexto dele no ano. Carrasco do Palmeiras com o Barcelona de Guayaquil em 2017, Jonatan Álvez ainda isolou um pênalti no fim.

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Só deu Bruno Henrique 
Germán Gutiérrez exibiu notável falta de inteligência logo aos 9 minutos. O Junior era melhor e já havia exigido grande defesa de Jailson em chute de Jonatan Álvez quando o lateral-esquerdo foi com as travas da chuteira na altura do peito de Bruno Henrique em um lance totalmente banal. Foi merecidamente expulso.

Mais 9 minutos se passaram até que Bruno Henrique apareceu de surpresa na área, recebeu de Dudu e estufou a rede do goleiro Viera, em jogada cujo embrião foi um ótimo lançamento de Felipe Melo. O camisa 30, aliás, respirou fundo e mostrou maturidade para não revidar "braçadas" de Teo Gutierrez e Alvez.

La casa de Miguel 
O Palmeiras terminou o primeiro tempo em ritmo reduzido e começou o segundo ainda pior, praticamente anulando sua vantagem numérica, mas Miguel Borja, de atuação nada brilhante até ali, despertou antes que a preocupação tomasse conta.

O colombiano, que comemorou o título da Copa da Colômbia neste mesmo estádio e contra este mesmo rival em 2016, quando defendia o Atlético Nacional, acertou um chute lindo da entrada da área aos 6 minutos da etapa final e fez 2 a 0. Alegria dos familiares e amigos que saíram da pequena Tierralta para vê-lo.

 

Virou passeio 
O segundo gol nocauteou o Junior Barranquilla. Bruno Henrique voltou a aparecer na área aos 26 para receber de Guerra, que acabara de entrar, e marcar pela segunda vez.

Um pênalti duvidoso de Marcos Rocha deu ao time da casa a chance de diminuir, mas o atacante isolou. E ainda houve tempo para outra chance clara, mas Jailson salvou.

FICHA TÉCNICA 
JUNIOR BARRANQUILLA-COL 0 X 3 PALMEIRAS 
Local: Metropolitano Roberto Meléndez, Barranquilla (COL) 
Data-Hora: 1/3/2018 - 21h30 
Árbitro: Enrique Cáceres (PAR) 
Auxiliares: Eduardo Cardozo (PAR) e Juan Zorrilla (PAR) 
Público/renda: Não disponíveis 
Cartões amarelos: Piedrahita (BAR), Borja e Bruno Henrique (PAL) 
Cartões vermelhos: Germán Gutiérrez, aos 9'/1ºT (BAR) 
Gols: Bruno Henrique (18'/1ºT) (0-1), Borja (6'/2ºT) (0-2), Bruno Henrique (26'/2ºT) (0-3),

JUNIOR BARRANQUILLA-COL: Sebastián Viera; Piedrahita, Rafael Pérez, Alberto Rodríguez e Germán Gutiérrez; Cantillo, Pico, Chará (Luis Díaz, aos 27'/2ºT) e Mier (Jorge Arias, aos 33'/1ºT); Jonatan Álvez e Téo Gutiérrez (Luis Ruiz, aos 16'/2ºT). Técnico: Alexis Mendoza.

PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Antonio Carlos, Thiago Martins e Victor Luís; Felipe Melo, Bruno Henrique (Thiago Santos, aos 27'/2ºT) e Lucas Lima (Guerra, aos 23'/2ºT); Willian, Dudu e Borja (Gustavo Scarpa, aos 32'/2ºT). Técnico: Roger Machado.

Pela nona rodada do Campeonato Paulista, o São Paulo volta a campo neste domingo, às 19h30 (de Brasília), contra o Linense, fora de casa

 

A vitória do São Paulo por 2 a 0 sobre o CRB-AL, na noite desta quarta-feira, no Morumbi, não diminuiu a pressão sobre o técnico Dorival Júnior. A análise é do próprio treinador, que foi mantido no cargo pela diretoria, a quem agradeceu pelo respaldo.

 

“Não tem diminuição de pressão. Infelizmente o futebol no nosso país é assim, tenho de entender. Não falta trabalho, lealdade, tive uma resposta muito positiva da diretoria porque sempre demonstrei muita dignidade com o clube. Fico feliz de ter tido essa resposta”, afirmou Dorival, em entrevista coletiva.

 

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O momento de maior turbulência de Dorival ocorreu após o revés para o Ituano, na semana passada, no interior. No dia seguinte, o treinador foi cobrado por um melhor desempenho da equipe em reunião com a diretoria, que resolveu dar um voto de confiança em seu trabalho.

 

“Fico muito satisfeito, independentemente de ser o Dorival, pelo respeito e dignidade que houve na diretoria. Analisam o dia a dia do trabalho, sabem o que tentamos fazer, e não se esqueceram que há poucos meses estávamos na zona de rebaixamento e finalizamos o segundo turno do Campeonato Brasileiro perto da liderança. Além do objetivo alcançado, as pessoas viram que algo mais poderia ter acontecido”, rememorou.

 

Com o resultado desta noite, o Tricolor encerrou um jejum de três partidas sem vitórias. Antes, havia perdido para Santos e Ituano e empatado com a Ferroviária, pelo Campeonato Paulista. Ainda assim, o comandante não fala em relaxar.

