Um equipamento que aciona automaticamente a irrigação ao detectar baixa umidade no solo está sendo desenvolvido pela empresa Tecnicer. A tecnologia consegue reduzir o consumo de água e energia na lavoura em até 50%. O Sistema Automático de Controle de Irrigação (Saci) foi finalista da seleção Inovação para a Indústria 2017 do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) e está sendo desenvolvido com a participação da Universidade de São Paulo (USP) e da Embrapa Instrumentação (SP).

 

A peça-base para o desenvolvimento do sistema será o Igstat, sensor desenvolvido pela Embrapa e pela Tecnicer capaz de perceber as alterações de umidade do solo automaticamente. Patenteado no Brasil e nos Estados Unidos, o Igstat é um cilindro de sete centímetros de comprimento feito de material poroso que identifica a baixa umidade quando suas paredes permeáveis detectam a passagem de ar.

 

Ideal para agricultura de precisão

A ideia é sofisticar o invento com incrementos tecnológicos e dotá-lo de uma interface amigável para que possa atender a diferentes produtores e culturas. Os pesquisadores explicam que a economia será gerada porque o Saci acionará a irrigação somente nas áreas da plantação que precisam de água, em vez de irrigar toda a lavoura simultaneamente, como ocorre nos sistemas convencionais. Essa característica o torna ideal para ser empregado em fazendas que utilizam a agricultura de precisão.

 

O pesquisador da Embrapa Instrumentação Carlos Vaz explica que o Saci será mais preciso, detectará uma faixa mais extensa de tensão crítica (limiar de umidade do solo a partir do qual há necessidade de irrigação) e apresentará leituras mais confiáveis por não sofrer influência de salinidade do solo nem de temperatura. Vaz integrou a equipe de desenvolvimento do Igstat e será o responsável técnico da Embrapa no projeto do Saci.

 

“O objetivo é que o produto atenda a pequenos e grandes produtores que desenvolvem cultivo protegido irrigado, empresas de sistemas de irrigação que atuam com métodos de aspersão e localizado, além de agricultores em geral que adotam irrigação na lavoura,” afirma o cientista da Embrapa.

 

Incentivo à inovação

O projeto Saci foi aprovado no edital de Inovação para a Indústria 2017 do Senai, cujo resultado foi divulgado mês passado. A proposta é uma das 31 contempladas no terceiro ciclo, na categoria B, destinada a estimular o desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços inovadores em micro e pequenas empresas, startups de base tecnológica e microempreendedores individuais. A finalista tem agora 24 meses para apresentar um protótipo do sistema.

 

De acordo com o diretor da empresa, Luis Fernando Porto, o produto será versátil para atender às características de solo demandadas pelo mercado. “Usando o sensor Igstat desenvolvido pelo pesquisador da Embrapa Instrumentação, Adonai Gimenez Calbo, o sistema vai promover uma irrigação específica, de acordo com cada tipo de cultura, porque será produzido com várias tensões de água no solo e a partir de uma demanda de mercado”, conta ele, ressaltando que o apoio do Senai está sendo fundamental para o desenvolvimento da inovação.

O projeto envolve vários atores, de diferentes áreas do conhecimento, dos setores público e privado, para vencer em 24 meses os desafios tecnológicos de desenvolvimento do software e do hardware para automação da comunicação do sensor de irrigação com os demais componentes do sistema, como o reservatório de água.

Além do Senai, que está investindo recursos de R$ 400 mil no desenvolvimento do sistema, participam a Embrapa Instrumentação, a Faculdade de Zootecnica e Engenharia de Alimentos (FZEA) da Universidade de São Paulo (USP), em Pirassununga (SP), e a empresa de consultoria ambiental Genos.

A Embrapa Instrumentação vai avaliar a eficiência dos dispositivos sensores e do sistema de controle automático da irrigação em laboratório, comparando com outros sistemas disponíveis no mercado. O pesquisador Carlos Vaz acredita que a união de competências das instituições envolvidas no projeto possibilitará o desenvolvimento de um sistema de irrigação robusto, competitivo e inovador.

Para o supervisor de Inovação do Senai-SP, Ricardo de Oliveira Campos, não é apenas a subvenção para o desenvolvimento do desafio tecnológico que motiva as empresas. Há também benefícios intrínsecos aos projetos concluídos com sucesso, que ganham força ao serem apresentados a grandes investidores. “Ao passar pelo processo seletivo nacional, (os projetos) demonstram maturidade de conceito de negócio e também se destacam pela própria inovação em si, a qual se encontra em fase avançada de validação - protótipo ou planta-piloto ou, até mesmo, já inserida no mercado”, afirma.

