Coordenador estadual do MBL (Movimento Brasil Livre), Ronald Tanimoto se filiou ao Podemos. O arquiteto ainda se lançou como pré-candidato a deputado estadual pelo partido.



Tanimoto recebeu convites para participar do MBL em 2014, quando começou a organizar protestos em Campinas que pediam o impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT). “Nosso objetivo nunca foi apenas tirar o governo. Temos propostas mais liberais com menos interferência do governo e redução de impostos para reformar a estrutura administrativa/ política do país”, comentou.



A escolha pelo Podemos, por sua vez, foi feita pela postura de independência adotada pelo vereador Nelson Hossri em relação ao Poder Executivo. “Quando assinou a CPI da Saúde, o Nelson mostrou que é possível ser independente no Poder Legislativo sem se atrelar à vontade do Executivo e barganhando cargos. Isso mostrou uma posição pró-cidade”, concluiu Tanimoto.

 

Fonte: Juliana Ferreira - Assessoria de Imprensa

Publicado em Notícias RMC

Vídeo será divulgado até o dia 30 de julho nas redes sociais e principais emissoras de rádio e TV do país

 

Começou a ser veiculada nas rádios, TVs e redes sociais uma campanha publicitária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) destinada a incentivar maior participação feminina, dos jovens e da comunidade negra na política.

 

A iniciativa está prevista no art. 93-A da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), com redação dada pelo art. 1º da Lei nº 13.488/2017 (Reforma política). De acordo com a norma, o TSE deve promover, em até cinco minutos diários, contínuos ou não, em anos eleitorais, propaganda institucional em rádio e televisão destinada a incentivar maior representatividade desses segmentos na vida política brasileira. A lei estabelece também o período de 1º de abril a 30 de julho para a veiculação da campanha.

 

Independentemente da legislação, o TSE já vinha estimulado esse engajamento por meio de peças e ações que têm por objetivo incentivar a participação do cidadão e esclarecer sobre as regras e o funcionamento do sistema eleitoral. 

 

O vídeo que foi ao ar no último domingo (1º de abril) trata especificamente da questão da representatividade e tem como mote da campanha o slogan “Ninguém te representa tão bem como você”. Seu objetivo é levar o cidadão a refletir sobre a importância de se engajar politicamente, aludindo aos benefícios que a diversidade e a renovação política podem trazer ao país.

 

O filme, que pode ser acessado nos perfis do TSE no YouTube, Facebook e Twitter, tem pouco mais de um minuto de duração e afirma, de forma reflexiva, leve e descontraída, que a verdadeira democracia acontece quando todos os gêneros, raças e idades são representados na política do país.

 

Clique para assistir ao vídeo do TSE para a campanha da representatividade.

 

IC/EM

Publicado em Política

Cerca de 50 republicanas foram até a avenida Emílio Bosco e distribuíram abraços, bombons e mensagens de motivação

 

Sumaré (SP) – O PRB Mulher de Sumaré promoveu, na última semana, uma ação em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Cerca de 50 republicanas foram até avenida  Emílio Bosco e distribuíram abraços, bombons e mensagens de motivação.

 

“Esta data é um marco para nós mulheres! Ela estimula a continuarmos a lutar contra todas as formas de descriminação, principalmente contra a violência. A campanha ‘Você merece um abraço 10’ chegou para levarmos às ruas o quanto as mulheres precisam se sentir valorizadas. Basta apenas um gesto de respeito e de carinho.”, argumentou a coordenadora municipal do PRB Mulher, Viviane Silva.

 

Texto: Priscila Praxedes / Ascom – PRB Mulher Nacional
Fotos: Cedidas

Publicado em Sumaré

Líder do MTST vai disputar a Presidência pelo Psol

 

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, será candidato à Presidência pelo Psol. O anúncio foi feito neste sábado (3) em evento realizado em São Paulo e contou com a exibição de um vídeo do ex-presidente Lula desejando boa sorte a Boulos e agradecendo o apoio do candidato.

 

"Você sabe o quanto eu te respeito, o quanto gosto de você pessoalmente e quanto acho você uma pessoa de muito futuro na política. Jamais vou pedir para não ser candidato", disse o ex-presidente na gravação.

