Barbara Bradley Moreira, de 29 anos, juntou o útil ao agradável e abriu sua própria loja online de roupas infantis, a MC Kids, com peças mais modernas

 

Pensando em uma renda extra no final do mês, Barbara Bradley Moreira começou a pesquisar algo que pudesse te ajudar a conquistar um dinheiro a mais. Com isso, a radialista de 29 anos decidiu juntar o útil ao agradável: ela abriu uma loja de roupas infantis, uma paixão que surgiu em sua vida depois que teve sua primeira filha, Maria Clara, hoje com 1 ano e 5 meses.

 

Depois de ter sua primeira filha, Barbara Bradley Moreira se apaixonou e abriu uma loja de roupas infantis

 

“Desde que tive minha filha, me apaixonei por isso de vesti-la de uma maneira com o maior estilo possível, criar alguns looks mais moderninhos, que fugissem do convencional para bebês”, conta ela, que agora é dona da loja de roupas infantis MC Kids , em que ela realiza vendas através do site e das redes sociais.

A radialista ainda recebe a ajuda de sua mãe, Ana Paula, que auxilia na escolha das peças, além de fazer trabalhos para o envio das mercadorias. “Espero me destacar tratando cada cliente de uma maneira extremamente pessoal, buscando facilitar a venda e entregando individualmente, no menor espaço de tempo”.

 

Mercado em crescimento

Apesar do grande número de lojas de roupas infantis, o mercado onde esse tipo de roupa vem de maneira mais “fashion” ainda é um mercado em crescimento de acordo com Barbara, o que também a ajudou na escolha.

Investimento e objetivo

O investimento inicial de Barbara para começar com sua loja foi de R$ 3200 para se tornar MEI, microempreendedora individual. Nesse caso, ela tem que faturar até R$ 81.000,00 por ano ou cerca de R$ 6.000,00 por mês e não pode ter participação em outra empresa como sócia ou titular. Além disso, ela pode ter no máximo um empregado contratado que receba um salário-mínimo ou o piso da categoria. “Como MEI, a renda anual não pode ultrapassar 81 mil reais, mas é claro que vou querer buscar mais do que isso”.

 

Vestidos da filha

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A arrecadação do Simples Nacional acelerou o ritmo de crescimento em 2017, ao expandir 15,5%, a R$ 83,809 bilhões, em relação a 2016.

 

Esse avanço refletiu o aumento do empreendedorismo por necessidade e a lenta recuperação da economia do País.

 

Em 2016, essa receita já havia se recuperado da queda observada em 2015 (-19,7%, para R$ 56 bilhões), ao registrar elevação de 10,2%, para R$ 68,282 bilhões, de acordo com a Receita Federal do Brasil (RFB). As variações são em termos reais (com a inflação).

 

A professora de economia da Fecap, Juliana Inhasz, avalia que a expansão da arrecadação do Simples em 2016 já representava o crescimento do empreendedorismo por necessidade, como resposta ao alto desemprego no período. “A recessão foi muito severa. Muita gente que perdeu o emprego, abriu empresas e se formalizou para prestar serviços, emitir notas fiscais e, até mesmo, pedir financiamento”, ressalta Inhasz. De 2015 para 2016, o aumento da receita do Simples está relacionado, especificamente, com este movimento de recolocação no mercado por meio do trabalho autônomo.

 

A expansão da arrecadação de 2016 a 2017 também está relacionada ao lento processo de recuperação da atividade. O coordenador do MBA de Finanças e Negócios da Faculdade Fipecafi, Nilton Belz, afirma que a expectativa para este ano é de continuidade do avanço da receita do Simples, em decorrência da retomada da economia.

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O governo brasileiro não paga sua contribuição obrigatória de US$ 13,4 milhões (cerca de R$ 43 milhões) com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e registra a terceira maior dívida entre os 193 países que fazem parte da agência internacional.

 

Os dados fazem parte dos documentos financeiros da entidade que, nos últimos anos, tem lidado de forma frequente com crises no Brasil, entre elas as dos vírus da zika e da febre amarela. O Ministério da Saúde, que representa o governo nas reuniões da OMS, confirmou a existência da dívida. Mas indicou que o pagamento é uma responsabilidade do orçamento do Ministério do Planejamento.

