Alckmin, Bolsonaro, Marina, Ciro, Boulos, Meirelles, Álvaro Dias e Cabo Daciolo estão confirmados

 

Os principais candidatos à Presidência da República se encontram pela primeira vez na noite de hoje para debater propostas e ideias para o país. Confirmaram presença no debate da Rede Bandeirantes os candidatos Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (Psol), Henrique Meirelles (MDB) e Ciro Gomes (PDT). O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – nome confirmado pelo PT como candidato mesmo estando preso – ainda briga na Justiça para participar do encontro.

 

Nessa quarta-feira, os advogados da campanha petistas entraram com um recurso contra a decisão da juíza Bianca Arenhart, do Tribunal Regional Federal da 4º Região (TRF-4), que negou o pedido para que o ex-presidente Lula participe do debate. No mandado de segurança, a equipe do ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão disse que a execução provisória da pena “não pode ter o condão de  cassar ou suspender os direitos políticos, ou mesmo sua liberdade de expressão e de comunicação”,  do petista, que foi aclamado candidato do partido na convenção nacional, em 4 de agosto.

 

O petista foi condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão no caso do triplex do Guarujá e está preso desde abril, em Curitiba. Na segunda-feira, ao negar o pedido da defesa de Lula, a juíza Bianca alegou questões processuais e disse entender que o PT não tem legitimidade para fazer o pedido em nome do ex-presidente.

O novo recurso foi encaminhado ao presidente do TRF-4, Carlos Eduardo Thompson Flores. No pedido, os advogados insistem em que Lula participe do debate, nem que seja através de vídeos gravados de dentro da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

Enquanto Lula tenta entrar no primeiro debate por medida judicial, o candidato a vice-presidente na chapa petista, Fernando Haddad, afirmou ontem que pretende fazer um debate paralelo ao que será transmitido na noite de hoje. Ao lado da deputada estadual Manuela D’Ávila (PCdoB), Haddad quer comentar e responder aos temas do debate por meio das redes sociais e com uso de um telão.

 

Ausências O candidato do Partido Novo, João Amoedo, também disse ontem que sua equipe avalia entrar na Justiça para que ele possa participar dos debates eleitorais na televisão. “Estamos avaliando. A gente gostaria de já participar deste debate nesta quinta (hoje). Entendemos que temos uma proposta diferente e o primeiro colocado nas pesquisas hoje são os 60% da população que não sabe em quem votar”, disse o candidato.

A lei determina que apenas os candidatos de partidos ou coligações que tenham no mínimo cinco representantes no Congresso podem participar de debates na TV. Criado em 2016, o Novo não tem nenhum parlamentar no Congresso. Além de Amoedo, não participam do debate da Band os candidatos José Maria Eymael (DC), Vera Lúcia (PSTU) e João Goulart Filho (PPL).

 

Regras Para o debate desta noite, ficou definido, após sorteio, que no primeiro bloco o candidato do Psol, Guilherme Boulos, vai abrir o debate escolhendo para quem fará a primeira pergunta, e o candidato do MDB, Henrique Meirelles, fará a última pergunta. No segundo e quarto blocos do debate, os candidatos responderão às perguntas de jornalistas. No terceiro bloco eles voltam a trocar perguntas e no último bloco fazem as considerações finais.

 

Artigo do Portal www.em.com.br

 

 

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Coordenador estadual do MBL (Movimento Brasil Livre), Ronald Tanimoto se filiou ao Podemos. O arquiteto ainda se lançou como pré-candidato a deputado estadual pelo partido.



Tanimoto recebeu convites para participar do MBL em 2014, quando começou a organizar protestos em Campinas que pediam o impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT). “Nosso objetivo nunca foi apenas tirar o governo. Temos propostas mais liberais com menos interferência do governo e redução de impostos para reformar a estrutura administrativa/ política do país”, comentou.



A escolha pelo Podemos, por sua vez, foi feita pela postura de independência adotada pelo vereador Nelson Hossri em relação ao Poder Executivo. “Quando assinou a CPI da Saúde, o Nelson mostrou que é possível ser independente no Poder Legislativo sem se atrelar à vontade do Executivo e barganhando cargos. Isso mostrou uma posição pró-cidade”, concluiu Tanimoto.

 

Fonte: Juliana Ferreira - Assessoria de Imprensa

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Vídeo será divulgado até o dia 30 de julho nas redes sociais e principais emissoras de rádio e TV do país

 

Começou a ser veiculada nas rádios, TVs e redes sociais uma campanha publicitária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) destinada a incentivar maior participação feminina, dos jovens e da comunidade negra na política.

 

A iniciativa está prevista no art. 93-A da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), com redação dada pelo art. 1º da Lei nº 13.488/2017 (Reforma política). De acordo com a norma, o TSE deve promover, em até cinco minutos diários, contínuos ou não, em anos eleitorais, propaganda institucional em rádio e televisão destinada a incentivar maior representatividade desses segmentos na vida política brasileira. A lei estabelece também o período de 1º de abril a 30 de julho para a veiculação da campanha.