Boulos é próximo a Lula, e sua candidatura abre uma dissidência na esquerda, uma vez que o próprio Lula é pré-candidato ao Palácio do Planalto, mesmo após a condenação em segunda instância. "As diferenças políticas não podem significar conivência com injustiça. O judiciário retirou no tapetão o candidato mais popular. Não podemos naturalizar uma condenação imposta injustamente quando os reais ladrões estão no Congresso", disse Boulos sobre Lula, no discurso em que anunciou sua candidatura.

 

A vice de Boulos será a líder indígena e coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Sonia Guajajara. O líder do MTST deverá se filiar ao Psol nesta semana.

Publicado em Política

Sem tocar no nome do ex-presidente Lula, que condenou em janeiro no caso do tríplex, Moro disse ainda nesta sexta-feira (2) que "as pessoas têm ilusões sobre alguns ídolos, mas é hora de verem a verdade"

 

Num debate em Nova York, nos Estados Unidos, o juiz Sergio Moro defendeu o fim do foro especial, dizendo que ele deve ser mantido só para o presidente, alertou para retrocessos no combate à corrupção que podem ocorrer nos próximos meses, em alusão às eleições, e defendeu a sua conduta nos julgamentos da Lava Jato.



Sem tocar no nome do ex-presidente Lula, que condenou em janeiro no caso do tríplex, Moro disse ainda nesta sexta-feira (2) que "as pessoas têm ilusões sobre alguns ídolos, mas é hora de verem a verdade".



"Se você for ao processo, vai ver que ninguém está sendo investigado ou julgado por causa de sua opinião política, mas por causa de lavagem de dinheiro, propina, atos criminosos."



Moro falou ainda em "novo espírito" de combate à corrupção que toma os tribunais brasileiros no rastro da Lava Jato, que comparou com a Operação Mãos Limpas, na Itália, e ao julgamento do escândalo Watergate nos EUA.



"O povo não está insatisfeito com a democracia, está insatisfeito com os problemas da democracia", ele afirmou.



"E um desses problemas é a corrupção generalizada e a impunidade. As pessoas começam a perder a confiança no estado de direito, nos políticos, nos juízes e nos procuradores, então começam a perder a confiança na democracia. Por isso precisamos continuar o nosso trabalho."



Na porta da Americas Society, o think tank que organizou o encontro em Manhattan, um grupo de manifestantes enfrentou uma forte tempestade de chuva e neve para protestar contra o juiz.

 



Em inglês, eles gritavam que Moro "vende sentenças" e listavam benefícios de seu cargo no Brasil, como o auxílio-moradia. Um cartaz com um retrato de Lula dizia que o ex-presidente é inocente e outro afirmava que a decisão dele no caso do tríplex "envergonhou o Brasil" - Moro entrou por ali, mas chegou antes do começo do protesto.

Do lado de dentro, um cartaz reproduzia a capa da revista "Americas Quarterly" em que o juiz aparece vestido como soldado, metralhadora em punho e uma bandeira do Brasil no peito, debaixo de uma manchete que o chama de "caçador da corrupção".

Questionado durante o debate se no Brasil há uma onda de "criminalização da política" e se a Justiça é seletiva, Moro disse que "não há problemas entre políticos e juízes" e que "alguns políticos estão criminalizando a política porque cometeram crimes e devem ser julgados".

Ele disse, no entanto, que concorda com a afirmação de que há privilégios para políticos no país e criticou o foro especial. "Talvez isso deveria ser mudado. Seria uma ideia inteligente e talvez manter para o presidente, mas não tenho tanta certeza."

"Estamos falando de poder, de política", disse. "As pessoas lutam por poder e algumas não querem mudar, querem ficar no poder, querem privilégios mesmo que esses privilégios violem a lei."

Moro também defendeu "reformas gerais" para combater a corrupção e que uma investigação judicial não é o suficiente para limpar o cenário, mas que isso depende de "um governo amigável".

