Time não aproveitou inspiração de Borja e ficou sem os primeiros pontos no ano

 

Chegou ao fim a campanha de 100% de aproveitamento do Palmeiras no Campeonato Paulista. Nesta quinta-feira (15), a equipe empatou com o Linense, no Allianz Parque, por 2 a 2. Em grande fase, Borja foi o autor dos gols alviverdes, mas Adalberto e Murilo Henrique igualaram o placar para a equipe visitante.

 

Apesar do tropeço, o Palmeiras continua com folga nas lideranças do Grupo C e da classificação geral do Paulista, com 19 pontos. O time conseguiu abrir sete de diferença para o vice-líder Corinthians, que perdeu para o São Bento na última quarta (14). Já o Linense está na 15ª posição geral, na zona do rebaixamento.

 

O Palmeiras voltará a jogar no domingo (18), contra a Ponte Preta, em Campinas --uma semana antes do clássico contra o Corinthians. 

 

Para o jogo, a grande novidade do Palmeiras foi a entrada de Alejandro Guerra no ataque, atuando aberto pela ponta direita no lugar de Willian. Com apenas três minutos, o meia mostrou que a opção de Roger Machado foi certeira. O venezuelano recebeu passe de Marcos Rocha, girou em cima da marcação e deu um lançamento de trivela para Borja, que ganhou na corrida de Adalberto e bateu de primeira para abrir o placar para a equipe alviverde.

 

Nos 10 minutos iniciais, o Palmeiras manteve o ritmo forte, mas não conseguiu ampliar o marcador por conta da marcação do Linense. Com o tempo, os visitantes se soltaram e tiveram boa chance com chute de fora da área de Marcão Silva, defendido por Jailson.

 

Mesmo sendo o destaque do jogo,  Borja teve participação no gol de empate do Linense. O camisa 9 cometeu falta e tomou cartão amarelo. No cruzamento, o zagueiro Adalberto encobriu Jailson com um cabeceio.

 

Borja deu mais uma mostra de que a sua confiança voltou no segundo tempo. Aos seis minutos, Marcos Rocha viu o colombiano passar e deu um lançamento rasteiro em sua direção. O atacante fintou o goleiro Victor Golas e, sem ângulo, ampliou o marcador.

 

Depois de um início de temporada conturbado e repleto de críticas, Borja se tornou o principal destaque do Palmeiras no mês. O atacante chegou à marca de quatro gols nos últimos três jogos. Com cinco gols no Paulista, ele divide a artilharia com Bruno Moraes, do Botafogo-SP.

 

O Linense, no entanto, voltou ao ataque e conseguiu o empate aos 29 minutos. De primeira, o meia Murilo Henrique acertou um chute forte, que desviou em Thiago Martins e entrou no canto direito.​

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Técnico mudou o posicionamento de Felipe Melo e Tchê Tchê para corrigir os problemas que vinha tendo com o Mirassol. Jogada de Lucas Lima em cima da linha foi chave, diz ele

 

Roger diz que a boa atuação do Mirassol valorizou a vitória do Palmeiras, neste sábado, por 2 a 0. Para o treinador, dois fatores pesaram no resultado: a jogada que Lucas Lima salvou em cima da linha, além da mudança de posicionamento da dupla Felipe Melo e Tchê Tchê.

 

O Mirassol desde o primeiro minuto propôs marcar a nossa saída de bola muito forte, sem centroavante, como eu joguei em alguns momentos e senti um pouco na pele o que é. A partir do nosso gol e a mudança na estrutura tática, tirando o Felipe (Melo) da entrelinha e posicionando uma linha de quatro, com Lucas e Borja na frente, tiramos um pouco os espaços do Mirassol - analisou o treinador. 
O Palmeiras joga no 4-1-4-1, com Felipe Melo à frente da defesa. Diante das dificuldades para sair jogando, Roger pediu para que Tchê Tchê passasse a atuar ao lado do camisa 30, com Dudu e Willian abertos, além de Lucas Lima e Borja à frente. Esta alteração fez o Mirassol jogar de forma diferente.

