Impacto social virou estratégia de lucro
A Nike viveu algo parecido quando colocou Colin Kaepernick no centro de uma campanha sobre racismo e liberdade de expressão. A ação gerou críticas e polarização, mas também aumentou a visibilidade, engajamento e vendas.
E isso revela algo importante sobre o comportamento contemporâneo:
As marcas estão sendo observadas o tempo inteiro. Não apenas pelo que vendem, mas pelo que representam, apoiam, silenciam ou escolhem comunicar.
A recente repercussão envolvendo a Havaianas reforça isso. Em poucos dias, a campanha gerou debates, críticas, apoio e forte mobilização digital. Independentemente da opinião de cada pessoa, o episódio evidencia uma realidade incontornável: empresas já não disputam apenas mercado. Disputam narrativa, percepção e relevância cultural.
“Segundo levantamento da Edelman, mais de 60% dos consumidores compram ou boicotam marcas com base em posicionamentos sociais e políticos.”
Neutralidade absoluta já não parece uma estratégia tão segura.
Share this content:



Publicar comentário