Publicado em Política

Ao ser questionado sobre eleições, Temer reafirmou que não pretende ser candidato no pleito de outubro

 

O presidente Michel Temer disse nesta quinta-feira (1°) que a reforma da Previdência não saiu da pauta política do país. Segundo ele, se for possível cessar a intervenção federal na área de segurança pública no Rio de Janeiro nos últimos meses do ano, existe a possibilidade de a reforma voltar à pauta.



“Ela saiu da pauta legislativa, mas não da pauta política do país”, disse em entrevista à Rádio Tupi. “Não quero garantir, é uma conjectura, mas pode ocorrer de quando chegar em setembro, outubro, eu possa fazer cessar a intervenção. Não quero manter a intervenção eternamente no Rio de Janeiro, nem é saudável. Se ocorrer isso, você terá logo depois da eleição, três meses – outubro, novembro, dezembro – para ainda tentar votar a Previdência”, acrescentou.



Leia também: 


Temer promete que Meirelles fará sucessor
Meirelles dirá a Temer que deseja disputar a eleição pelo MDB



Enquanto a intervenção vigorar, o Congresso Nacional fica impedido, pela Constituição Federal, de aprovar quaisquer propostas de emenda à Constituição (PEC), como é caso da reforma da Previdência.

Ao ser questionado sobre eleições, Temer reafirmou que não pretende ser candidato no pleito de outubro. “Não tenho essa intenção [de me candidatar]. Se eu passar para a história como alguém que deu jeito no país, já me sinto muito feliz.”

O presidente destacou destacou os bons resultados da economia brasileira e a geração de empregos. Temer disse que a reativação da economia é o que irá criar mais postos de trabalho. Ele estimou que este ano sejam criados 3 milhões de vagas. “Neste trimestre, houve abertura de 1,8 milhão de novos postos de trabalho e a previsão é de que haja 3 milhões de postos de trabalho neste ano”, disse.

 

 

Publicado em Política

O requerimento foi motivado pela nomeação do ex-diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia

 

O deputado federal Augusto Carvalho (SD-DF) enviou, nesta quinta-feira (1º/3), um pedido de informação ao ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, solicitando detalhes sobre quantidade, locação e gastos com adidos em missão diplomática no exterior. O requerimento foi motivado pela nomeação do ex-diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, como adido na Embaixada do Brasil em Roma, na Itália, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira.

Publicado em Política

Projeto retorna à pauta hoje e já foi votado na Casa, mas foi modificado no Senado. Agora, depois da segunda votação, será enviado para sanção presidencial

 

Publicado em Política

"Quem proíbe o jogador de participar disso está, indiretamente, apoiando ideias reacionárias", disse ex-jogador, sem citar o colega de Rede Globo

 

O ex-jogador e hoje comentarista Walter Casagrande entrou na discussão sobre o papel dos esportistas em manifestações políticas, levantando por seu colega de Rede GloboTiago Leifert. No mesmo espaço usado por Leifert, uma coluna no site da revista GQ, da editora Globo, Casagrande relembrou sua participação, ao lado do amigo Sócrates, na democracia corinthiana, e disse que os atletas têm o direito de se posicionar politicamente.

 

“Quem proíbe o jogador de participar disso está, indiretamente, apoiando ideias reacionárias”, afirmou Casagrande, sem citar o colega em nenhum momento no texto. No início da semana, Leifert causou muita discussão ao defender que “evento esportivo não é lugar para manifestação política“ e que uma transmissão esportiva deve ser um “desligamento da realidade”, um momento de relaxamento e não de mais tensão. 

Publicado em Política

Comandante do Exército diz querer evitar "nova Comissão da Verdade" e provoca onda de críticas

Fala alimenta batalha política contra medida no Estado. General transmitiu mal-estar entre militares

 

A inédita intervenção federal no Rio de Janeiro, com a transferência do controle da segurança do Estado para um general, ainda engatinha, mas, em termos de agenda, já tomou de assalto o país e despertou os fantasmas sobre os limites e riscos da atuação do Exército na vida política brasileira,  ecoando traumas nada adormecidos da última ditadura. Enquanto especialistas em segurança pública e ativistas de direitos humanos debatiam os eventuais problemas para atuação das Forças Armadas nas ruas fluminenses, foi o próprio comandante do Exército, o general Eduardo Villas Bôas, que deu combustível de vez às polêmicas comparações. Durante a reunião dos conselhos nacionais da República e da Defesa na segunda-feira, Villas Bôas afirmou que estava preocupado com a instituição de uma nova “Comissão da Verdade” após o fim da intervenção no Rio.


