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Dólar cai a R$ 5,02, mas Bolsa sobe após crime ser enquadrado como terrorismo

Dólar cai a R$ 5,02, mas Bolsa sobe após crime ser enquadrado como terrorismo


O diferencial de juros [em relação à taxa dos EUA] continua favorecendo o real no acumulado do ano, mantendo o Brasil entre os principais destinos para operações de carry trade [quando investidores preferem transferir investimentos de países ricos para economias com juros mais altos].
Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora

Ibovespa abre junho em baixa. Já o índice com as ações mais negociadas do Brasil marcou 172.197 pontos, queda de 0,91%.

Bolsa vem registrando perdas mensais. Após recuar 0,7% em março, o Ibovespa recuou 7,2% em maio. As idas e vindas nas negociações para encerrar a guerra no Oriente Médio mantiveram o preço do petróleo elevado, ampliando o risco de maior inflação no mundo e interrompendo a queda de juros nas principais economias no mundo. “A correção do Ibovespa ocorreu em meio à retirada de capital estrangeiro, realização de lucros e aumento das preocupações com o cenário internacional”, diz Einar Rivero, CEO da Elos Ayta.

O risco de interrupções no Estreito de Hormuz elevou a volatilidade dos mercados e a incerteza sobre inflação, crescimento econômico e política monetária no mundo. Ao mesmo tempo, o ambiente político brasileiro ganhou novos elementos de instabilidade, ampliando movimentos de correção nos ativos domésticos.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta

Petróleo e inflação em alta

Petróleo abre junho em alta firme. Com a guerra dos EUA e Israel contra Irã e Líbano entrando no quarto mês, o fornecimento da principal fonte de energia da economia mundial continua incerto. O contrato futuro do petróleo tipo Brent —referência no mundo— com vencimento em agosto subiu 4,24%, para US$ 94,98. Já o o petróleo WTI, referência nos EUA, para julho fechou em alta de 5,49%, a US$ 92,16 o barril.



Fonte: UOL

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