 

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“Não tem como. Todos em volta relaxam, assessor de imprensa dorme como bebê, mas treinador não tem isso (risos). A pressão é muito grande, aqui no País é absurdamente estúpida. Poderia ter goleado, ser líder do Paulista, mas não faz parte do dia a dia do treinador relaxar”, resignou-se, antes de revelar o seu mantra antes de dormir após os jogos.

 

“Faço o que sempre faço. Vou fazer minhas orações, agradeço e procuro dormir, lá pelas 5 (horas) da manhã, e 7 já estou de pé trabalhando, pensando no Linense”, contou, antes de ter conduta ponderada ao analisar o resultado da partida, válida pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil.

 

“É uma vantagem mínima, acho que ela é importante, mas não deixa de ser mínima. Isso fará com que não relaxemos em momento nenhum, confio muito na minha equipe e sei o que pode produzir dentro e fora de campo”, concluiu.

 

O duelo de volta contra o CRB está marcado para o dia 14 de março, no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Pela nona rodada do Campeonato Paulista, o São Paulo volta a campo neste domingo, às 19h30 (de Brasília), contra o Linense, fora de casa.

 

 

CBF negocia partida diante dos austríacos no dia 10 de junho. Croácia é o provável rival do outro jogo preparatório, no dia 3

 

Áustria deverá ser o último adversário do Brasil antes da Copa do Mundo. A CBF negocia um amistoso contra os europeus para o dia 10 de junho, uma semana antes da estreia diante da Suíça. A outra partida preparatória na Europa será no dia 3, e há negociações adiantadas para que a Croácia seja esse rival.

 

A seleção brasileira vai iniciar sua preparação para o Mundial na Granja Comary, no dia 21 de maio. A comissão técnica ainda avalia se seria positivo ou negativo, do ponto de vista físico, a realização de um amistoso no Maracanã, dia 27 de maio, antes de viajar à Europa.

Em Londres, durante duas semanas, a equipe terá sua principal etapa de treinamentos visando a Copa. O amistoso do dia 3, possivelmente diante da Croácia, poderá ser em Liverpool. E o jogo do dia 10, com a Áustria como provável adversária, encerraria essa fase. A última vez que os países se enfrentaram foi em 2014: vitória da Seleção por 2 a 1 em Viena, gols de David Luiz e Firmino.

 

O embarque para a Rússia deve ocorrer logo depois. A Seleção ficará hospedada em Sochi, e no dia 17 enfrentará a Suíça, na cidade de Rostov-on-Don.

A estreia será num domingo, e por isso Tite faz questão que o Brasil jogue nos domingos anteriores, para montar ciclos de treinos de sete dias. Ele chegou a descartar um amistoso com Portugal, que gostaria de entrar em campo no dia 2 de junho, mas o técnico não abre mão do dia 3.

Esses amistosos já serão disputados com o grupo da Copa do Mundo. A convocação final acontecerá nos primeiros dias de maio.

 

 

O último fim de semana acabou ficando marcado por várias lesões de jogadores certos na lista do treinador.

 

Os problemas físicos envolvendo diversos jogadores da seleção brasileira levaram a comissão técnica de Tite a adiar a convocação da equipe para os últimos amistosos antes da definição da relação de jogadores que vai participar da Copa do Mundo. Nesta terça-feira, a CBF comunicou que a divulgação da relação de atletas para os jogos contra Rússia e Alemanha ocorrerá apenas em 12 de março.

Inicialmente, essa convocação estava agendada para a próxima sexta-feira. O adiamento, portanto, foi de dez dias. "Temos uma situação diferente de outras convocações. São pelo menos cinco jogadores que necessitam de uma observação médica e física mais elaborada, para que possamos convocar embasados e com as informações necessárias", afirmou Edu Gaspar, coordenador de seleções, ao site oficial da CBF.

O último fim de semana acabou ficando marcado por várias lesões de jogadores da seleção. A maior preocupação envolve Neymar que teve uma fissura no quinto metatarso do pé direito em partida contra o Olympique de Marselha, um problema de pode levá-lo a ser operado, situação que ainda não foi confirmada pelo Paris Saint-Germain.

Companheiro de clube de Neymar, o zagueiro Marquinhos sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda, leve, no compromisso do PSG. Além disso, o volante Fernandinho sofreu lesão no mesmo local que o zagueiro durante a decisão da Copa da Liga Inglesa entre o Manchester City e o Arsenal.

Mas a preocupação da comissão não está relacionada apenas a ele,s pois outros jogadores estão longe da melhor forma física ou em recuperação de lesões. É o caso do lateral-esquerdo Marcelo, que faz tratamento para se livrar de uma recente lesão na coxa direita. O zagueiro Miranda até se recuperou de lesão muscular na perna esquerda, mas ainda não voltou a jogar pela Inter de Milão. E o atacante Gabriel Jesus disputou no domingo, contra o Arsenal, o seu primeiro jogo pelo Manchester City após se recuperar de contusão sofrida no fim de 2017.

Assim, como explicou Edu, esse adiamento da convocação, dará mais tempo para a comissão técnica dirigida por Tite avaliar a situação dos jogadores, definindo com mais clareza se eles poderão ser aproveitados nos amistosos da seleção brasileira contra Alemanha e Rússia, nos dias 23 e 27 de março, respectivamente.

"Transferindo a data iremos ganhar de dois a três jogos de cada atleta observado para nossa avaliação. Como sempre, buscaremos o máximo de informações possíveis para uma convocação sem grandes problemas", comentou.

 

Fonte: Agência Estado

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