Jornal Sumaré

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Time não aproveitou inspiração de Borja e ficou sem os primeiros pontos no ano

 

Chegou ao fim a campanha de 100% de aproveitamento do Palmeiras no Campeonato Paulista. Nesta quinta-feira (15), a equipe empatou com o Linense, no Allianz Parque, por 2 a 2. Em grande fase, Borja foi o autor dos gols alviverdes, mas Adalberto e Murilo Henrique igualaram o placar para a equipe visitante.

 

Apesar do tropeço, o Palmeiras continua com folga nas lideranças do Grupo C e da classificação geral do Paulista, com 19 pontos. O time conseguiu abrir sete de diferença para o vice-líder Corinthians, que perdeu para o São Bento na última quarta (14). Já o Linense está na 15ª posição geral, na zona do rebaixamento.

 

O Palmeiras voltará a jogar no domingo (18), contra a Ponte Preta, em Campinas --uma semana antes do clássico contra o Corinthians. 

 

Para o jogo, a grande novidade do Palmeiras foi a entrada de Alejandro Guerra no ataque, atuando aberto pela ponta direita no lugar de Willian. Com apenas três minutos, o meia mostrou que a opção de Roger Machado foi certeira. O venezuelano recebeu passe de Marcos Rocha, girou em cima da marcação e deu um lançamento de trivela para Borja, que ganhou na corrida de Adalberto e bateu de primeira para abrir o placar para a equipe alviverde.

 

Nos 10 minutos iniciais, o Palmeiras manteve o ritmo forte, mas não conseguiu ampliar o marcador por conta da marcação do Linense. Com o tempo, os visitantes se soltaram e tiveram boa chance com chute de fora da área de Marcão Silva, defendido por Jailson.

 

Mesmo sendo o destaque do jogo,  Borja teve participação no gol de empate do Linense. O camisa 9 cometeu falta e tomou cartão amarelo. No cruzamento, o zagueiro Adalberto encobriu Jailson com um cabeceio.

 

Borja deu mais uma mostra de que a sua confiança voltou no segundo tempo. Aos seis minutos, Marcos Rocha viu o colombiano passar e deu um lançamento rasteiro em sua direção. O atacante fintou o goleiro Victor Golas e, sem ângulo, ampliou o marcador.

 

Depois de um início de temporada conturbado e repleto de críticas, Borja se tornou o principal destaque do Palmeiras no mês. O atacante chegou à marca de quatro gols nos últimos três jogos. Com cinco gols no Paulista, ele divide a artilharia com Bruno Moraes, do Botafogo-SP.

 

O Linense, no entanto, voltou ao ataque e conseguiu o empate aos 29 minutos. De primeira, o meia Murilo Henrique acertou um chute forte, que desviou em Thiago Martins e entrou no canto direito.​


O Governo Michel Temer faz saber que fará intervenção federal na área de segurança pública.


Do ponto de vista de ação policial, não se chega a ver em que isso alteraria a situação de um estado que, há meses, está na prática debaixo de uma, pois as operações militares já se sucedem e não parecem ter produzido resultados positivos.


Também não há notícia pública de que as Forças Armadas estivessem enfrentando resistências do comando formal da Segurança Pública em assumir um papel de coordenação, exceto pela manifestação do cada vez mais decorativo Ministro da Justiça, Torquato Jardim, de que comandantes de batalhões da PM eram “sócios do crime organizado”, algo que resultou em absolutamente coisa alguma.


Tanto é assim que o governador do Estado, uma espécie de “campeão da omissão”, pediu a intervenção para o que poderia ter sido, simplesmente, a entrega da Secretaria de Segurança a alguém com a confiança e respeito de todas as partes. Mas, claro, não teria o impacto publicitário da designação de um “interventor militar”.

Situações de caos, não-estruturais mas graves até por sublevação policial, já tinham ocorrido no Rio Grande do Norte e no Espírito Santo. A escala do Rio de Janeiro é diferente, verdade, mas os meios de resposta já estavam aqui faz tempo.

Do ponto de vista político, mais fácil compreender: o Estado já não tinha governo próprio e, nos últimos tempos, também o prefeito da capital, segunda autoridade – em tese – mais visível, foi se juntar ao governador na “lista dos desaparecidos”. Pois é essa a definição que merecem Luís Fernando Pezão e Marcelo Crivella, hoje.

