Sexta, 21 Setembro 2018 23:39

Tecnologia para combater o crime

Tecnologia para combater o crime

 

Em tempos de insegurança no país, multinacional investe no Brasil e traz alta tecnologia para reduzir riscos

 

Segundo a 2018 Global Law and Order, pesquisa de opinião do Instituto Gallup divulgada em junho deste ano, o Brasil está em quarto lugar entre 147 nações, no ranking de insegurança mundial.  O alto índice de criminalidade no país, a falta de confiança na polícia e ainda o aumento de assaltos nas ruas dá ao país essa assustadora colocação.

  
Em 2015, o Brasil sequer estava no ranking dos dez países em que há pior sensação de segurança. Em 2016, no entanto, apareceu em sétimo e, em 2017, subiu para quarta posição, com somente 31% dos entrevistados dizendo que se sentiam seguros, o mesmo percentual da África do Sul. Nesse ranking, o Brasil fica atrás apenas do Gabão (25% dizem se sentir seguros), do Afeganistão (20%) e da Venezuela, o líder da pesquisa (17%).

 

De acordo com dados coletados pela campanha Instinto de Vida, realizada em 2017 pelo Instituto Igarapé, a cada quatro pessoas assassinadas no mundo, uma é brasileira, colombiana ou venezuelana. 38% dos assassinatos no planeta ocorrem na América Latina, uma região que concentra 8% da população mundial.

 

É neste cenário, que empresas multinacionais especializadas no setor de segurança residencial, condominial e empresarial, veem o Brasil como mercado em franco crescimento para equipamentos de segurança ágeis e modernos.

 

Automação de portões, tecnologias de ponta para controles de acesso, leitura facial e Qrcode são alguns dos destaques que colocam a inteligência dos pesquisadores e engenheiros a favor da segurança.

 

Nice Brasil descobriu nosso mercado

 

Fundada na Itália nos anos 90, uma empresa referência internacional em automação para casas e prédios e segurança eletrônica chegou ao Brasil para ficar. Nice Brasil adquiriu quatro marcas em pouco mais de sete anos e continua investindo por todo o país, adquirindo marcas que já são referência no mercado a fim de aumentar seu portfolio de produtos e oferecer o melhor suporte ao consumidor quando o assunto for equipamentos de segurança.

 

The Nice Group cresceu e evoluiu rapidamente em todo o mundo, com presença em mais de 100 países, e hoje, oferece uma extensa oferta de produtos de sistemas de automação integrados para portas, portões e cancelas; toldos, persianas e cortinas; sistemas de alarmes e controle de acesso para residências, condomínios, comércios e indústrias.

 

No Brasil, a empresa esta imprimindo em seus produtos excelência, design e custos competitivos a fim de que os brasileiros possam ter acesso a controles de segurança de norte a sul do país.

 

O futuro chegou mais cedo para nos proteger

 

O rosto como chave não é coisa do futuro. O leitor facial da Nice possui duas câmeras de captura, sendo uma com infravermelho para leitura em ambientes escuros, e visor LCD de 2,8’’ sensível ao toque. O mapeamento do rosto é feito no tempo recorde de 1 segundo e tem capacidade para 300 usuários e até 200 mil registros.

 

Outra inovação são as fechaduras eletrônicas com leitor biométrico em que o proprietário pode interagir através de smartphone. Chamado de LN-5000, o equipamento possui teclado touch screen de OLED intuitivo, bluetooth, aplicativo para configuração, visualização e gravação de eventos e abertura de fechadura, função “toque para abrir” para iOS ou “Mexa para abrir” no Android.

 

Para quem já está habituado com o leitor QR Code, o produto L350R da Nice oferece para os moradores de grandes condomínios a possibilidade de enviar uma mensagem instantânea com código de acesso para seus visitantes, liberando acesso na portaria. O diferencial do equipamento desenvolvido é a possibilidade de estabelecer em um único arquivo o horário de entrada e saída do visitante. Além disso, o QR Code não pode ser usado por nenhuma outra pessoa a não ser aquela que recebeu o arquivo.