 

A declaração, divulgada primeiro pela jornalista Cristiana Lôbo, colunista da GloboNews, e confirmada ao EL PAÍS por três participantes da reunião no Palácio da Alvorada, correu como pólvora porque muitos dos críticos da intervenção federal viram nela um pedido de impunidade e desrespeito. Afinal, Villas Bôas fazia referência nada menos do que à Comissão Nacional da Verdade (CNV), instituída apenas no Governo Dilma Rousseff (2010-2016), que investigou graves violações de direitos humanos especialmente no último regime militar. Em seu relatório de conclusão, de 2014, 377 pessoas foram apontadas pela CNV como responsáveis pelos delitos, impedidos até agora de serem julgados por conta da vigência da Lei da Anistia.

"As comissões da verdade se fazem necessárias exatamente quando os agentes do Estado se autoconcedem mecanismos de impunidade caso atuem em desacordo com os diplomas legais em vigência", protestou, em nota de repúdio ao general Villas Bôas, os membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, criada por lei em 1995 e predecessora da CNV. A comissão lembrou na nota que foi graças ao trabalhos como o da CNV que se conseguiu a identificação, justamente nesta terça-feira, do desaparecido político Dimas Antônio Casemiro entre as centenas de remanescentes ósseos da vala clandestina do cemitério de Perus, em São Paulo. Militante de esquerda, Dimas foi morto em abril de 1971 por agentes do Estado na ditadura após dias de tortura.

 

Um conjunto de procuradores da áreas criminais e de direitos humanos também divulgou nota técnica com vários reparos ao decreto da intervenção. Nele, fizeram questão de frisar a "perplexidade" com a declaração de Villas Bôas. "(A declaração) é grave, principalmente, porque ela legitima os abusos da ditadura. Uma ditadura que torturou, matou, censurou. E isso em um momento onde visões revisionistas ganham peso na sociedade. E, pior, ela aponta para a ideia de que esse é um momento de exceção, como ele acredita que foram de exceção os anos da ditadura, e que nesses momentos, militares devem ter carta branca para violarem direitos sem que tenham que prestar contas a civis", escreveu, em sua página do Facebook, Pedro Abramovay, ex-secretário da Justiça do Governo Lulae diretor para a região da Open Society Foundations.

Problemas legais

A fala de Villas Bôas remete concretamente preocupações legais a respeito das consequências da atuação no Rio que provocam grande mal-estar no contingente militar. Três participantes da reunião no Alvorada relataram que Villas Boas, um crítico contumaz do uso dos militares na segurança pública, está temeroso com a intervenção. “Ele sabe que vários crimes vão cair nas costas dos subordinados ao interventor. E ele não quer que esses militares sofram na Justiça”, ponderou uma autoridade que esteve no encontro com o presidente Michel Temer.

 

Mais tarde, o general disse em seu Twitter ter apresentado a Temer nesta reunião "algumas considerações fundamentais" para o êxito da intervenção no Rio: "integração do Poder Judiciário e do Ministério Público, alteração no regramento jurídico e recursos financeiros adequados". Villas Bôas não detalhou o que quer mudar quanto ao "regramento jurídico".

Seja como for, a legislação em vigor já é polêmica por si só. Desde 1996, os militares denunciados por homicídios eram julgados da mesma maneira que os civis, pelo Tribunal do Júri. Mas, em outubro do ano passado, isso mudou em alguns casos. O Congresso Nacional aprovou uma lei que transfere da Justiça comum para a militar a responsabilidade para julgar os militares que cometerem homicídios durante operações militares. A lei foi batizada pelas entidades de direitos humanos como “licença para matar”. Apesar de já estar vigente, foi questionada no Supremo Tribunal Federal e, nos próximos meses, pode ser declarada inconstitucional.