Tudo convidava Michel Temer a usar o estado como palco de sua “agenda positiva” e como parte da manobra para legitimar o “encilhamento” da Polícia Federal, para o que, afinal, nomeou o polêmico delegado Fernando Segóvia.

Com o bônus adicional – ainda não está claro que será usado – de produzir, com a intervenção, uma impossibilidade constitucional de que se votem reformas constitucionais, o que livraria o Governo do vexame de uma derrota na votação da reforma da Previdência.

A intervenção, é claro, não é militar, é política, política e política. Tanto que as objeções de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, forma rechaçadas com a “ameaça” de denunciá-lo como cúmplice da criminalidade. Maia merece muitas críticas, mas ele não é isso e sabe-se bem. E as Forças Armadas, claro, sendo colocadas a serviço deste plano, embora esteja evidente que, ao menos, desta vez elas exigiram o comando direto da questão. Não precisa ser um grande estrategista para saber que, a esta altura, os planos de contingência estavam feitos e que, o mais tardar segunda ou terça teremos uma presença ostensiva de militares do Exército nos bairros de classe alta e média e também nas vias expressas da cidade.

O mais básico dos manuais de segurança pública dirá ao leitor que segurança é, em princípio, uma sensação, uma percepção.

É daí para adiante que surgem os problemas. A promiscuidade entre a máquina policial e o tráfico, no Rio, atingiu graus elevadíssimos e será necessário cortar na carne das instituições para reduzi-lo. Num primeiro momento, haverá uma retração, mas os liames entre polícia e crime persistirão.

Até agora, os militares podiam dizer que as cadeias de comando das forças policiais não eram sua atribuição; agora, não mais e terão de mergulhar nestas águas escuras e contaminadas.

A escolha do General Walter Braga Neto, com experiências de cooperação com a segurança local, parece amenizar este aspecto e tudo o que se deseja é que, com a formação que tem, não entenda a sua missão como a de realizar “expedições punitivas” aos morros do Rio, cujos resultados, há meses, são pífios e não resolveram a crise. É bom que se repita, para os esquecidos: estávamos e estamos sob a ação policial das Forças Armadas e chegamos a esta situação.

A intervenção, conquanto seja um pleonasmo em matéria de ato de política de segurança, tem um inegável componente político e vai açular os “não prende, mata” que sobejam hoje. O desafio será não só o de combater criminosos, mas o de evitar que este combate, em si, passe a se fazer com um rosário de atos criminosos praticados em seu nome.

Até porque nomear um general é fácil. Demitir, quase impossível. 

Fernando Brito é jornalista e editor do Tijolaço.

Fonte: Tijolaço

Atirador é ex-aluno; ele chegou na escola com um fuzil semiautomático, que comprou legalmente. Trump fez um pronunciamento sobre o massacre.

 

O consulado do Brasil em Miami declarou que não há brasileiros entre as vítimas do tiroteio numa escola em Parkland, no estado americano da Flórida. Na tarde desta quarta-feira (14), um ex-aluno matou 17 pessoas na escola. Os correspondentes Tiago Eltz e Lucas Louis tiveram nesta quinta-feira (15) na cidade, que já foi considerada a mais segura do estado.

Gabriel voltou nesta quinta, para a escola, que ele nunca mais vai ver como antes.

“Eu gosto muito daqui, do lugar e tudo, mas naquele prédio eu não quero voltar. Eu olho pro corredor, eu só vejo sangue, só vejo cartucho de bala no chão, vidro e mais três pessoas mortas no chão. Eu não vou conseguir entrar pela porta, e não imaginar isso” conta o estudante Gabriel Cruz Carvalho.

Ele estava no primeiro andar do prédio onde tudo começou. Quando entendeu o que estava acontecendo, tentou falar com a mãe.

“A minha primeira reação foi ligar pra ela, porque eu achei que ia morrer. Naquela hora eu sabia que eu ia morrer, e que eu tinha que falar com a minha mãe, então eu liguei pra ela, e ela não respondia. Foi a sensação mais agonizante que eu já tive na minha vida. Tiro, tiro, tiro”, desabafa Gabriel. 

“Quando eu vi ele correndo, nossa, eu só conseguia agradecer a Deus. Meu filho tava vivo. Depois do nascimento dele, eu acho que a sensação mais maravilhosa que eu já tive na vida, foi abraçar meu filho depois de tudo isso”, diz Ana Paula Cruz Carvalho, mãe de Gabriel.  

Mas 17 famílias, não tiveram a chance de dar um abraço, como o deles, novamente.