Sistema armazena dados com facilidade

O Saci será composto de um sensor cerâmico de tensão de umidade do solo associado a componentes eletrônicos de automação sem fio, fonte de energia solar, rede elétrica ou bateria. Porto explica que a transmissão de dados poderá ser realizada por radiofrequência ou celular.

O aparelho terá resistência a umidade e choques, será de fácil manuseio e também reduzirá a lixiviação do solo e dos nutrientes e pesticidas, minimizando impactos ambientais e perdas econômicas. Além disso, vai facilitar a irrigação automatizada por não precisar de calibragens e permitir o armazenamento de dados sobre irrigação com facilidade.

Para a professora Tamara Maria Gomes, que integra a equipe da USP que vai realizar os experimentos em campo com o sensor, a expectativa é que o Saci apresente uma boa resposta na avaliação da umidade do solo e associe economia de água e energia com facilidade de manuseio.

Os experimentos serão realizados em ambiente protegido, em diferentes substratos e culturas, definidos dentro do grupo das hortaliças. Segundo a professora, as análises estarão voltadas para a resposta do sensor à umidade do solo e para o desenvolvimento das culturas, considerando a eficiência do uso da água, ou seja, a relação entre a produção e o consumo de água pela cultura, comparativamente com outros sensores comerciais.

“Na agricultura irrigada, o manejo da irrigação ainda é muito pouco adotado pelos produtores rurais. Há uma rejeição, muitas vezes pela dificuldade na operação de sensores e principalmente pela necessidade de manutenção e pela falta de acesso à gestão da informação. Com o Saci acreditamos que essa barreira possa ser facilmente transposta”, afirma.

Porto acredita que a tecnologia trará benefícios para a empresa, cadeia produtiva e para a sociedade, gerando impactos econômicos, ambientais e sociais, considerando o crescimento do agronegócio e o aumento da área irrigada no País.

Brasil deve aumentar sua área irrigada

O Plano para a Expansão, Aprimoramento e Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Irrigada no Brasil, anunciado em maio de 2016 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), prevê uma expansão da área irrigada do País de 6,2 milhões para 11,2 milhões, em dez anos, o que deve aumentar a produtividade de 3,4 toneladas para quatro toneladas por hectare e gerar até 7,5 milhões de empregos diretos e indiretos.

 

Inovação para a indústria

O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do Senai com a finalidade de elevar a competitividade industrial brasileira por meio do desenvolvimento de novas tecnologias. Os recursos aportados são de caráter não reembolsável para apoiar o desenvolvimento de produtos e processos da indústria nacional e destinam-se a projetos de inovação de caráter incremental, radical ou disruptivo que impactem a sociedade e a indústria brasileira, custeando, prioritariamente, horas técnicas e matéria-prima Senai São Paulo já contratou 66 projetos em parceria com 59 empresas e startups brasileiras de base tecnológica. Os investimentos de todos os participantes somam mais de R$ 37 milhões, desde o lançamento do edital em 2004. “A grande novidade em 2017 é o contrato firmado com o Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que disponibilizou até R$ 20 milhões para execução de projetos de microempreendedores individuais e micro e pequenas empresas”, informa Ricardo de Oliveira Campos, supervisor de Inovação do Senai-SP. Campos informa que o índice de projetos concluídos é de 98%.

 

Joana Silva (MTb 19.554/SP) 
Embrapa Instrumentação Agropecuária 
 
Telefone: (16) 2107-2901

 

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

 

 

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Multinacional estará presente na Feimec 2018

 

São Bernardo do Campo, abril de 2018 –  Entre os dias 24 a 28 de abril acontece a II edição da Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos (FEIMEC), no São Paulo Expo, localizado na rodovia dos Imigrantes. O evento se consolida como o mais importante e completo para a indústria de máquinas e equipamentos na América Latina.

 

A multinacional austríaca Fronius, líder em tecnologia nos setores atuantes (carregadores de bateria, energia solar e solda), estará presente com soluções modernas que prometem revolucionar o mercado. “Esperamos fechar grandes negócios neste evento. Nossa meta para o ano de 2018 é crescer 20% em solda. Será um grande desafio, mas nossa área de atuação é ampla e há grandes oportunidades para aumentarmos nossa participação no mercado. Nossas tecnologias atendem às necessidades do segmento metal mecânica, que abrangem o setor automobilístico, geração de energia, óleo e gás, açúcar e álcool, entre outros”, explica Cláudio Sá, gerente da Unidade de Negócios de Solda.