 

Segurança eletrônica

 

Neste segmento, a novidade fica por conta do novo modelo de alarme desenvolvido pela Nice, o Cloud Alarm, agora com Ethernet/Wifique pode ser conectado na rede de internet da residência para emitir informações ao usuário através do aplicativo.

 

O alarme oferece a possibilidade de expansão de até cinco saídas que permitem a funcionalidade de automação da casa de outros equipamentos como a luz de entrada da casa, cerca elétrica, automatizador do portão, piscina aquecida ou até mesmo uma cafeteiraum eletrodoméstico. Tudo pode ser feito pelo controle remoto ou pelo aplicativo para celular que é fácil de usar e intuitivo.

 

Velocidade x criminalidade

 

O cidadão de bem deve ser mais rápido do que os criminosos. A velocidade no fechamento e abertura dos portões desenvolvidos pela Nice do Brasil na linha Hi-Speed garante até 5 segundos de abertura/fechamento do portão. A opção é excelente para entrar e sair com rapidez, garantindo segurança contra ações furtivas de desconhecidos; excelente para área de alto tráfego e perfeita para garantir mais segurança para crianças e animais domésticos no interior da casa.

 

 

Serviço

NICE Brasil

Marginal Via Anhanguera, km 144, Limeira-SP

www.nice.com.br

 

 

Fonte: Núria de Oliveira - Jornalista

 

 

Publicado em Notícias RMC

O conceito da vez é a Transformação Digital. Sim um conceito, não é um produto, não é uma solução que se compra, nem mesmo a implementação de um conjunto de soluções, é muito mais que tudo isso junto, é uma mudança de conceito, do jeito de se fazer negócios e na maneira de se comunicar. Durante os últimos 20 anos, vimos a chegada dos sites institucionais, sites de negócios, mobilidade real, ampliação do sistema de pagamentos brasileiro, meios de pagamentos móveis, a comunicação colaborativa, nuvem e alta-disponibilidade, inteligência dos negócios (Business Intelligence) e inteligência artificial. Agora é o momento das análises preditivas e experiência dos usuários gerando como resultado novos produtos digitais e novas formas de relacionamento com o cliente em um novo conceito, uma verdadeira Transformação Digital.

 

Com a mobilidade e as mídias sociais a maneira de fazer negócios mudou muito. Todas as empresas começaram a trabalhar fortemente no marketing digital e no desenvolvimento de portais direcionados. Mas seja qual for a técnica para fazer novos negócios na era digital o caminho de antes não é mais o mesmo, ou seja, “ouvir” seu cliente deixou de ser o foco, agora é necessário usar a tecnologia para “escutar” seu cliente.

 

Poderíamos tecnicamente definir que “ouvir” é o ato sistêmico que remete ao sentido da audição, o que é captado, sem necessariamente ter entendido, já o “escutar” está relacionado ao ato de ouvir com atenção, ou seja, não só entender o que está sendo captado, mas compreender e processar a informação. A grande diferença está relacionada sobre o que acontece após o recebimento da informação, quando alguém ouve uma informação há pouca interação, mas quando se escuta a informação este alguém presta atenção e processa, gerando opinião.

 

Tivemos o momento onde tínhamos os usuários dos sistemas, depois passamos a chamá-los de clientes em um formato mais conectado aos negócios. Agora é a vez do “colaborador digital”, apesar de tecnicamente ainda ser chamado de usuário, vide USER EXPERIENCE(UX), é o antigo cliente que ajuda na troca de experiências e colabora com seu negócio, não só adquirindo os bens e serviços, mas indicando para outros “colaboradores digitais”. Portanto, responsável inclusive por melhorias no processo ou até mesmo no produto ou solução indicando melhorias ou novos produtos, modelos ou serviços.

 

Entender somente que alguém está emitindo uma intenção de compra, não tem o mesmo valor, é preciso escutar tudo que cada cliente tem a dizer, quais são seus desejos para hoje e amanhã. Não se trata mais do ver, ouvir e comprar, agora é sentir, refletir, coletar experiências, comprar e depois colaborar.