O atirador chegou na escola perto do término das aulas. Ele usava uma máscara de gás, carregava um fuzil AR-15 e granadas de fumaça.

Antes de entrar, matou três pessoas. Dentro, acionou o alarme de incêndio.

Os alunos estranharam, porque já tinham passado por um treinamento durante a manhã, mas saíram das salas mesmo assim. E foram surpreendidos pelo atirador.

As imagens do lado de dentro mostram momentos de pânico.

Alunos e professores se protegeram como puderam. Alguns se esconderam em armários.
E em cerca de dez minutos, o atirador matou 12 pessoas dentro do prédio. Outras duas foram atendidas, mas morreram no hospital.

Uma das vítimas é o técnico de futebol americano Aaron Feis. Ele usou o corpo como escudo para proteger os alunos.

Enquanto a polícia procurava pelo autor dos disparos, os alunos foram sendo retirados da escola. O assassino se misturou a eles, e também saiu.

Uma hora depois, foi preso pela polícia já em outra cidade.

Nikolas Cruz tem 19 anos. Ele foi expulso do Marjory Stoneman Douglas em 2017. 

Alunos e professores dizem que ele era quieto, estranho, chegou a perseguir uma das alunas da escola.

Nikolas fazia parte de um grupo de supremacistas brancos e passou até por um treinamento paramilitar.

Nas redes sociais, colocava fotos de armas e munições.

O FBI confirmou que, em setembro de 2017, recebeu um alerta de que um internauta identificado como Nikolas Cruz havia comentado num vídeo na internet: "Vou ser um atirador de escola profissional".

"Investigamos, mas não conseguimos identificar a pessoa que fez os comentários", disse nesta quinta, o policial responsável pelo caso.

Nikolas Cruz foi levado nesta quinta ao Tribunal, e se manteve em silêncio. Foi acusado por 17 crimes de homicídio premeditado - sem direito à fiança. O que pode levar a pena de morte na Flórida.

Centenas de alunos passaram o dia reunidos em um parque próximo a escola, onde a prefeitura montou um posto de atendimento psicológico. Esse tipo de ferida psicológica deve ser uma das mais difíceis de curar.

A Maria tem dois filhos. Um casal que estuda na escola a menos de um ano. Os dois filhos dela escaparam com vida, mas a família está em pedaços.

“É um pavor que eu não desejo pra mais ninguém nesse mundo. Esse pavor, esse medo, desespero. Deus me livre” lamenta Maria das Dores Toledo Carvalho, mãe dos dois alunos.  

O ataque em Parkland, na Flórida, foi um dos massacres mais graves em escolas americanas da história. O atirador, de 19 anos, comprou arma legalmente.

É o que mostra a reportagem do correspondente Luís Fernando Silva Pinto.

Donald Trump fez um pronunciamento de seis minutos sobre o ataque na Flórida.
Depois de afirmar que o atirador é uma pessoa com distúrbios, o presidente prometeu trabalhar com autoridades locais em todo o país para melhorar a assistência a casos de saúde mental.

Mas Trump não falou nada sobre o que torna esse tipo de ataque tão letal: as armas de alto poder de fogo.

O atirador tem 19 anos. A lei americana proíbe que ele compre bebidas alcoólicas, por exemplo, mas garante a ele e a qualquer cidadão o direito de ter armas. E ele comprou, legalmente, um fuzil semiautomático.

No passado, o próprio Donald Trump se dizia a favor de um controle mais rígido.

Mas, na campanha presidencial, ele foi o candidato que recebeu mais doações de organizações que defendem o comércio de armas no país.

No Congresso, o presidente da Câmara, Paul Ryan, que é do mesmo partido de Trump, disse que os americanos que respeitam a lei não podem perder seus direitos.

"Se alguém que não deveria ter uma arma, tem uma arma, temos que consertar isso. Uma coisa que sabemos é que há indícios de doença mental. Temos que melhorar o sistema para que essas pessoas não passem despercebidas".

O senador da oposição, o democrata Bill Nelson, da Flórida, acusou os republicanos de impedirem mudanças na venda de armas.

"Para quem diz que essa não é a hora de falar sobre controle de armas porque não devemos politizar uma tragédia, eu pergunto: ‘Quando é a hora certa? Depois do próximo ataque?"

Desde o final de 2012, os Estados Unidos tiveram 239 tiroteios em escolas.

Só em 2018, já foram 18.

Em 1999, dois alunos do ensino médio chocaram o país ao abrir fogo na escola de Columbine, no Colorado. Fizeram 13 vítimas.