 

Pelas regras da OMS, uma dívida que complete dois anos impediria o governo brasileiro de votar nas decisões da entidade. Por enquanto, porém, a pendência completa um ano e a entidade oficialmente diz estar convencida de que não haverá um problema. O novo diretor-geral da OMS, o etíope Tedros Ghebreyesus, foi eleito com o apoio do Brasil para o cargo máximo.

 

Mas diplomatas estrangeiros, na condição de anonimato, apontam que uma demora no pagamento começa a causar certo constrangimento diante do papel político que o Brasil tenta ter dentro da OMS.

 

O valor da dívida brasileira se refere à contribuição obrigatória que cada país deve fazer para a entidade. No caso dos R$ 43 milhões, eles se referem aos doze meses de 2017. Tradicionalmente, os países pagam sua anuidade no início do período.

 

O governo brasileiro vem enfrentando problemas para pagar suas contribuições com as entidades internacionais desde 2015. Mas, segundo o Estado apurou, havia escolhido algumas delas para dar prioridade em função de interesses políticos. Na Organização Mundial do Comércio (OMC), por exemplo, o Brasil precisava estar em dia com suas contas para permitir que o diplomata Roberto Azevedo fosse candidato à reeleição.

 

No caso da OMS, apenas dois outros países tem uma dívida que supera a brasileira. Uma delas é a Ucrânia, que atravessou um conflito armado nos últimos anos e acumulou uma dívida de US$ 22 milhões.

 

O maior devedor, porém, é o governo dos Estados Unidos, com uma conta estimada em US$ 110 milhões. Mas se o governo americano arca com 22% das contas da OMS, o volume que o Brasil destina se refere a apenas 3,8% do orçamento da entidade.

 

No caso do Brasil, a OMS indicou que por enquanto uma suspensão do País não ocorrerá. Isso pelo fato de a dívida estar completando um ano. Na prática, o governo participará normalmente da próxima Assembleia Mundial da Saúde, marcada para maio. Para que um governo tenha seus direitos de voto suspensos, a dívida precisa ultrapassar os dois anos.

 

Hoje, quatro governos estão nessa situação, entre eles República Centro Africana e Ucrânia.

 

Orçamento

 

No Ministério do Planejamento, a explicação para o atraso é a crise orçamentária dos últimos três anos. "Os atrasos no adimplemento dos compromissos com organismos internacionais, a OMS dentre eles, decorrem da deterioração das condições orçamentárias e financeiras a partir de 2014", declarou a pasta, por meio de nota. "Tais atrasos veem afetando o conjunto dos organismos internacionais e não apenas a OMS."

 

Questionado se havia uma data para pagar a dívida, o governo optou apenas por fazer uma promessa de que isso poderia ocorrer "muito em breve".

 

"Desde 2016, os esforços promovidos pelo governo vem paulatina e continuamente reduzindo o estoque de compromissos com organismos internacionais", explicou. "A previsão de uma melhora econômica mais substantiva e continuada nos faz supor que, muito em breve, o País voltará a estar em dia com todos os seus compromissos."

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A Comissão Mista da Medida Provisória 802/2017, que atualiza o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), aprovou nesta terça-feira (6) o relatório do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ).

 

O parecer foi pela aprovação da MP com algumas mudanças, como a facilitação de empréstimos de até R$ 15 mil para trabalhadores autônomos investirem em suas atividades. O programa, instituído em 2005 pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem o objetivo de incentivar a geração de trabalho e renda entre microempreendedores populares.

 

A MP também aumentou de R$ 120 mil para R$ 200 mil o limite de renda ou receita bruta anual para enquadramento de pessoas físicas e jurídicas. O presidente da comissão, senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE), explicou que o PNMPO é dirigido a pessoas desempregadas com negócio próprio ou beneficiários do Bolsa-Família. A reportagem é de Hérica Christian, da Rádio Senado.

 

 

Link para ouvir o áudio

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O senador José Pimentel (PT-CE) criticou o veto presidencial ao projeto que estendia o Refis para as micro e pequenas empresas, alertando que a medida agrava a informalidade e aumenta o desemprego. Segundo o senador, a falta de oportunidade de parcelar os impostos em atraso dos empreendimentos de menor porte contribuiu para o cancelamento de mais de um milhão de cadastros de pessoas jurídicas.