 

Com um pouco mais de espaço para nós jogarmos, porque o adversário teve de propor um pouco mais, conseguimos ter novamente o controle nas mãos. Foi uma atuação segura, madura, de um time em evolução, mas a gente sabe que futebol é ingrato. Se a bola do Mirassol entra, se o Lucas não tira em cima da linha, o jogo poderia ter outro panorama. Futebol é apaixonante também por causa disso - acrescentou. 

Com 18 pontos em 18 possíveis, o Palmeiras chegou à metade da fase classificatória com 100% de aproveitamento. O time lidera o grupo D e a classificação geral, que tem influência nos mandos de campo do mata-mata. O elenco recebeu folga no domingo e segunda e se reapresenta na terça. O próximo jogo será quinta, contra o Linense, no Allianz Parque.

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Treinador conta com compreensão dos torcedores, que reclamaram em substituição

 

O técnico do Palmeiras, Roger Machado, viu sua equipe alcançar neste domingo a quinta vitória em cinco jogos na temporada. Desta vez, a vítima foi o Santos, no primeiro clássico do ano: 2 a 1 na arena. O comandante alviverde elogiou o rendimento da equipe – que buscou os três pontos com gols de Antônio Carlos e Borja.

– Passamos com bastante propriedade, mesmo tendo um adversário bastante forte do outro lado – disse o técnico.

 

Mas Roger também teve momentos de incômodo. Ele não gostou de ver murmúrios da torcida em momentos de substituição – por exemplo, na entrada de Bruno Henrique no lugar de Tchê Tchê. E fez um pedido aos torcedores: que tentem evitar isso.

– Vai um pedido ao torcedor. Quando chamei o Bruno (Henrique) para entrar, essa energia, de esperar que entre outro jogador, atrapalha um pouco nosso jogador. Preciso que o torcedor abrace todos nossos jogadores. É um ano novo. Os atletas estão muito motivados para dar muita alegria ao torcedor.

 

O técnico aproveitou para celebrar o gol marcado por Borja, que tem sua condição de titular contestada.

- Nesta semana, fui muito questionado em função disso, se ele merecia ou não permanecer em campo. A gente apostou na permanência dele, e ele fez um belo jogo coletivamente e definiu com um gol. Sem dúvida, isso gera confiança, otimismo. A tendência é de que entre mais leve, mais solto, e todo mundo ganha com isso. Fiquei fez com o gol do Miguel (Borja). Não foi à toa que todos os atletas foram abraçá-lo. Eles sabem do esforço que ele está fazendo para justificar o investimento na contratação dele.

 

Expectativa para o primeiro clássico

– O clássico tem vários elementos. Externei para os atletas que também tinha muita curiosidade.

Disputa tática

– A questão da força é diferente da estratégia. Ao marcar alto e conseguir seu gol, você muda a estratégia e oferece um pouco mais de campo para aproveitar os contra-ataques. Tivemos um pouco de dificuldade em encaixar a marcação no campo do Santos porque nosso tripé de meio estava afundando quando o Renato entrava na linha. Faltava uma das asas para a gente pressionar o adversário. Em alguns momentos, o Borja ficou sozinho, e fica difícil pressionar. (...) A gente conseguiu entrar mais no campo, pressionou, criou oportunidades. O Santos tinha uma boa metida de bola para o Copete. Era importante a gente estar preparado para quando essa bola viajasse pelo alto e disputar a primeira ou a segunda bola. A estratégia do jogo se molda com o que o adversário oferece.