 

Independentemente da legislação, o TSE já vinha estimulado esse engajamento por meio de peças e ações que têm por objetivo incentivar a participação do cidadão e esclarecer sobre as regras e o funcionamento do sistema eleitoral. 

 

O vídeo que foi ao ar no último domingo (1º de abril) trata especificamente da questão da representatividade e tem como mote da campanha o slogan “Ninguém te representa tão bem como você”. Seu objetivo é levar o cidadão a refletir sobre a importância de se engajar politicamente, aludindo aos benefícios que a diversidade e a renovação política podem trazer ao país.

 

O filme, que pode ser acessado nos perfis do TSE no YouTube, Facebook e Twitter, tem pouco mais de um minuto de duração e afirma, de forma reflexiva, leve e descontraída, que a verdadeira democracia acontece quando todos os gêneros, raças e idades são representados na política do país.

 

Clique para assistir ao vídeo do TSE para a campanha da representatividade.

 

IC/EM

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Cerca de 50 republicanas foram até a avenida Emílio Bosco e distribuíram abraços, bombons e mensagens de motivação

 

Sumaré (SP) – O PRB Mulher de Sumaré promoveu, na última semana, uma ação em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Cerca de 50 republicanas foram até avenida  Emílio Bosco e distribuíram abraços, bombons e mensagens de motivação.

 

“Esta data é um marco para nós mulheres! Ela estimula a continuarmos a lutar contra todas as formas de descriminação, principalmente contra a violência. A campanha ‘Você merece um abraço 10’ chegou para levarmos às ruas o quanto as mulheres precisam se sentir valorizadas. Basta apenas um gesto de respeito e de carinho.”, argumentou a coordenadora municipal do PRB Mulher, Viviane Silva.

 

Texto: Priscila Praxedes / Ascom – PRB Mulher Nacional
Fotos: Cedidas

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Líder do MTST vai disputar a Presidência pelo Psol

 

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, será candidato à Presidência pelo Psol. O anúncio foi feito neste sábado (3) em evento realizado em São Paulo e contou com a exibição de um vídeo do ex-presidente Lula desejando boa sorte a Boulos e agradecendo o apoio do candidato.

 

"Você sabe o quanto eu te respeito, o quanto gosto de você pessoalmente e quanto acho você uma pessoa de muito futuro na política. Jamais vou pedir para não ser candidato", disse o ex-presidente na gravação.

Boulos é próximo a Lula, e sua candidatura abre uma dissidência na esquerda, uma vez que o próprio Lula é pré-candidato ao Palácio do Planalto, mesmo após a condenação em segunda instância. "As diferenças políticas não podem significar conivência com injustiça. O judiciário retirou no tapetão o candidato mais popular. Não podemos naturalizar uma condenação imposta injustamente quando os reais ladrões estão no Congresso", disse Boulos sobre Lula, no discurso em que anunciou sua candidatura.

 

A vice de Boulos será a líder indígena e coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Sonia Guajajara. O líder do MTST deverá se filiar ao Psol nesta semana.

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Sem tocar no nome do ex-presidente Lula, que condenou em janeiro no caso do tríplex, Moro disse ainda nesta sexta-feira (2) que "as pessoas têm ilusões sobre alguns ídolos, mas é hora de verem a verdade"

 

Num debate em Nova York, nos Estados Unidos, o juiz Sergio Moro defendeu o fim do foro especial, dizendo que ele deve ser mantido só para o presidente, alertou para retrocessos no combate à corrupção que podem ocorrer nos próximos meses, em alusão às eleições, e defendeu a sua conduta nos julgamentos da Lava Jato.



Sem tocar no nome do ex-presidente Lula, que condenou em janeiro no caso do tríplex, Moro disse ainda nesta sexta-feira (2) que "as pessoas têm ilusões sobre alguns ídolos, mas é hora de verem a verdade".



"Se você for ao processo, vai ver que ninguém está sendo investigado ou julgado por causa de sua opinião política, mas por causa de lavagem de dinheiro, propina, atos criminosos."



Moro falou ainda em "novo espírito" de combate à corrupção que toma os tribunais brasileiros no rastro da Lava Jato, que comparou com a Operação Mãos Limpas, na Itália, e ao julgamento do escândalo Watergate nos EUA.



"O povo não está insatisfeito com a democracia, está insatisfeito com os problemas da democracia", ele afirmou.



"E um desses problemas é a corrupção generalizada e a impunidade. As pessoas começam a perder a confiança no estado de direito, nos políticos, nos juízes e nos procuradores, então começam a perder a confiança na democracia. Por isso precisamos continuar o nosso trabalho."



Na porta da Americas Society, o think tank que organizou o encontro em Manhattan, um grupo de manifestantes enfrentou uma forte tempestade de chuva e neve para protestar contra o juiz.

