A força do euro também prejudicou a receita da empresa. A moeda reduziu o faturamento da grife em 290 milhões de euros, o que levou a uma queda de 1% nas vendas totais relatadas.
A Europa e a Ásia também sofreram com a redução do turismo. As vendas na França caíram 2,8%, enquanto o faturamento na Ásia cresceu apenas 3,5% por causa de interrupções em viagens aéreas. A exceção foram os Estados Unidos, com alta de 17,2%.
Impacto do conflito no setor de luxo
Investidores esperavam uma recuperação do mercado de luxo neste ano, mas a guerra frustrou as expectativas. O conflito elevou os preços de energia e afetou a confiança dos consumidores em todo o mundo.
A Hermès costuma resistir melhor a crises no setor por controlar sua produção e exclusividade. No entanto, a empresa não conseguiu escapar dos efeitos colaterais da guerra no turismo e no consumo global.
Guerra no Irã faz vendas da gigante de luxo LVMH caírem 1%. A guerra no Irã também impactou as vendas globais da gigante francesa de luxo LVMH, que caíram pelo menos 1% no primeiro trimestre. O conglomerado controla marcas como Louis Vuitton, Dior e Bulgari.
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