Pimentel acrescentou que mais de 600 mil micro e pequenas empresas estão inadimplentes com a Receita Federal e poderão ser excluídas do Simples Nacional, cada uma empregando em média quatro trabalhadores.

- Estamos falando aqui em dois milhões de empregos formais, emprego de verdade, que deverá ser cancelado com esse processo da expulsão das micro e pequenas empresas - afirmou o senador.

Atribuindo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a legislação de apoio aos pequenos empreendedores, José Pimentel avalia que o governo atual não tem compromisso com o Brasil e beneficiou os maiores devedores do Fisco concedendo perdão às dívidas bilionárias de grandes empresas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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O ex-secretário de Esportes da gestão de Reni Pereira(PSB), atual vereador em exercício na Câmara Municipal, Anderson Andrade (PSC), foi considerado absolvido de todos os crimes imputados a ele na ação ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) decorrente da “Operação Pecúlio”. Denunciado em junho de 2016, Andrade foi considerado inocente após a devida instrução do processo apurar suspeitas de que tenha cometido usurpação de função pública, crime contra a Administração Pública, corrupção passiva e organização criminosa. Ele respondeu à Justiça por, supostamente, ter recebido propina em forma de cimento para construir a pista de skate situada no bairro Porto Meira, fraudar os programas sociais esportivos “Bolsa Atleta” e “Bolsa Técnico” e fazer parte da suposta organização criminosa chefiada por Reni. (Bruno Soares /Foto: CMFI)

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O ex-diretor da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, Adailton Avelino, vulgo Cantor, terminou por ser absolvido das acusações sustentadas pelo Ministério Público Federal (MPF) por meio da ação penal ajuizada no âmbito da “Operação Pecúlio”. Além dele, os procuradores Willy Costa Dolinski e Raimundo Araujo Neto, e ainda o ex-secretário de Tecnologia da Informação, Melquizede Souza, também foram julgados inocentes após serem indiciados por fraude à licitação para contratação de duas bandas de pagode que se apresentaram na edição do Carnafalls em 2015. Na manhã de ontem (08) Cantor visitou a redação do jornal Gazeta Diário para comentar o resultado de sua sentença. “Para mim é algo natural. Eu sabia que isto iria acontecer desde o momento em que fui denunciado. Mas a Justiça tem o seu tempo e me restou aguardar este resultado. Para mim a Justiça foi feita. Não tinha como ser de outra maneira”, iniciou. (Bruno Soares – reportagem/Foto: Divulgação)

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Medida encerra sete décadas de ambiguidade diplomática sobre o status de uma cidade que abriga lugares sagrados das três grandes religiões monoteístas

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trumpreconheceu nesta quarta-feira (6) Jerusalém como capital de Israel, uma decisão histórica que contraria décadas de diplomacia americana e ameaça desencadear uma escalada de violência no Oriente Médio.

 

“É hora de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel”, declarou o líder americano da Casa Branca, considerando este passo como “condição necessária para conseguir a paz” e pedindo que “a calma e a tolerância” prevaleçam sobre o ódio.

A declaração, que recebeu uma forte condenação regional, encerra sete décadas de ambiguidade diplomática sobre o status de uma cidade que abriga lugares sagrados das três grandes religiões monoteístas, e é igualmente reivindicada por israelenses e palestinos.

Embora o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tenha dito que a decisão de Trump foi “corajosa e justa”, ela suscita profundas dúvidas sobre o futuro do processo de paz.

Para o presidente palestino, Mahmud Abbas, os Estados Unidos perderam seu papel histórico de mediador da paz entre palestinos e israelenses. O Hamas, movimento islamita palestino que controla a Faixa de Gaza, disse que a decisão de Trump “abriu as portas do inferno”.

A preocupação da comunidade internacional levou o Conselho de Segurança da ONU a convocar para a sexta-feira uma reunião de emergência para abordar o tema, a pedido de oito países-membros.

Trump também anunciou o início do processo de traslado da embaixada dos Estados Unidos em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

O presidente americano honra uma de suas promessas de campanha, muito elogiada por cristãos evangélicos e por judeus de direita, assim como por muitos de seus doadores.

