Banco fechou o trimestre com R$ 2,6 trilhões em ativos e R$ 194,9 bilhões de patrimônio líquido. Os ativos cresceram 7,6%% em um ano e 6,3% em três meses, enquanto o patrimônio líquido subiu 5,8% em 12 meses.
Carteira de crédito cresceu 2,2% em um ano e chegou a R$ 1,3 trilhão. A alta foi puxada pela expansão de 7,8% na carteira de pessoas físicas em um ano em razão do setor de crédito consignado, com destaque para a linha “Crédito ao Trabalhador”, lançada em março do ano passado.
Inadimplência acima de 90 dias terminou o trimestre em 5,05%. O indicador subiu 1,41 ponto porcentual em um ano e caiu 0,12 ponto em três meses.
Margem financeira foi de R$ 27,4 bilhões, com alta de 14,8% em um ano e queda de 1,3% em três meses. A margem com clientes somou R$ 22,9 bilhões, queda de 6,9% em relação ao mesmo intervalo de 2025 e de 6,1 em comparação com o quatro trimestre do ano passado. O resultado da tesouraria ficou em R$ 8,85 bilhões, alta de 23% em um ano e queda de 12,8% em três meses.
Receita com serviços chegou a R$ 8,8 bilhões, e avançou 5,5% em um ano, mas queda de 0,2 em três meses. A linha de administração de fundos somou R$ 2,7 bilhões no trimestre, com crescimento de 8,6% na comparação anual e de 0,4% em comparação com o último trimestre do ano passado.
Lucro caiu 45% em 2025
O BB informou lucro líquido ajustado de R$ 20,7 bilhões em 2025. O resultado representou queda de 45% em relação ao mesmo período de 2024 e recuo de 40% na comparação com o quarto trimestre de 2024.
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