 

A mobilidade como caminho nas transformações e inovações

Quando falamos das plataformas e tecnologias adotadas para melhorias do negócio existente, seja na concepção de um novo produto ou segmento de negócio, é impossível deixar de lado a máxima que a experiência proporcionada para utilização de um serviço digital deve ser a melhor possível e acessível em qualquer lugar ou tipo de dispositivo.

Um novo produto digital deve levar em consideração todo o tipo de dispositivo, mas principalmente os dispositivos móveis como: smartphones, tablets, notebooks, relógios e óculos.

Lembrando que nem todos os fabricantes usam o mesmo Sistema Operacional, hoje temos alguns como o Android, iOS, Windows Phone, FireFox OS, Tizen, Ubuntu Touch, entre outros. Então seu desenvolvimento de software deve prever todas ou quase todas as possibilidades.

 

A experiência do usuário ou USER EXPERIENCE na evolução dos negócios

Vivemos uma nova realidade, o nosso nível de exigências e necessidade de respeito por parte de quem nos presta algum tipo de serviço está muito alto. Não adianta mais ter um produto ou serviço de qualidade, é preciso ter alguma espécie de relação com o usuário, que particularmente chamo de “colaborador digital”.

 

O dispositivo e sua “interface” deve gerar uma inter-relação homem-máquina tão real, que a medida que ele interage e usa os serviços vai se sentido importante na negociação, verdadeiramente respeitado, incluindo também os aspectos mais técnicos, tais como a boa utilidade, a facilidade de utilização e a eficácia do sistema.

 

Essa experiência é dinâmica, constantemente modificada, por ações do tempo, como inovações tecnológicas, moda e consumo.

 

Desde 2011 há no Brasil uma norma para tratar da Ergonomia da Interação Humano-Sistema, publicada em português pela ABNT e identificada como código ABNT NBR ISO 9241-210:2011, que fornece requisitos e recomendações para princípios e atividades do projeto centrado no ser humano para todo o ciclo de vida de sistemas interativos computacionais. É destinada àqueles que gerenciam processos de projeto e se preocupam com a forma com que componentes, tanto de hardware quanto de software, de sistemas interativos podem aprimorar a interação humano-sistema.

 

Todos os aspectos possíveis na coleta de informações sobre nossos colaboradores digitais devem ser analisados e usados da melhor forma, melhorando não só a imagem da empresa, mas garantindo um futuro promissor aos negócios.

 

O que é necessário para começar a transformação digital no seu negócio?

 

Se em sua empresa você já tem grande parte do conceito implementada, e quer se adaptar mais rapidamente a toda essa transformação e experiência, sugiro primeiro analisar:

  • Como é feita a coleta de informações?
  • Quais informações são importantes para meu negócio e para manter o relacionamento com o cliente?
  • Como é realizado o feedback para o cliente?
  • As soluções tecnológicas que tenho conseguem processar no tempo correto do negócio?
  • Minhas soluções de inteligência e análise estão focadas em meu negócio?
  • Meu pessoal explora as oportunidades no tempo correto?
  • Sei transformar estatísticas em “forecast” (previsão, prognóstico de vendas)?
  • Meu pessoal de tecnologia, inteligência de mercado e vendas se falam e compartilham experiências?
  • Tenho o perfil de profissional correto à frente da minha transformação digital?

Depois de analisar todas essas questões, podemos dar início a elaboração do projeto, que segundo Jesse James Garrett, autor do “The Elements of User Experience”, deve ser composto de:

  • Plano de Estratégia (Strategy Plane): Focado nas pesquisas e hipóteses sobre as necessidades do usuário.
  • Plano de Escopo (Scope Plane): Mapeamento das informações coletadas mais importantes, especificação funcional e conteúdo.
  • Plano de Estrutura (Structure Plane): Prepara-se a estrutura necessária como arquitetura da informação e design de interação.
  • Plano de Esqueleto (Skeleton Plane): Draft do projeto com alguma interação do cliente, todo o desenho necessário está estruturado e analisado.
  • Plano de Superfície (Surface Plane): Desenho visual montado e projeto definido para implementação.