Seus antecessores, de Bill Clinton a George Bush, fizeram promessas eleitorais semelhantes, mas não as cumpriram depois de assumirem o cargo. “Muitos presidentes disseram que fariam algo e não fizeram nada”, disse Trump pouco antes de seu discurso.

“Dias de fúria”

A declaração de Trump deixou muitos aliados americanos e lideranças do Oriente Médio irritados e em busca de uma resposta ponderada, esperando que a região, que se tornou há muito tempo um barril de pólvora, não vire o epicentro de um novo derramamento de sangue.

Em uma frenética rodada de diplomacia telefônica, líderes da Arábia Saudita, do Egito, da Jordânia, da União Europeia, da França, da Alemanha e da Turquia haviam advertido Trump contra a medida.

A Arábia Saudita, principal aliado de Washington na região, condenou a decisão de Trump, tachando-a de “irresponsável”, em um comunicado do Palácio Real, citado por veículos oficiais.

Mais cedo, a Turquia condenou a medida nos mesmos termos, enquanto a Jordânia disse que era “uma violação do direito internacional”.

“Não pude calar minha profunda preocupação”, reagiu o papa Francisco.

Na Europa, a Grã-Bretanha qualificou a medida como de “pouca ajuda”, a França a avaliou como “lamentável” e a Alemanha declarou que “não apoia” a decisão.

O traslado da embaixada dos Estados Unidos provavelmente demorará anos para ser implementado, mas as repercussões da decisão de Trump chegaram a preceder o anúncio.

Centenas de palestinos queimaram bandeiras americanas e israelenses e fotos de Trump na Faixa de Gaza, enquanto houve confrontos relativamente pequenos perto da cidade de Hebron na Cisjordânia.

Os palestinos convocaram três dias de protestos, ou “dias de fúria”, a partir desta quarta-feira.

Os funcionários do governo americano e suas famílias foram aconselhados a evitar a Cidade Velha de Jerusalém e a Cisjordânia, embora a situação tenha ficado mais calma até o discurso de Trump.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, convocou uma cúpula da Organização de Cooperação Islâmica (OIC), o principal organismo pan-islâmico, em Istambul na semana que vem, para tomar uma ação conjunta.

A Jordânia e os palestinos também pediram uma reunião de emergência da Liga Árabe.

ONU contra “medida unilateral”

A maioria da comunidade internacional não reconhece formalmente Jerusalém como a capital de Israel, insistindo que esse tema apenas pode ser resolvido durante as negociações, um ponto reiterado pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, após a decisão de Trump.

Guterres implicitamente criticou Trump, enfatizando sua oposição a “qualquer medida unilateral que ponha em risco a perspectiva de paz”.

Trump insistiu que a medida simplesmente reflete o fato de que Jerusalém Ocidental é continuará sendo parte de Israel sob qualquer acordo. “Isso não é mais, nem menos que um reconhecimento da realidade. Também é o certo”, disse.

O presidente americano disse que a decisão ressalta “o firme compromisso de facilitar uma paz duradoura”. “Os Estados Unidos apoiariam uma solução de dois Estados caso ambas as partes cheguem a um acordo”, afirmou, anunciando também a viagem do vice-presidente Mike Pence à região nos próximos dias.

Em seu discurso, Trump esclareceu que os Estados Unidos não estão se pronunciando sobre qualquer “problema de status final, incluídos os limites específicos da soberania israelense em Jerusalém, ou a resolução das fronteiras impugnadas”.

“Essas questões dependem das partes envolvidas”, disse.

Israel se apoderou do setor oriental de Jerusalém, em sua maioria árabe, durante a Guerra dos Seis Dias de 1967 e mais tarde o anexou, reivindicando os dois lados da cidade como sua capital.

Os palestinos querem que o setor oriental seja a capital do futuro Estado que aspiram.

Trump alega que decidiu sobre a mudança da embaixada americana em cumprimento de uma lei de 1995, que estabeleceu que a cidade “deveria ser reconhecida como a capital do Estado de Israel” e que a embaixada dos Estados Unidos deveria ser trasladada para lá.

Os sucessivos presidentes americanos adiaram a cada seis meses a mudança por motivos de “segurança nacional”, motivo pelo qual a lei até agora ainda não havia entrado em vigor.

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