Mais uma pessoa morreu de dengue na cidade de São Paulo, segundo boletim epidemiológico de arboviroses da Secretaria Municipal da Saúde. Trata-se de um homem de 69 anos, morador da Mooca, zona leste da capital paulista.
Os sintomas do idoso tiveram início em 7 de fevereiro. Ele foi atendido em hospital privado e morreu cinco dias depois.
Na região onde ocorreu a morte foram realizadas ações de bloqueios de criadouros e de nebulização em fevereiro, de acordo com a pasta.
Até 26 de março, na cidade de São Paulo, foram contabilizados 17.329 casos de dengue. No mesmo período do ano passado, a capital registrou 89.153 casos confirmados e 33 óbitos. Os dados são provisórios.
Em relação a 2024, as infecções tiveram redução de 80,5% na capital; nas mortes, queda foi de 93,9%.
Março registrou o maior número de casos, com 7.929. Em relação a fevereiro, que teve 6.187, o número de casos da doença cresceu 28,1%.
Até o momento, 2 dos 96 distritos de São Paulo são epidêmicos para a dengue: Jardim Ângela e Capão Redondo, na zona sul. Perus, na região norte, deve ser o próximo a registrar epidemia pela doença. Quanto aos casos, os dois locais também são os primeiros do ranking, com 1.341 e 1.010, respectivamente.
O primeiro óbito, no dia 30 de janeiro, foi de uma menina de 11 anos, moradora da região de Ermelino Matarazzo, na zona leste. A criança tinha histórico de anemia falciforme e asma. Não há registro, ao menos até 31 de dezembro de 2024, de que a jovem tenha se vacinado na rede pública.
A Secretaria da Saúde investiga se outras 71 mortes foram causados pela dengue.
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