O pior massacre deste tipo foi em 2007, quando um atirador matou 32 pessoas na Universidade Virginia Tech.

Em 2012, um ex-aluno invadiu a escola fundamental Sandy Hook, em Connecticut. 26 pessoas morreram - entre elas, 20 crianças, de 6 e 7 anos.

A Câmara de Sumaré é a primeira da RMC a aprovar o projeto da Lei Lucas apresentado e/ou protocolado em outros mais de 50 municípios. O projeto de lei nº 03/18, de autoria do vereador Ney do Gás (PV), propõe a implantação da Lei Lucas para obrigar todos os professores e funcionários de escolas do município a cumprirem curso de capacitação em primeiros socorros no primeiro atendimento. A proposta é uma iniciativa da mãe e advogada Alessandra Begalli Zamora que perdeu o filho em setembro do ano passado durante um passeio escolar e já percorreu outras mais de 50 cidades no Estado de São Paulo e outros Estados, inclusive.

O projeto inclui também a obrigatoriedade de capacitação aos profissionais da área do transporte escolar. A capacitação será feita por profissionais cedidos pela Secretaria da Saúde e/ou Corpo de Bombeiros/PMESP.

“O objetivo de criar esta Lei é permitir que situações de primeiros socorros ou acidentes simples sejam solucionados ou amenizados por quem esteja por perto, até que um profissional da área da saúde consiga chegar ao local da ocorrência, evitando, dessa forma, que relatos como de Alessandra venha fazer parte das estatísticas de quem mais de 700 crianças morrem vítimas de sufocações ou engasgamento anualmente”, concluiu Ney do Gás.

A 2ª Sessão Ordinária do ano foi realizada, excepcionalmente, nesta quinta-feira, dia 15 de fevereiro, devido ao carnaval. Também foram discutidos outros cinco projetos de lei, requerimentos, indicações e moções em prol da população sumareense.

O prefeito em exercício, Henrique Magalhães Teixeira, acompanhou o presidente da República, Michel Temer, na manhã desta quinta-feira, 15 de fevereiro, em visita ao projeto Sírius, o novo laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, em construção no Centro Nacional de Pesquisa em Energias e Materiais (CNPEM), em Campinas. A obra, de cerca de R$ 1,8 bilhão, representa um marco na ciência brasileira e mundial.

 

O Sírius tem uma importância mundial, que consolida Campinas nesse cenário de tecnologia, inovação e desenvolvimento. É bom para a comunidade científica, para as empresas que poderão usufruir desse equipamento e para a população, que verá, no cotidiano, os resultados concretos das pesquisas”, disse o prefeito em exercício Henrique Magalhães Teixeira.

 

Também estiveram presentes na visita o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab; o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; o diretor-geral do CNPEM, Rogério Cezar Cerqueira Leite, entre outros membros e conselheiros do CNPEM.

 

O prefeito em exercício, o presidente e a comitiva reuniram-se antes da visita aos laboratórios e ouviram uma explanação do diretor-geral do CNPEM, Rogério Cezar Cerqueira Leite e do diretor científico do projeto Sírius, Harry Westfahl, que destacaram o envolvimento dos profissionais no desenvolvimento do projeto Sírius e a importância no meio científico e o impacto para a sociedade.

 

Depois, visitaram o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), que opera desde 1997, e as obras do Sírius, que será a nova fonte de luz síncrotron brasileira.

 

O projeto do Sírius é algo ímpar. Muitos laboratórios avançadíssimos ainda não alcançaram o grau deste extraordinário projeto. Estou muito entusiasmado em conhecer projetos desta natureza”, disse o presidente da República, Michel Temer.

 

O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou que o Sírius vai consolidar ainda mais Campinas como centro de inovação e tecnologia.“Vamos dar um grande salto na ciência”, completou o governador Geraldo Alckmin.

 

As obras do Sírius foram iniciadas em dezembro de 2014 e, até agora, cerca de 80% estão concluídas.

 

O Sírius

 

Com mais de 500 metros de circunferência, o Sírius é a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no Brasil e ficará abrigada em um edifício de 68 mil metros quadrados, numa área de 150 mil metros quadrados.