 



Em inglês, eles gritavam que Moro "vende sentenças" e listavam benefícios de seu cargo no Brasil, como o auxílio-moradia. Um cartaz com um retrato de Lula dizia que o ex-presidente é inocente e outro afirmava que a decisão dele no caso do tríplex "envergonhou o Brasil" - Moro entrou por ali, mas chegou antes do começo do protesto.

Do lado de dentro, um cartaz reproduzia a capa da revista "Americas Quarterly" em que o juiz aparece vestido como soldado, metralhadora em punho e uma bandeira do Brasil no peito, debaixo de uma manchete que o chama de "caçador da corrupção".

Questionado durante o debate se no Brasil há uma onda de "criminalização da política" e se a Justiça é seletiva, Moro disse que "não há problemas entre políticos e juízes" e que "alguns políticos estão criminalizando a política porque cometeram crimes e devem ser julgados".

Ele disse, no entanto, que concorda com a afirmação de que há privilégios para políticos no país e criticou o foro especial. "Talvez isso deveria ser mudado. Seria uma ideia inteligente e talvez manter para o presidente, mas não tenho tanta certeza."

"Estamos falando de poder, de política", disse. "As pessoas lutam por poder e algumas não querem mudar, querem ficar no poder, querem privilégios mesmo que esses privilégios violem a lei."

Moro também defendeu "reformas gerais" para combater a corrupção e que uma investigação judicial não é o suficiente para limpar o cenário, mas que isso depende de "um governo amigável".

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Ao ser questionado sobre eleições, Temer reafirmou que não pretende ser candidato no pleito de outubro

 

O presidente Michel Temer disse nesta quinta-feira (1°) que a reforma da Previdência não saiu da pauta política do país. Segundo ele, se for possível cessar a intervenção federal na área de segurança pública no Rio de Janeiro nos últimos meses do ano, existe a possibilidade de a reforma voltar à pauta.



“Ela saiu da pauta legislativa, mas não da pauta política do país”, disse em entrevista à Rádio Tupi. “Não quero garantir, é uma conjectura, mas pode ocorrer de quando chegar em setembro, outubro, eu possa fazer cessar a intervenção. Não quero manter a intervenção eternamente no Rio de Janeiro, nem é saudável. Se ocorrer isso, você terá logo depois da eleição, três meses – outubro, novembro, dezembro – para ainda tentar votar a Previdência”, acrescentou.



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Enquanto a intervenção vigorar, o Congresso Nacional fica impedido, pela Constituição Federal, de aprovar quaisquer propostas de emenda à Constituição (PEC), como é caso da reforma da Previdência.

Ao ser questionado sobre eleições, Temer reafirmou que não pretende ser candidato no pleito de outubro. “Não tenho essa intenção [de me candidatar]. Se eu passar para a história como alguém que deu jeito no país, já me sinto muito feliz.”

O presidente destacou destacou os bons resultados da economia brasileira e a geração de empregos. Temer disse que a reativação da economia é o que irá criar mais postos de trabalho. Ele estimou que este ano sejam criados 3 milhões de vagas. “Neste trimestre, houve abertura de 1,8 milhão de novos postos de trabalho e a previsão é de que haja 3 milhões de postos de trabalho neste ano”, disse.

 

 

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O requerimento foi motivado pela nomeação do ex-diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia

 

O deputado federal Augusto Carvalho (SD-DF) enviou, nesta quinta-feira (1º/3), um pedido de informação ao ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, solicitando detalhes sobre quantidade, locação e gastos com adidos em missão diplomática no exterior. O requerimento foi motivado pela nomeação do ex-diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, como adido na Embaixada do Brasil em Roma, na Itália, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira.

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Projeto retorna à pauta hoje e já foi votado na Casa, mas foi modificado no Senado. Agora, depois da segunda votação, será enviado para sanção presidencial

 

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"Quem proíbe o jogador de participar disso está, indiretamente, apoiando ideias reacionárias", disse ex-jogador, sem citar o colega de Rede Globo

 

O ex-jogador e hoje comentarista Walter Casagrande entrou na discussão sobre o papel dos esportistas em manifestações políticas, levantando por seu colega de Rede GloboTiago Leifert. No mesmo espaço usado por Leifert, uma coluna no site da revista GQ, da editora Globo, Casagrande relembrou sua participação, ao lado do amigo Sócrates, na democracia corinthiana, e disse que os atletas têm o direito de se posicionar politicamente.

 

“Quem proíbe o jogador de participar disso está, indiretamente, apoiando ideias reacionárias”, afirmou Casagrande, sem citar o colega em nenhum momento no texto. No início da semana, Leifert causou muita discussão ao defender que “evento esportivo não é lugar para manifestação política“ e que uma transmissão esportiva deve ser um “desligamento da realidade”, um momento de relaxamento e não de mais tensão. 

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