Formar um time titular

– Também quero trabalhar jogo a jogo. Nesse momento, os jogadores que estão entrando em campo são os que começaram hoje. Se no ano passado não se conseguia identificar (um time titular), agora é importante ter uma base. Se não acontecerem as coisas, serei cobrado. Permiti ter um entrosamento com 11 e repeti-los, mas entendo que há muitos profissionais brigando por uma vaga e é preciso manter esses profissionais motivados, com possibilidade de entrar em campo. A gente vai em cima da navalha, dando ritmo de jogo e possibilitando oportunidade a quem não pode entrar.

 

Superioridade do elenco palmeirense

– Ter um elenco de qualidade não vai te dar 50% a mais de possibilidade. Vai te dar vantagem competitiva de ter um elenco recheado de bons talentos. Isso não passa de 10%. O que dá vantagem é ter um time competitivo e com variação dentro do próprio jogo. Não espere que vamos golear em todos os jogos. Vamos fazer a diferença com jogadores de qualidade e manter ou elevar o nível de acordo com a necessidade do jogo.

Possibilidade de variar o time titular

– Hoje, o campeonato não tem nada definido. Acumulamos uma gordura que se não continuarmos no ascendente, podemos perder. Não gosto da palavra teste. É importante manter todo meu grupo motivado, oportunizando momento que eles entrem em campo. Tudo é possível. É importante também dar sequência que gera entrosamento.

 

 

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Mesmo com a vitória, ainda percebe-se que o Borja precisa fazer mais pois teve várias oportunidades e ainda não está afinado com o gol e seus companheiros de equipe no palmeira estão dando todo o apoio necessário, mesmo com a superioridade em campo o time do Palmeiras parecia um pouco lento em vista de um Santos acoado e sem grandes chances de ir à frente para fazer gol.

 

Fonte: globo.com

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De volta à boa fase e aos gols, colombiano recebe atenção do técnico do Palmeiras

Com direito a treinos individuais, Borja correspondeu, marcando três gols em quatro jogos como titular

por Agência Estado

 

São Paulo, SP, 02 - Borja não está sozinho em sua recuperação como principal atacante do Palmeiras. O técnico interino Alberto Valentim tem realizado treinos individuais, separados do restante do elenco, para o colombiano aperfeiçoar finalizações e posicionamento. Isso acontece quase sempre nos trabalhos fechados à imprensa.

 

A preocupação do treinador interino é que Borja mantenha o seu ponto forte - a finalização dentro da área, o último toque para o gol -, mas que também se encaixe no jeito de jogar do time.

 

 

Valentim têm dado atenção especial a Borja (Foto: César Greco / Palmeiras)
Valentim têm dado atenção especial a Borja (Foto: César Greco / Palmeiras)

"Temos de criar situações para ele. Às vezes, ele vem fazer um pivô, mas precisa ter esse espaço para fazer o gol, perto da área. É ali que ele vai fazer mal para o rival", afirmou Valentim.

 

O tratamento personalizado cuida do lado psicológico do atacante. Depois de ter sido pouco aproveitado pelo técnico Cuca - em 23 jogos, Borja atuou em apenas oito como titular -, o colombiano se sentia desmotivado. Em entrevista à rádio Caracol, admitiu que preferia sair do clube se continuasse a jogar pouco. Depois, ele voltou atrás.

Borja é tímido e introvertido, não é de participar das brincadeiras do elenco. Nas resenhas, quase sempre fica calado, apenas ouvindo. A comissão técnica avalia que isso dificulta a adaptação ao futebol brasileiro, mas isso pode ser superado.

Diante do desânimo do atacante, Valentim propôs um recomeço para o jogador mais caro da história do Palmeiras - 70% de seus direitos federativos foram adquiridos por R$ 32,7 milhões. "A partir de agora, vida nova. Esquece o que passou", disse o treinador em conversa particular com o atleta.

PRODUTIVO
Por enquanto, a estratégia tem dado certo. Em quatro jogos como titular, foram três gols. Com isso, o atacante já igualou o número de gols marcados na era Cuca. Até os companheiros perceberam a mudança de atitude.