 

Sistema interativo

Ao visualizar a necessidade do mercado, através da Indústria 4.0, a Fronius traz o WeldCube (foto abaixo) - uma solução de software para gerenciamento de dados durante a operação de soldagem. Esta aplicação é baseada em navegador e permite que todos os dados relevantes em todos os dispositivos (design responsivo) sejam avaliados e analisados da maneira mais fácil possível. Uma solução para todo o portfólio de produtos da Fronius.

 

Flextrack 45 é ideal para operações universais.  Por ter um sistema compacto, suas aplicações podem ser tanto na horizontal como na vertical. Atende até três tipos trilhos e pode ser aplicado em indústrias onde são comuns diferentes tipos de superfícies combinando com qualquer configuração.  O processo de montagem/desmontagem é super-rápido e fácil. Para facilitar seu uso, o Flextrack 45 (foto acima) é manipulado somente por controle remoto.

 

O suporte magnético permite que o controle remoto possa ser fixado em qualquer superfície que seja magnética, até mesmo no próprio sistema móvel. Uma alteração não intencional dos parâmetros é minimizada graças a uma trava de segurança dos botões giratórios. Para prevenir quedas acidentais, o equipamento é protegido por duas alças de projeção que evitam que os botões entrem em contato com o solo.

 

Já com o novo sistema de soldagem TPS/i CMT, (foto ao lado) a líder em tecnologia Fronius combina as funções inteligentes da sua plataforma atual de aparelhos com as vantagens do processo de soldagem mais estável. O processo de soldagem CMT reduz visivelmente a aplicação de calor em comparação a outros métodos de soldagem MIG/MAG. O resultado é uma passagem de matéria prima livre de respingos e, assim, resultados ideais de soldagem. O processo oferece ainda mais vantagens na união de materiais diferentes, por exemplo, aço e alumínio, bem como em uniões de chapas finas. Em combinação com a fonte de solda inteligente TPS/i, surgem ainda áreas de aplicação mais abrangentes: diversas possibilidades de ajuste, por exemplo, permitem regular a aplicação de calor na soldagem de maneira mais precisa, bem como otimizar a capacidade de ponte e o perfil de queima.

 

Sobre a Fronius

Com mais de 70 anos de história, a Fronius é uma empresa austríaca, especializada em três unidades de negócios: Energia Solar, Tecnologia de Soldagem e Carregadores de Bateria, representada em 28 países. No Brasil, está presente há mais de 20 anos. Sua sede está localizada em Diadema (SP), com acesso fácil a grandes rodovias para atender o cliente com maior rapidez e com filiais e representantes em diversos estados, proporcionando atendimento a todas as unidades de negócios. A Fronius foi consagrada duas vezes pelo Congresso Brasileiro de Geração Distribuída. Em 2015, ganhou o prêmio de Empresa “Destaque” e em 2017 foi honrada como a Melhor Fabricante de Inversores Solares.

 

Fonte: LN Comunicação

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A tempestade geomagnética que se espera a partir de amanhã tem origem em estruturas chamadas "buracos coronais", que giram no eixo do Sol

 

Cidade do México – Uma corrente de vento solar chegará à Terra na quarta-feira, um fenômeno que pode afeta as telecomunicações e provocar efeitos naturais como auroras boreais, segundo informou a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

 

O diretor do Laboratório Nacional de Clima Espacial do Instituto de Geofísica da UNAM, Américo González Esparza, explicou que entre os dias 14 e 18 de março o planeta pode experimentar falhas nas telecomunicações por causa do vento solar de uma tempestade geomagnética de intensidade moderada que se originou no Sol há 27 dias.

 

A tempestade geomagnética que se espera a partir de amanhã tem origem em estruturas chamadas “buracos coronais”, que giram no eixo do Sol. Neste caso, a estrutura se formou há 27 dias, o tempo que demorou para chegar à Terra.

 

Desses buracos sai o vento solar, que também tem interações com o campo geomagnético do nosso planeta, produzindo fenômenos como as auroras boreais, assim como algumas alterações menores nas telecomunicações.

 

O especialista comparou o fenômeno a “um tremor de magnitude 4 ou 5”, ou seja, um evento comum que ocorre cerca de 300 vezes num ciclo solar (onze anos).

 

Esparza aproveitou para apontar que é preciso estar alerta pelas tempestades solares apesar da distância da última, que ocorreu há 160 anos e gerou grandes interrupções na comunicação telegráfica em uma época em não havia telefones celulares nem serviços de geolocalização.