 

O Sírius foi projetado nacionalmente pela equipe do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), integrante do CNPEM. O prédio está entre as obras civis mais sofisticadas já construídas no país, com exigências de estabilidade mecânica e térmica sem precedentes. Vai abrigar um acelerador de partículas de elétrons, de quarta geração, usado na análise dos diversos materiais, orgânicos e inorgânicos

 

Quando for inaugurado, o Sírius será a fonte de luz síncrotron de maior brilho do mundo em sua classe de energia. Essa radiação eletromagnética - o feixe de luz síncrotron - consegue atravessar as amostras e revelar as informações dos materiais investigados, no nível de átomos e moléculas. Para produzir a radiação síncrotron, os elétrons viajam em velocidades próximas à da luz no acelerador de partículas.

 

No segundo semestre deste ano deverá ocorrer a primeira volta dos elétrons no acelerador do Sírius ou seja: será emitido o primeiro feixe de luz síncrotron. A abertura da nova fonte de luz para pesquisadores de todo país e do mundo acontecerá um ano depois e permitirá o avanço de campos estratégicos para o Brasil, como saúde, agricultura, energia, biotecnologia, nanotecnologia, ciência dos materiais e outras.

 

Além disso, o Sírius foi projetado para ter vida útil mais longa, possibilitando que o país permaneça na liderança mundial dessa tecnologia.

 

O CNPEM

 

O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) é uma organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Compreende quatro laboratórios referências mundiais e abertos à comunidade científica e empresarial.

O Conselho Municipal da Saúde de Paulínia realizará, no dia 10 de março, eleições para novos membros titulares e suplentes. A eleição ocorrerá das 9h às 16h, na Casa dos Conselhos, situada no Complexo RodoShopping. Os eleitos irão preencher vagas remanescentes da atual gestão, que se encerra em outubro de 2018.

A inscrição dos candidatos poderá ser realizada entre os dias 16 a 26 de fevereiro nas Unidades Básicas de Saúde, com o Chefe de Equipamento da Unidade.

Para a inscrição os candidatos devem apresentar os seguintes documentos: cópia da cédula de identidade (RG) ou outro documento de fé pública com foto, cópia do titulo de eleitor, cópia do comprovante de endereço (recente – máximo 3 meses validade), cópia do cartão de saúde da unidade básica de saúde, 02 (duas) fotos 3x4 e cada candidato poderá indicar 2 (dois) fiscais (nome e número do RG), sendo 01 (um) titular e 01 (um) suplente.

Vagas – As vagas para titulares e suplentes terão um número por cada região: 
Região Centro (usuários das Unidades Básicas de Saúde do Centro e Betel) 1 titular e 3 suplentes
Região Monte Alegre (usuários das Unidades Básicas de Saúde do Monte Alegre, Cooperlotes e Parque da Represa) 3 titulares e 3 suplentes
Região João Aranha (usuários das Unidades Básicas de Saúde do João Aranha, São José e Amélia) 2 suplentes
Região Planalto (usuários da Unidade Básica de Saúde do Planalto) 2 titulares e 2 suplentes.

Requisito para ser candidato - Moradores das regiões: Centro, Monte Alegre, Planalto e João Aranha. Maiores de 18 anos, preferencialmente usuários do Sistema Municipal de Saúde. Estão impedidos de se candidatar munícipes com vínculo de subordinação administrativa ou técnica,dependência econômica ou comunhão de interesses com a Administração pública municipal (direta ou indireta). Prestadores de serviço de saúde público ou privado. Representantes ou trabalhadores seja qual for o vínculo empregatício dos poderes Legislativos e Judiciários.

Quem pode votar - Moradores das Regiões definidas e maiores de 16 anos. 

Documentações para votar: Titulo de eleitor, cédula de identidade (RG) ou outro documento de fé pública com foto (original) 
Importante: cada eleitor poderá votar em apenas 01 candidato, as cédulas com anotação de mais de 1 candidato serão anuladas.

Muita adrenalina e resistência vão agitar o evento Ultra Race 6 horas de Ciclismo, que será realizado neste domingo, dia 18 de fevereiro, em Paulínia. A largada está marcada para às 8h30 para todas as categorias, no Paço Municipal.

O evento, que conta com o apoio da Secretaria de Esportes, terá um circuito em asfalto, com aproximadamente 6 km. As inscrições foram realizadas até o dia 11 de fevereiro e cerca de 150 atletas irão participar da prova.

 

A Prova - O atleta que completar o maior número de voltas no circuito dentro do horário limite de 6 horas na sua categoria será o campeão. Em caso de empate no número de voltas, o critério de desempate será definido pelo atleta que fizer o menor tempo. O circuito será 100% sinalizado e fechado pelo Departamento de Trânsito.