 

Artigo por: Carlos Macedo – executivo de Tecnologia da Informação na innovativa Executivos Associados

Publicado em Sumaré

Um equipamento que aciona automaticamente a irrigação ao detectar baixa umidade no solo está sendo desenvolvido pela empresa Tecnicer. A tecnologia consegue reduzir o consumo de água e energia na lavoura em até 50%. O Sistema Automático de Controle de Irrigação (Saci) foi finalista da seleção Inovação para a Indústria 2017 do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) e está sendo desenvolvido com a participação da Universidade de São Paulo (USP) e da Embrapa Instrumentação (SP).

 

A peça-base para o desenvolvimento do sistema será o Igstat, sensor desenvolvido pela Embrapa e pela Tecnicer capaz de perceber as alterações de umidade do solo automaticamente. Patenteado no Brasil e nos Estados Unidos, o Igstat é um cilindro de sete centímetros de comprimento feito de material poroso que identifica a baixa umidade quando suas paredes permeáveis detectam a passagem de ar.

 

Ideal para agricultura de precisão

A ideia é sofisticar o invento com incrementos tecnológicos e dotá-lo de uma interface amigável para que possa atender a diferentes produtores e culturas. Os pesquisadores explicam que a economia será gerada porque o Saci acionará a irrigação somente nas áreas da plantação que precisam de água, em vez de irrigar toda a lavoura simultaneamente, como ocorre nos sistemas convencionais. Essa característica o torna ideal para ser empregado em fazendas que utilizam a agricultura de precisão.

 

O pesquisador da Embrapa Instrumentação Carlos Vaz explica que o Saci será mais preciso, detectará uma faixa mais extensa de tensão crítica (limiar de umidade do solo a partir do qual há necessidade de irrigação) e apresentará leituras mais confiáveis por não sofrer influência de salinidade do solo nem de temperatura. Vaz integrou a equipe de desenvolvimento do Igstat e será o responsável técnico da Embrapa no projeto do Saci.

 

“O objetivo é que o produto atenda a pequenos e grandes produtores que desenvolvem cultivo protegido irrigado, empresas de sistemas de irrigação que atuam com métodos de aspersão e localizado, além de agricultores em geral que adotam irrigação na lavoura,” afirma o cientista da Embrapa.

 

Incentivo à inovação

O projeto Saci foi aprovado no edital de Inovação para a Indústria 2017 do Senai, cujo resultado foi divulgado mês passado. A proposta é uma das 31 contempladas no terceiro ciclo, na categoria B, destinada a estimular o desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços inovadores em micro e pequenas empresas, startups de base tecnológica e microempreendedores individuais. A finalista tem agora 24 meses para apresentar um protótipo do sistema.

 

De acordo com o diretor da empresa, Luis Fernando Porto, o produto será versátil para atender às características de solo demandadas pelo mercado. “Usando o sensor Igstat desenvolvido pelo pesquisador da Embrapa Instrumentação, Adonai Gimenez Calbo, o sistema vai promover uma irrigação específica, de acordo com cada tipo de cultura, porque será produzido com várias tensões de água no solo e a partir de uma demanda de mercado”, conta ele, ressaltando que o apoio do Senai está sendo fundamental para o desenvolvimento da inovação.

O projeto envolve vários atores, de diferentes áreas do conhecimento, dos setores público e privado, para vencer em 24 meses os desafios tecnológicos de desenvolvimento do software e do hardware para automação da comunicação do sensor de irrigação com os demais componentes do sistema, como o reservatório de água.

Além do Senai, que está investindo recursos de R$ 400 mil no desenvolvimento do sistema, participam a Embrapa Instrumentação, a Faculdade de Zootecnica e Engenharia de Alimentos (FZEA) da Universidade de São Paulo (USP), em Pirassununga (SP), e a empresa de consultoria ambiental Genos.

A Embrapa Instrumentação vai avaliar a eficiência dos dispositivos sensores e do sistema de controle automático da irrigação em laboratório, comparando com outros sistemas disponíveis no mercado. O pesquisador Carlos Vaz acredita que a união de competências das instituições envolvidas no projeto possibilitará o desenvolvimento de um sistema de irrigação robusto, competitivo e inovador.