 

“Foi conhecida como o evento Carrington e o próximo poderia ocorrer dentro de 50, 30 ou em dois anos, não sabemos. Em nível mundial, estes eventos servem para nos colocar de acordo na forma de atuar, em nível de nações”, comentou o especialista.

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Machismo, salários atrasados, históricos de corrupção e mais!

 

Nos últimos dias, uma nova rede social com muito potencial para substituir o Facebook fez barulho na internet. Sem anúncios e com feeds organizados em ordem cronológica, a Vero promete uma conexão mais real com os usuários. O app achegou a somar mais de 500 mil downloads nos primeiros dias de lançamento, mas novas descobertas sobre a empresa fizeram com que vários internautas abandonassem suas contas e pedissem o fim da plataforma.

 

Quem entra no site da Vero e procura os nomes dos funcionários da empresa, se depara com uma certa “curiosidade”: há apenas uma mulher no time. A designer Suraya Dodge é a única integrante feminina entre os 22 homens que comandam a equipe. Com esse cenário, fica bem difícil acreditar que a empresa ofereça um espaço igualitário e saudável para as mulheres. Será que a voz de Suraya é realmente ouvida durante as reuniões?

 

Além disso, um dos rostos por trás da Vero tem um histórico polêmico, que só agora veio à tona. Ayman Hariri, fundador e CEO da rede social, é um bilionário libanês que também foi vice-presidente executivo da Saudi Oger, uma antiga empresa de construção civil que pertencia à família. O pai dele, Rafic Al Hariri, foi o Primeiro-Ministro do Líbano e se envolveu em diversos escândalos de corrupção durante os anos em que assumiu o cargo. Rafic acabou sendo assassinado em uma explosão de um carro-bomba, em 2005.

 

Na época em que Ayman estava na administração, a Saudi Oger recebeu mais de 31 mil denúncias de funcionários que não recebiam seus salários. Esses trabalhadores eram forçados a viver em acampamentos superlotados e muitos deles afirmaram que alimentos, água e cuidados médicos foram negados pela empresa.

A situação ficou tão crítica que o governo da Arábia Saudita decidiu fornecer cestas básicas e outros suprimentos necessários para os empregados, que vinham de regiões pobres e não conseguiam sustentar as famílias sem o dinheiro. Ainda sem pagar as dívidas, a Saudi Oger decretou falência em setembro de 2017.

Até então, nem Ayman nem a empresa se pronunciaram sobre as polêmicas. Na internet, a hashtag #DeleteVero pede para que as pessoas excluam a rede sociale não deem lucro para uma empresa e um empresário machistas.

Nem chegou e já flopou? Parece que sim. E merecidamente, não?

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Lançada em 2015, app começa a ganhar popularidade entre os brasileiros e oferece logins gratuitos

 

Talvez você não saiba, mas seus amigos mais cults podem fazer parte de uma nova rede social. Com discurso anti-Facebook, design diferentão e sem anúncios, a Vero começa a se popularizar e finalmente chega ao Brasil.  Segundo dados da empresa, a plataforma já ultrapassou a marca de 1 milhão de usuários.

 

A promessa da nova rede social é se distanciar das demais pela ausência de algoritmo e de monetização por meio de propagandas.

Lançada em 2015, após cinco anos de ajustes e testes, a Vero tem como slogan "True Social" e promete conexões mais inteligentes, aos moldes da Hello, rede social criada pelo mesmo fundador do Orkut e que provocou mais frenezi no meio digital do que angariou usuários.

Para criar um login na Vero é preciso informar nome, e-mail e celular. Após validar um código recebido por SMS, é possível editar o seu perfil, inserindo uma foto e um texto de biografia. A partir daí, você está apto a procurar amigos e fazer conexões. 

 

Além de mostrar tudo que é publicado, já que segue uma ordem cronológica, a rede social também permite comprar produtos e ouvir músicas sem precisar mudar de aplicativo. Também há espaço para criação de coleções e um chat. Além do canal de conversas, a interação acontece de outras duas formas: você pode seguir alguém, e assim visualizar as suas publicações ou criar conexões com usuários, o que permite acesso ao perfil completo da pessoa. 

As publicações são segmentadas por foto, link, música, filme/TV, livro ou lugar e podem ser direcionadas para amigos, amigos próximos, conhecidos ou seguidores. 

A plataforma não tem versão desktop, apenas app e com idioma somente em inglês. O aplicativo da Vero está disponível para quem usa os sistemas operacionais Android e iOS.