"Ele está ajudando muito em campo. A gente quase fez um gol com uma bola roubada por ele", elogiou Dudu, nesta quarta-feira, comentando o empate por 2 a 2 com o Cruzeiro em casa.

A ressurreição de Borja esbarra nas inúmeras opções do treinador para montar o elenco. Willian, dono da posição e titular do time na temporada, está recuperado de uma lesão muscular e deverá voltar em breve. O desafio de Valentim será manter a motivação do colombiano, caso ele retorne para o banco de reservas.

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Como estava livre para acertar um vínculo prévio com outra equipe, o defensor também despertou interesse do Corinthians

por Agência Estado

 

São Paulo, SP, 15 - O Palmeiras já está perto de ter o primeiro reforço para 2018. O clube se aproximou nesta terça-feira de um acordo com o zagueiro Emerson Santos, do Botafogo. O defensor de 22 anos tem vínculo com o time carioca até o fim do ano e vai assinar um pré-contrato com o Alviverde em breve. A transferência será sem custos. A informação foi publicada pelo portal UOL e confirmada pelo Estado.

 

Como estava livre para acertar um vínculo prévio com outra equipe, o defensor também despertou interesse do Corinthians. O clube líder do Campeonato Brasileiro decidiu não avançar nas conversas pois como Pablo está em fase final de recuperação lesão, assim como Vilson, a diretoria achou desnecessário se empenhar na contratação.

 

O Palmeiras, por sua vez, aproveitou a oportunidade e aguarda o zagueiro. Por ser jovem e com potencial de revenda, Emerson Santos se enquadra na política de contratações da diretoria. O clube também se precavê antecipadamente da saída de Mina. O colombiano tem acordo prévio com o Barcelona para se transferir à Espanha logo depois da Copa do Mundo da Rússia.

 

 

Atualmente o técnico Cuca conta para a posição de zagueiro Mina, Edu Dracena, que estão no clube desde o ano passado, mais Luan, Juninho e Antônio Carlos, todos contratados nesta temporada.

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A quarta-feira (16) de futebol pelo Brasil promete muito, principalmente pelos dois jogos de ida das semifinais da Copa do Brasil, que terão seu pontapé inicial. A grande expectativa para as partidas está no banco de reservas, com direito à um estreante, uma promessa e até a um duelo caseiro.

Começamos pelo confronto carioca. No Estádio Nilton Santos, Botafogo e Flamengo começam a decidir uma vaga na final. De um lado estará Jair Ventura, uma promessa no universo dos treinadores, e do outro Reinaldo Rueda, um técnico consagrado e que fará sua estreia logo em um duelo tão decisivo.

Antes mesmo dos dois se encontrarem, o confronto entre eles já ganhou um tempero especial pela declaração de Jair Ventura, em entrevista à Fox Sports. O comandante polemizou ao comentar sobre a chegada de Rueda. "Parece que não temos profissionais capacitados aqui. Está tirando o lugar de outros", disse Jair. Resta saber como será esse primeiro encontro entre eles na noite desta quarta-feira.

 

Duelo caseiro em Porto Alegre

 

A outra semifinal será entre Cruzeiro e Grêmio e começará a ser disputada na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Neste jogo teremos um encontro de treinadores gaúchos. Do lado do time de Minas teremos Mano Menezes, enquanto que do outro lado tem Renato Gaúcho.

Apesar dos treinadores terem a mesma escola, o momento vivido por cada um não é o mesmo. Renato vive grande momento. O Grêmio é vice-líder da principal competição do País, está na semi da Copa do Brasil e nas quartas da Libertadores. E o trabalho do comandante é exaltado sempre, principalmente por implementar um toque de bola envolvente no Tricolor.

Mano está em situação oposta, mesmo com o Cruzeiro estando na semifinal da Copa do Brasil e fazendo campanha razoável no Brasileirão. O comandante tem o seu trabalho questionado e não é muito querido pelos torcedores. Quem será que leva a melhor neste confronto?

 

 

 

 

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