Para o supervisor de Inovação do Senai-SP, Ricardo de Oliveira Campos, não é apenas a subvenção para o desenvolvimento do desafio tecnológico que motiva as empresas. Há também benefícios intrínsecos aos projetos concluídos com sucesso, que ganham força ao serem apresentados a grandes investidores. “Ao passar pelo processo seletivo nacional, (os projetos) demonstram maturidade de conceito de negócio e também se destacam pela própria inovação em si, a qual se encontra em fase avançada de validação - protótipo ou planta-piloto ou, até mesmo, já inserida no mercado”, afirma.

Sistema armazena dados com facilidade

O Saci será composto de um sensor cerâmico de tensão de umidade do solo associado a componentes eletrônicos de automação sem fio, fonte de energia solar, rede elétrica ou bateria. Porto explica que a transmissão de dados poderá ser realizada por radiofrequência ou celular.

O aparelho terá resistência a umidade e choques, será de fácil manuseio e também reduzirá a lixiviação do solo e dos nutrientes e pesticidas, minimizando impactos ambientais e perdas econômicas. Além disso, vai facilitar a irrigação automatizada por não precisar de calibragens e permitir o armazenamento de dados sobre irrigação com facilidade.

Para a professora Tamara Maria Gomes, que integra a equipe da USP que vai realizar os experimentos em campo com o sensor, a expectativa é que o Saci apresente uma boa resposta na avaliação da umidade do solo e associe economia de água e energia com facilidade de manuseio.

Os experimentos serão realizados em ambiente protegido, em diferentes substratos e culturas, definidos dentro do grupo das hortaliças. Segundo a professora, as análises estarão voltadas para a resposta do sensor à umidade do solo e para o desenvolvimento das culturas, considerando a eficiência do uso da água, ou seja, a relação entre a produção e o consumo de água pela cultura, comparativamente com outros sensores comerciais.

“Na agricultura irrigada, o manejo da irrigação ainda é muito pouco adotado pelos produtores rurais. Há uma rejeição, muitas vezes pela dificuldade na operação de sensores e principalmente pela necessidade de manutenção e pela falta de acesso à gestão da informação. Com o Saci acreditamos que essa barreira possa ser facilmente transposta”, afirma.

Porto acredita que a tecnologia trará benefícios para a empresa, cadeia produtiva e para a sociedade, gerando impactos econômicos, ambientais e sociais, considerando o crescimento do agronegócio e o aumento da área irrigada no País.

Brasil deve aumentar sua área irrigada

O Plano para a Expansão, Aprimoramento e Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Irrigada no Brasil, anunciado em maio de 2016 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), prevê uma expansão da área irrigada do País de 6,2 milhões para 11,2 milhões, em dez anos, o que deve aumentar a produtividade de 3,4 toneladas para quatro toneladas por hectare e gerar até 7,5 milhões de empregos diretos e indiretos.

 

Inovação para a indústria

O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do Senai com a finalidade de elevar a competitividade industrial brasileira por meio do desenvolvimento de novas tecnologias. Os recursos aportados são de caráter não reembolsável para apoiar o desenvolvimento de produtos e processos da indústria nacional e destinam-se a projetos de inovação de caráter incremental, radical ou disruptivo que impactem a sociedade e a indústria brasileira, custeando, prioritariamente, horas técnicas e matéria-prima Senai São Paulo já contratou 66 projetos em parceria com 59 empresas e startups brasileiras de base tecnológica. Os investimentos de todos os participantes somam mais de R$ 37 milhões, desde o lançamento do edital em 2004. “A grande novidade em 2017 é o contrato firmado com o Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que disponibilizou até R$ 20 milhões para execução de projetos de microempreendedores individuais e micro e pequenas empresas”, informa Ricardo de Oliveira Campos, supervisor de Inovação do Senai-SP. Campos informa que o índice de projetos concluídos é de 98%.