 

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JAC mostrou na China o A50 iEV, versão elétrica do sedã J5 que promete 500 km de autonomia

 

A JAC Motors mostrou na China as primeiras imagens da versão elétrica do sedã J5. O modelo, que lá é chamado de A50, ganhou sua variante elétrica, a iEV A50.

 

Uma das estreias no Salão de Pequim, em abril, o modelo tem autonomia estimada em 500 km. Equipado com baterias de íons de lítio de 60 kWh, espera que faça 400 km em condições normais de uso.

Haverá uma versão mais barata, com baterias de 47 kWh, cuja autonomia, em ciclo de teste, será de 330 km com uma única carga. Com um sistema de recarga rápida, ele pode chegar a 80% da capacidade em 1,5 hora.

O motor elétrico fica alojado no eixo dianteiro e tem o equivalente a 150 cv de potência. Com ele, o J5 elétrico pode chegar a velocidade máxima de 150 km/h.

DIFERENÇAS

Em relação ao J5 convencional, por fora as diferenças são os para-choques dianteiro e traseiro com entradas e saídas de ar falsas nas extremidades e a grade fechada. No centro dela, fica a entrada para a recarga das baterias.

Por dentro, o painel de instrumentos é todo virtual, com dados de carga da bateria em forma de barras. O freio de estacionamento passa a ser elétrico e o console central traz uma tela vertical, ao estilo Tesla, para a central multimídia.

 

Fonte: Estadão

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Recentemente, um novo teste de Facebook viralizou na rede social. Trata-se do aplicativo que usa uma foto do usuário para mostrar como ele seria se fosse do gênero oposto. Se você frequenta a plataforma, já deve ter visto algum de seus amigos compartilhando os resultados desse teste, que são bastante impressionantes.

Esse recurso está disponível no site Kueez, que converte as imagens usando a tecnologia de um aplicativo que já foi alvo de bastante polêmica no passado, o FaceApp.

Para transformar seu rosto, o sistema analisa a sua foto de perfil no Facebook e, através de uma inteligência artificial, identifica os fatores marcantes da sua face para misturá-los com as características típicas do gênero oposto ao seu. Assim, a máquina é capaz de criar a imagem de um rosto novo.

No entanto, como aponta o Olhar Digital, a política de privacidade do site Kueez deixa em aberto uma pergunta bastante pertinente: vale a pena fazer esse teste só pela curiosidade? Você colocaria em risco seus dados pessoais apenas para fazer parte da viralização?

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A Google anunciou que seu navegador, o Chrome, começará a bloquear anúncios intrusivos e indesejáveis a partir desta quinta-feira (15). A mudança segue um anúncio feito em meados do ano passado e mira, principalmente, as propagandas pop-up ou que cobrem toda a tela, bem como os vídeos que são executados automaticamente e com áudio.

O filtro deve ser habilitado por meio de uma atualização para a plataforma, bloqueando os formatos de propagandas considerados mais indesejáveis pelos usuários de acordo com uma pesquisa feita pela “Coalizão para Anúncios Melhores”, da qual a própria Google faz parte, ao lado de outras companhias. São eles:

  • Anúncios pop-ups, abertos após um clique do usuário em links;
  • Vídeos que são reproduzidos automaticamente e com som;
  • Propagandas que encobrem toda a tela ou uma boa parte delas;
  • Anúncios que exibem contadores, exigindo que o usuário aguarde um tempo determinado antes de ser possível fechá-los;
  • Animações com cores fortes ou piscantes.

Além disso, a Google quer fechar o cerco sobre páginas que apresentem uma grande quantidade de propagandas. O limite de densidade é de 30%, com sites que exibirem mais do que essa proporção entre anúncios e conteúdo também tendo tais elementos bloqueados para exibição.

 

Como acontece hoje com pop-ups tradicionais ou elementos perigosos, o Chrome informará aos usuários – tanto no celular quanto no desktop – quando um bloqueio do tipo ocorrer. Sendo assim, cabe a cada utilizador seguir em frente com as configurações padronizadas, ou então tomar atitudes pontuais com relação a certos sites, permitindo a exibição de anúncios em domínios específicos, ou liberando de forma generalizada uma determinada modalidade.

A avaliação das páginas será realizada a partir de um sistema desenvolvido pela própria Google. Por meio dele, os sites receberão uma graduação entre positiva, média ou negativa. No segundo caso, os responsáveis serão alertados sobre a presença de anúncios irregulares, que podem ou não serem bloqueados, enquanto os que não passarem no teste já estarão diretamente na lista negra.

