Cimed quer transformar Time Square em ‘mar amarelo’ na Copa
Mas, se os pais incentivarem os filhos a torcerem de uma maneira diferente, isso pode voltar. Vestir a camisa da seleção como uma nação é muito forte. Através das redes sociais, a gente vai tentar puxar essa onda. Decorar a casa, vestir a camisa, reunir a família para cantar o hino. Isso cria um Brasil diferente.
Como funciona essa estratégia com influenciadores e com a sua família participando da narrativa da Copa?
Nas minhas redes, eu falo muito sobre empreendedorismo, criação de marca e família. Então fomos em busca de trazer pessoas que conversem com públicos diferentes. Quando o Jon Vlogs vem, ele navega em um público. Quando o Toguro vem, é outro público. Quando a gente vai para programas de TV, alcança outro. Quando conecta tudo isso, a força é gigantesca. Minha família toda estará no Mundial.
Além disso, a gente tem um calendário inteiro de ações: tivemos a convocação, teremos a apresentação na Granja Comary, amistosos, a chegada aos Estados Unidos. E a cereja do bolo vai ser uma ação na Times Square, em Nova York.
Nós vamos pintar todos aqueles painéis de amarelo. Queremos reunir os brasileiros vestidos de amarelo. A ideia é mostrar a força da torcida brasileira nos Estados Unidos.
Depois disso, vamos narrar tudo em tempo real. Influenciadores viajando de trailer, lives, bastidores da seleção, participação das famílias dos jogadores. Quanto mais a gente conseguir colocar o Brasil lá em cima, mais a força da Cimed aparece junto.
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