 

Joana Silva (MTb 19.554/SP) 
Embrapa Instrumentação Agropecuária 
 
Telefone: (16) 2107-2901

 

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

 

 

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Multinacional estará presente na Feimec 2018

 

São Bernardo do Campo, abril de 2018 –  Entre os dias 24 a 28 de abril acontece a II edição da Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos (FEIMEC), no São Paulo Expo, localizado na rodovia dos Imigrantes. O evento se consolida como o mais importante e completo para a indústria de máquinas e equipamentos na América Latina.

 

A multinacional austríaca Fronius, líder em tecnologia nos setores atuantes (carregadores de bateria, energia solar e solda), estará presente com soluções modernas que prometem revolucionar o mercado. “Esperamos fechar grandes negócios neste evento. Nossa meta para o ano de 2018 é crescer 20% em solda. Será um grande desafio, mas nossa área de atuação é ampla e há grandes oportunidades para aumentarmos nossa participação no mercado. Nossas tecnologias atendem às necessidades do segmento metal mecânica, que abrangem o setor automobilístico, geração de energia, óleo e gás, açúcar e álcool, entre outros”, explica Cláudio Sá, gerente da Unidade de Negócios de Solda.

 

Sistema interativo

Ao visualizar a necessidade do mercado, através da Indústria 4.0, a Fronius traz o WeldCube (foto abaixo) - uma solução de software para gerenciamento de dados durante a operação de soldagem. Esta aplicação é baseada em navegador e permite que todos os dados relevantes em todos os dispositivos (design responsivo) sejam avaliados e analisados da maneira mais fácil possível. Uma solução para todo o portfólio de produtos da Fronius.

 

Flextrack 45 é ideal para operações universais.  Por ter um sistema compacto, suas aplicações podem ser tanto na horizontal como na vertical. Atende até três tipos trilhos e pode ser aplicado em indústrias onde são comuns diferentes tipos de superfícies combinando com qualquer configuração.  O processo de montagem/desmontagem é super-rápido e fácil. Para facilitar seu uso, o Flextrack 45 (foto acima) é manipulado somente por controle remoto.

 

O suporte magnético permite que o controle remoto possa ser fixado em qualquer superfície que seja magnética, até mesmo no próprio sistema móvel. Uma alteração não intencional dos parâmetros é minimizada graças a uma trava de segurança dos botões giratórios. Para prevenir quedas acidentais, o equipamento é protegido por duas alças de projeção que evitam que os botões entrem em contato com o solo.

 

Já com o novo sistema de soldagem TPS/i CMT, (foto ao lado) a líder em tecnologia Fronius combina as funções inteligentes da sua plataforma atual de aparelhos com as vantagens do processo de soldagem mais estável. O processo de soldagem CMT reduz visivelmente a aplicação de calor em comparação a outros métodos de soldagem MIG/MAG. O resultado é uma passagem de matéria prima livre de respingos e, assim, resultados ideais de soldagem. O processo oferece ainda mais vantagens na união de materiais diferentes, por exemplo, aço e alumínio, bem como em uniões de chapas finas. Em combinação com a fonte de solda inteligente TPS/i, surgem ainda áreas de aplicação mais abrangentes: diversas possibilidades de ajuste, por exemplo, permitem regular a aplicação de calor na soldagem de maneira mais precisa, bem como otimizar a capacidade de ponte e o perfil de queima.

 

Sobre a Fronius

Com mais de 70 anos de história, a Fronius é uma empresa austríaca, especializada em três unidades de negócios: Energia Solar, Tecnologia de Soldagem e Carregadores de Bateria, representada em 28 países. No Brasil, está presente há mais de 20 anos. Sua sede está localizada em Diadema (SP), com acesso fácil a grandes rodovias para atender o cliente com maior rapidez e com filiais e representantes em diversos estados, proporcionando atendimento a todas as unidades de negócios. A Fronius foi consagrada duas vezes pelo Congresso Brasileiro de Geração Distribuída. Em 2015, ganhou o prêmio de Empresa “Destaque” e em 2017 foi honrada como a Melhor Fabricante de Inversores Solares.