Quando uma página é acessada, o Chrome consultará seu banco de dados. Caso não encontre o domínio utilizado, a página será comparada com aquelas que fazem parte da lista de negativados, de forma a encontrar ocorrências em comum. Caso sejam detectadas, os anúncios serão bloqueados, com o usuário sempre sendo informado sobre isso.

 

As mudanças que serão aplicadas nesta semana dão continuidade a um longo período de adaptação para administradores de páginas. Desde o ano passado eles vêm sendo alertados sobre a questão e incentivados a adotarem melhores práticas, de forma a não terem suas rendas afetadas pelas restrições. Agora é para valer, mas os responsáveis, claro, continuam plenamente capazes de realizarem as mudanças necessárias para não terem seus comerciais bloqueados.

Os períodos de adequação também permanecem. A partir de agora, os sites que forem categorizados como intermediários terão 30 dias para realizarem as mudanças previstas nas melhores práticas da Google, tendo as propagandas bloqueadas apenas caso sejam reincidentes. De acordo com a empresa, antes mesmo da aplicação das medidas, 42% dos sites identificados como irregulares tomaram ações para garantir uma navegação mais segura e agradável para seus usuários.

O objetivo final da Google é claro: evitar a instalação de bloqueadores de anúncios pelos usuários. Ao integrar sistemas de proteção contra propagandas intrusivas em seu navegador, a empresa deseja melhorar a experiência dos usuários na mesma medida em que protege a renda dos veículos e também a própria, uma vez que essa é uma de suas principais áreas de atuação e faturamento. Para a gigante, as pessoas não odeiam comerciais, mas sim apenas aqueles que atrapalham a navegação. Agora, ela toma uma atitude para atender aos dois interesses.

Fonte: Google

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Usuário poderia conversar com três ou mais amigos, com direito a áudio e vídeo.

 

WhatsApp deve ganhar chamadas em vídeos com três ou mais pessoas num futuro breve. Por enquanto, cada usuário só pode se conectar por vídeo com mais uma pessoa. De acordo com o site WABetaInfo, especializado em vazar informações sobre o mensageiro, há pistas a respeito deste recurso no WhatsApp Beta (versão 2.17.443), disponível para Android.

 

Em postagens anteriores, a página já havia publicado outras evidências sobre a função. Lembrando o principal recurso do Skype, a novidade divulgada nesta semana pode ser útil para pequenas e médias empresas em busca de ferramentas de videoconferência.

 

Ao tentar alternar entre chamadas de voz e de vídeo na conversa, o site WABetaInfo confirmou o recurso de chamadas de vídeo em grupo para Android. A mensagem de erro entrega a nova função: “Não foi possível alternar entre chamadas de voz e vídeo porque o recurso não está disponível em chamadas de grupo".

Além das chamadas em grupo, outros recursos podem chegar com o update mais recente. Na versão para Android, será possível desativar a opção de mostrar todos os contatos, incluindo ocultos.

 
Contatos ocultos podem sumir da lista do WhatsApp (Foto: Divulgação / WaBetaInfo)Contatos ocultos podem sumir da lista do WhatsApp (Foto: Divulgação / WaBetaInfo)

Contatos ocultos podem sumir da lista do WhatsApp (Foto: Divulgação / WaBetaInfo)

 

Outra possível novidade são os adesivos, semelhantes aos encontrados no Facebook para iOS (iPhone) e Android. A atualização também pode contar com o WhatsApp Pagamentos, uma função que permite enviar e receber dinheiro por meio do UPI, sistema de pagamento interbancos que é certificado pelo governo indiano.

 
Pagamentos via WhatsApp podem chegar em futura atualização (Foto: Divulgação / WaBetaInfo)Pagamentos via WhatsApp podem chegar em futura atualização (Foto: Divulgação / WaBetaInfo)

Pagamentos via WhatsApp podem chegar em futura atualização (Foto: Divulgação / WaBetaInfo)

Com informações: WABetaInfo

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Acabou a vida fácil da dupla Chevrolet Prisma/Cobalt e do Hyunday HB20S. Tampouco o novíssimo Volkswagen Virtus nadará de braçadas no mar calmo dos sedãs compactos. A Fiat também chegou para invadir essa praia. De olho num mercado que representa cerca de 15% das vendas de automóveis de passeio, o novíssimo Cronos estreia em grande estilo na Argentina e pretende desfilar sua beleza perante os consumidores dos sedãs mais acessíveis do que os caríssimos Toyota Corolla, Honda Civic e Chevrolet Cruze. Apesar de ser irmão gêmeo do Fiat Argo (projeto X6H), o Cronos (projeto X6S) teve um desenvolvimento específico e conseguiu melhorar alguns aspectos vistos no modelo hatchback.