Outros fantasmas

Antes mesmo de verbalizar sua preocupação com a questão jurídica do Rio, Villas Bôas já havia deixado claro que as diversas operações envolvendo militares poderiam ser inócuas. Uma reportagem do Congresso em Foco trouxe à tona declarações do general sobre o assunto. Em uma delas, disse que o uso de tropas na segurança pública era “desgastante, perigoso e inócuo”. No fim do ano passado, ele foi mais direto e usou sua conta no Twitter para esboçar seu desconforto: “Preocupa-me o constante emprego do @exercitooficial em ‘intervenções’ (GLO) nos Estados. Só no Rio Grande do Norte, as FA já foram usadas 3 X, em 18 meses. A segurança pública precisa ser tratada pelos Estados com prioridade ‘Zero’. Os números da violência corroboram as minhas palavras”. Nos últimos dois anos, o governo empregou as tropas em 18 operações de Garantia de Lei e Ordem (GLO). Nenhum balanço sobre essa atuação foi divulgado até o momento.

Agora, atropelado pela jogada política do Planalto no Rio, o esforço de Villas Bôas parece ser também tentar conter os danos à imagem da instituição, no centro da polêmica por causa do Rio. O general, prestes a se aposentar e enfrentando esclerose lateral amiotrófica, uma doença generativa agressiva, anunciou ter pedido ao Exército "uma campanha de esclarecimento junto à sociedade brasileira".

O movimento não é à toa. O fantasma da ditadura militar não apareceu apenas na citação da CNV. Já na sexta-feira, quando o presidente Michel Temer (MDB) assinou o decreto da intervenção, uma das principais buscas no Google era “intervenção militar”. Em algumas horas do dia apareceram entre as principais buscas termos como “intervenção federal” ou “AI-5” – o ato institucional de 1968 foi o mais severo da ditadura, suspendeu garantias constitucionais e fechou o Congresso Nacional.

Nesta terça, o Exército divulgou mensagem no Twitter diferenciando "intervenção federal" de "intervenção militar". Já o Comando Militar do Leste, dirigido pelo novo interventor do Rio, general Walter Braga Netto, também divulgou sua nota de esclarecimento: "O processo de intervenção está em fase inicial. A equipe que trabalhará diretamente com o interventor está sendo formada e será anunciada nos próximos dias. De igual modo, as primeiras ações serão divulgadas oportunamente. Salienta-se que a intervenção é federal; não é militar. A natureza militar do cargo, à qual se refere o decreto, deve-se unicamente ao fato de o interventor ser um oficial-general da ativa do Exército Brasileiro".

A intervenção federal do Rio terminou a terça-feira completamente ratificada pelo Congresso Nacional. Na madrugada, a Câmara aprovou o decreto de Temer. No fim da noite, foi a vez do Senado. Mas, enquanto os militares tentam se comunicar diretamente com o público e se queixam em privado sobre uma possível falta de amparo legal, as entidades da sociedade civil já se movimentam contra a intervenção. A Associação de Juízes para a Democracia emitiu uma nota de repúdio ao decreto de Temer. No documento, a entidade diz que o ato presidencial está “eivado de inconstitucionalidades”: “A natureza militar da intervenção, mal disfarçada no parágrafo único do art. 2º do decreto, além de inconstitucional, remete aos piores períodos da história brasileira, afrontado a democracia e o Estado de Direito.”

Publicado em Política
Página 1 de 4

Tapeçaria Maracanã

Programa de reconstrução capilar

 Revista Época

Anunciante Clements

© 2017 - Grupo Interativo Negócios | Jornal Sumaré | Jornal Interativo | Site Interativo

Rua Conceição, 233 - CEP 13.010-916 - Campinas/SP

Fones: (19) 3384-6388 / 99283-6239 Whatsapp

E-mail: contato@jornalsumare.com.br

 

Edições semanais com 5 mil exemplares distribuídos em 175 pontos em toda cidade,
Em supermercados, bancas de revistas e jornais e algumas empresas.