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Como a fusão entre Rede D’Or e Fleury pode redesenhar saúde privada no país

Como a fusão entre Rede D'Or e Fleury pode redesenhar saúde privada no país


A Rede D’Or São Luiz fechou o ano passado como a maior operadora de hospitais privados do Brasil, com 75 unidades próprias em funcionamento e quase 10 mil leitos operacionais. Desde a incorporação da SulAmérica em 2022, o grupo passou a operar também como seguradora de saúde, ampliando ainda mais sua atuação no setor. No consolidado de 2024, a Rede D’Or alcançou uma receita operacional de R$ 50,6 bilhões, com lucro líquido de R$ 3,93 bilhões.

O Grupo Fleury mantém uma posição de liderança no setor de medicina diagnóstica no Brasil, com uma estratégia de crescimento sustentada tanto por expansão orgânica quanto por aquisições relevantes.

Após a fusão com o Instituto Hermes Pardini em 2023, a companhia consolidou sua escala e passou a operar com receita líquida combinada de R$ 7,8 bilhões nos 12 meses encerrados em março de 2025. Essa expansão foi reforçada por novas aquisições, como os grupos São Lucas, Confiança e Hemolab, totalizando cerca de R$ 240 milhões em investimentos adicionais. O grupo atua em 14 estados e no Distrito Federal.

Por causa da antecipação da movimentação, a Rede D’Or divulgou um fato relevante em que afirma estar “permanentemente avaliando oportunidades de expansão” e que isso pode incluir aquisições ou combinações com outras empresas do setor. No entanto, destacou que não há decisão, proposta ou documento celebrado envolvendo a Fleury ou seus acionistas.

O Fleury, em fato relevante separado, declarou praticamente a mesma coisa: que “analisa constantemente as condições de mercado, à luz de seus planos de investimento”, mas reforçou que “não há qualquer decisão da administração, tampouco compromissos ou documentos celebrados com a Rede D’Or”.



Fonte: UOL

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