 

O Fiat Cronos foi apresentado em Córdoba, Argentina, onde é produzido em sistema de grande automação e sob um rigoroso controle de qualidade. Nossas primeiras impressões com o carro foram no circuito de provas do preparador Oreste Berta – um ícone do automobilismo sul-americano – e nas estradas do entorno, a bordo de um Cronos Precision 1.8, topo de linha com câmbio automático de seis marchas. E não foi por acaso. O grande propósito do Cronos – cumprido com mérito – é modificar a percepção de que um sedã tem que ser careta, xoxo e molenga. Para isso, o carro foi cuidadosamente projetado e desenvolvido para oferecer o máximo de prazer ao volante que um sedã compacto pode oferecer ao motorista, dentro dos parâmetros permitidos pelo já ultrapassado motor 1.8 da Fiat.

 

No circuito de provas de Berta pudemos avaliar o handling superior do Cronos em relação aos dois sedãs compactos mais vendidos do mercado, o Prisma e o HB20S, além do Toyota Etios. O segredo da boa dinâmica do Cronos está no trabalho da suspensão traseira semi-independente.

Ela recebeu um eixo de torção mais robusto e com geometria variável, diferente da suspensão do Argo. Afinal, por ser um sedã, com um grande porta-malas de 525 litros, espera-se que o Cronos rode com bastante peso atrás nas mal afamadas estradas brasileiras. A suspensão dianteira, do tipo MacPherson, é a mesma do Argo, porém com ajuste específico para o Cronos.

Sob o comando de Claudio Demaria, a engenharia da Fiat optou pela suspensão com uma nova geometria na traseira para permitir a variação da convergência, do câmber e do cáster das rodas sem prejudicar o conforto. Desde o nascimento do projeto X6S, a Fiat optou por não aumentar o entre-eixos do carro em relação ao Argo (2,521 m), para não encarecer o produto, mas ainda assim o Cronos é 360 mm mais comprido. Para assentar o carro na pista, as bitolas (distância entre as rodas do mesmo eixo) foram aumentadas em 2 mm na frente e 4 mm atrás. Ainda que o grande público não se interesse por esses detalhes técnicos, foram eles que deixa-ram o Cronos muito bom de guiar – você senta no carro e tem vontade de continuar ao volante por mais tempo.

Embora compartilhe a mesma plataforma modular com o Argo, o Cronos tem 70% de componentes novos ou modificados em seu projeto. Além dos 9% de aumento no comprimento do veículo, que exigiu algumas peças diferentes, também houve uma ligeira modificação estética no capô, tornando o carro um tantinho mais esportivo. No final, o Cronos ficou com 4,364 m de comprimento. Por meio de pesquisas, a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) identificou que muitos jovens estão preferindo comprar sedãs para fugir da mesmice provocada pela corrida aos SUVs. Porém, entre o compromisso de dar ao Cronos uma característica esportiva ou familiar, prevaleceu a segunda, claro. Dessa forma, o Cronos tem uma posição de dirigir elevada, o que agrada especialmente ao público feminino, mas desagrada aos jovens. Não é possível rebaixar o banco para deixar o volante na altura do peito.

 

Para quem está ao volante, a leitura dos instrumentos é bastante intuitiva (a FCA utilizou um simulador que mede até o movimento dos olhos do motorista durante certas situações). “Quanto menos os olhos se desviam, mais segura é a condução”, explica Demaria. Por causa disso, assim como no Argo, os principais instrumentos do Cronos ficam na mesma altura, fazendo com que os olhos se movimentem mais para os lados e não em todas as direções. Uma pequena saliência no painel dá um toque de diferença em relação ao Argo – o resto é exatamente igual.

 

Manter o mesmo entre-eixos, sob a argumentação de que encareceria o projeto e “prejudicaria a entrada e saída de rampas”, não fez diferença no espaço para os passageiros de trás. Porém, o mesmo não se pode dizer de quem vai à frente, pois, dependendo da distância do banco, pessoas com mais de 1,80 m vão bater o joelho esquerdo no console central e o direito no console da porta. Menos mal que existe uma grande profundidade no habitáculo, de forma que dá para esticar totalmente as pernas, na posição do passageiro. Segundo a Fiat, a distância de 1,770 m entre os pés do passageiro da frente e o quadril do passageiro de trás dão ao Crono um espaço maior do que o a maioria dos rivais (mas não do VW Virtus). Já o espaço lateral também é bom. O Cronos mede 1,726 m de largura e oferece 1,436 m de cotovelo a cotovelo, com três pessoas na traseira.