Categorias – Solo Juvenil 13 a 17 anos, Solo Elite 18 a 35 anos, Solo Sênior 36 a 49 anos, Solo Master 50 ou mais, Solo Feminino 16 anos acima, dupla masculina – idade livre, dupla feminina – idade livre, dupla mista 1 homem + 1 mulher – idade livre, quarteto masculino – idade livre, quarteto feminino – idade livre, quarteto misto – 2 homens + 2 mulheres – idade livre.

Serviço:

Evento: Ultra Race 6 horas de Ciclismo

Dia: 18 de fevereiro / Horário: Largada 8h30

Local: Prefeitura de Paulínia - Av. Pref. José Lozano Araújo, 1551 - Parque Brasil 500.

Nos três dias de Carnaval em Paulínia, cerca de 36 mil pessoas foram para as ruas e praças da cidade para festejar o Carnaval 2018, superando e muito as expectativas da Comissão Organizadora que estimou um público de 8 mil pessoas. No primeiro dia o público excedeu 15 mil pessoas, no segundo dia, cerca de 12 mil foliões estiveram na praça, além do público da Matinê que atingiu aproximadamente 1,2 mil pessoas.


O último dia fechou com 7 mil foliões. A principal Avenida de Paulínia, a José Paulino, a Praça Richard Geraldo D´Blásio, no bairro São José, a praça do Monte Alegre IV, além do Ginásio de Esportes Agostinho Fávaro Lara, atraíram os amantes da festa carnavalesca de Paulínia e região que se divertiram de forma tranquila e ordeira: O Carnaval 2018 em Paulínia foi um sucesso! Nos três dias tivemos um público considerável que se divertiu em locais distintos da cidade, avaliou o chefe de gabinete, Carlos Alberto Coelho (Grilo), da Secretaria de Turismo e Eventos.

Mesmo com um público tão expressivo e considerando ser um evento em um local aberto, sem controle de acesso, tudo transcorreu em tranquilidade, sem boletins de ocorrências policiais durante a realização da festa. O subcomandante da Guarda Civil de Paulínia, Rodrigo Domingues Vieira explicou a razão: O planejamento da segurança para a realização do evento foi fundamental para esse resultado. Utilizamos o policiamento de trânsito da Guarda Civil em parceria com a equipe de sinalização da Secretaria de Transporte para sinalização viária, além disso o policiamento tático e ostensivo da equipe ROMU (Ronda Ostensiva Municipal) para evitar roubos e furtos ao entorno do evento e as equipes de intervenção rápida formadas pelo grupo operacional da Guarda Civil Municipal foi muito eficaz, destacou. Vieira também assinalou o esforço e empenho do secretário de Segurança pública Emerson Baptista de Oliveira, para o sucesso das operações. Já o Serviço de Atendimento Médico de Urgência de Paulínia (SAMU) atendeu 38 casos de intoxicação por álcool, segundo informações da coordenadora do serviço, Michelle Canuto.

A arrecadação do Simples Nacional acelerou o ritmo de crescimento em 2017, ao expandir 15,5%, a R$ 83,809 bilhões, em relação a 2016.

 

Esse avanço refletiu o aumento do empreendedorismo por necessidade e a lenta recuperação da economia do País.

 

Em 2016, essa receita já havia se recuperado da queda observada em 2015 (-19,7%, para R$ 56 bilhões), ao registrar elevação de 10,2%, para R$ 68,282 bilhões, de acordo com a Receita Federal do Brasil (RFB). As variações são em termos reais (com a inflação).

 

A professora de economia da Fecap, Juliana Inhasz, avalia que a expansão da arrecadação do Simples em 2016 já representava o crescimento do empreendedorismo por necessidade, como resposta ao alto desemprego no período. “A recessão foi muito severa. Muita gente que perdeu o emprego, abriu empresas e se formalizou para prestar serviços, emitir notas fiscais e, até mesmo, pedir financiamento”, ressalta Inhasz. De 2015 para 2016, o aumento da receita do Simples está relacionado, especificamente, com este movimento de recolocação no mercado por meio do trabalho autônomo.

 

A expansão da arrecadação de 2016 a 2017 também está relacionada ao lento processo de recuperação da atividade. O coordenador do MBA de Finanças e Negócios da Faculdade Fipecafi, Nilton Belz, afirma que a expectativa para este ano é de continuidade do avanço da receita do Simples, em decorrência da retomada da economia.

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