 

Para além do bom comportamento dinâmico, o Fiat Cronos recebeu especial atenção no conforto acústico e no ar-condicionado. Dá para conversar tranquilamente dentro do carro a 120 km/h (com o ponteiro do velocímetro na marca de 2.500 rpm) e na parte central do painel existem três saídas de ar com movimentação de 360º, posicionadas mais no alto, como nos modelos da Mercedes-Benz. Então tudo é bom no Cronos? Nem tanto. Apesar do bom resultado conseguido nesse caso, o projeto X6S certamente brilharia muito mais se não fosse dependente do motor E-torQ 1.8, que ainda utiliza comando simples e é mais pesado do que os mais modernos. Apesar de ele já utilizar o VIS (sistema variável na entrada), faltam-lhe alguns recursos quase obrigatórios atualmente em carros de nível médio para cima. Sem dúvida, o Cronos ficaria muito mais atraente para o consumidor se contasse, nas versões topo de linha, com um bloco leve, duplo comando de válvulas, injeção direta e – por que não? – turbocompressor.

 

Em algum momento a FCA terá de lançar um novo motor, pois essa família E-torQ já prejudica o peso, o ruído interno e, especialmente, a relação entre potência e consumo de seus modelos. Em compensação, tanto o câmbio automático de seis velocidades quanto o manual de 5 marchas, que já experimentamos no Argo, dão conta do recado. Como o Cronos pesa apenas 10 kg a mais do que o Argo, não deve fazer muita diferença na configuração MT5. Para ter um carro mais eficiente, a opção é recorrer ao Cronos 1.3, que pode ser manual de cinco marchas ou GSR (automatizado de embreagem simples com comandos digitais). Mas, nesse caso, haverá a perda de vários itens de conforto, conveniência e segurança (veja texto sobre as versões 1.3 ao final da reportagem).

 

Ao contrário do Argo, o Fiat Cronos tem apenas quatro versões (duas Drive 1.3 e duas Precision 1.8). Na versão topo de linha AT6, que avaliamos na Argentina, o carro vem com central multimídia com tela tátil de 7” e botões redundantes, volante multifuncional de couro, dois isofix para cadeirinhas de bebê, direção elétrica, quadro de instrumentos digital com tela de 3,5”, faróis de LED, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina, volante com regulagem de altura e profundidade, paddle shifts, piloto automático, rodas de liga leve de 16” (pneus 195/55), controle de tração/estabilidade e assistente de partida em rampas.

 

Itens como rodas de 17” (pneus 205/45), câmera de ré e airbags laterais são opcionais. Esse é outro ponto desfavorável ao Cronos, pois a ausência de airbags laterais o impedem de tirar nota 5 no teste de impacto do Latin NCAP. E isso é uma coisa que o VW Virtus e o Toyota Yaris têm. Segundo o diretor de Brand Fiat, Herlander Zola, “tudo que se refere ao aspecto de segurança ainda não é uma decisão de compra do consumidor brasileiro”, por isso o Cronos não tem airbags laterais nas versões 1.8 nem controles de tração/estabilidade nas versões 1.3. Faz sentido. Afinal, mesmo sem ter conseguido uma única estrela no crash test do Latin NCAP, o Chevrolet Onix é líder disparado de vendas no Brasil. Zola afirmou que, sob o aspecto técnico, o Cronos está preparado para ter os itens necessários para tirar a nota máxima no Latin NCAP. Demaria, por seu lado, disse que garante a segurança estrutural do carro, pois o mesmo passou por vários testes de impacto na Inglaterra e na Itália.

 

No final das contas, o Cronos parece ser um carro ainda melhor do que o Argo, que está crescendo bastante no mercado. Mais bonito ele é – o que não é fácil para um sedã. É bem provável que o designer Peter Fassbender seja elogiado no futuro pelo fato de o Cronos ter inaugurado uma nova era para os carros de três volumes da Fiat – afinal, Cronos, na mitologia grega, é o deus do tempo. O Cronos começa a ser vendido em fevereiro em oito cores (a novidade é o vermelho marsala) com as seguintes versões e preços estimados*: Drive 1.3 MT5 (R$ 57.990), Drive 1.3 GSR (R$ 63.990), Precision 1.8 MT5 (R$ 66.290) e Precision 1.8 AT6 (R$ 72.290).

 

 

 

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