 

Fonte: LN Comunicação

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A tempestade geomagnética que se espera a partir de amanhã tem origem em estruturas chamadas "buracos coronais", que giram no eixo do Sol

 

Cidade do México – Uma corrente de vento solar chegará à Terra na quarta-feira, um fenômeno que pode afeta as telecomunicações e provocar efeitos naturais como auroras boreais, segundo informou a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

 

O diretor do Laboratório Nacional de Clima Espacial do Instituto de Geofísica da UNAM, Américo González Esparza, explicou que entre os dias 14 e 18 de março o planeta pode experimentar falhas nas telecomunicações por causa do vento solar de uma tempestade geomagnética de intensidade moderada que se originou no Sol há 27 dias.

 

A tempestade geomagnética que se espera a partir de amanhã tem origem em estruturas chamadas “buracos coronais”, que giram no eixo do Sol. Neste caso, a estrutura se formou há 27 dias, o tempo que demorou para chegar à Terra.

 

Desses buracos sai o vento solar, que também tem interações com o campo geomagnético do nosso planeta, produzindo fenômenos como as auroras boreais, assim como algumas alterações menores nas telecomunicações.

 

O especialista comparou o fenômeno a “um tremor de magnitude 4 ou 5”, ou seja, um evento comum que ocorre cerca de 300 vezes num ciclo solar (onze anos).

 

Esparza aproveitou para apontar que é preciso estar alerta pelas tempestades solares apesar da distância da última, que ocorreu há 160 anos e gerou grandes interrupções na comunicação telegráfica em uma época em não havia telefones celulares nem serviços de geolocalização.

 

“Foi conhecida como o evento Carrington e o próximo poderia ocorrer dentro de 50, 30 ou em dois anos, não sabemos. Em nível mundial, estes eventos servem para nos colocar de acordo na forma de atuar, em nível de nações”, comentou o especialista.

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Machismo, salários atrasados, históricos de corrupção e mais!

 

Nos últimos dias, uma nova rede social com muito potencial para substituir o Facebook fez barulho na internet. Sem anúncios e com feeds organizados em ordem cronológica, a Vero promete uma conexão mais real com os usuários. O app achegou a somar mais de 500 mil downloads nos primeiros dias de lançamento, mas novas descobertas sobre a empresa fizeram com que vários internautas abandonassem suas contas e pedissem o fim da plataforma.

 

Quem entra no site da Vero e procura os nomes dos funcionários da empresa, se depara com uma certa “curiosidade”: há apenas uma mulher no time. A designer Suraya Dodge é a única integrante feminina entre os 22 homens que comandam a equipe. Com esse cenário, fica bem difícil acreditar que a empresa ofereça um espaço igualitário e saudável para as mulheres. Será que a voz de Suraya é realmente ouvida durante as reuniões?

 

Além disso, um dos rostos por trás da Vero tem um histórico polêmico, que só agora veio à tona. Ayman Hariri, fundador e CEO da rede social, é um bilionário libanês que também foi vice-presidente executivo da Saudi Oger, uma antiga empresa de construção civil que pertencia à família. O pai dele, Rafic Al Hariri, foi o Primeiro-Ministro do Líbano e se envolveu em diversos escândalos de corrupção durante os anos em que assumiu o cargo. Rafic acabou sendo assassinado em uma explosão de um carro-bomba, em 2005.

 

Na época em que Ayman estava na administração, a Saudi Oger recebeu mais de 31 mil denúncias de funcionários que não recebiam seus salários. Esses trabalhadores eram forçados a viver em acampamentos superlotados e muitos deles afirmaram que alimentos, água e cuidados médicos foram negados pela empresa.

A situação ficou tão crítica que o governo da Arábia Saudita decidiu fornecer cestas básicas e outros suprimentos necessários para os empregados, que vinham de regiões pobres e não conseguiam sustentar as famílias sem o dinheiro. Ainda sem pagar as dívidas, a Saudi Oger decretou falência em setembro de 2017.

Até então, nem Ayman nem a empresa se pronunciaram sobre as polêmicas. Na internet, a hashtag #DeleteVero pede para que as pessoas excluam a rede sociale não deem lucro para uma empresa e um empresário machistas.

Nem chegou e já flopou? Parece que sim. E merecidamente, não?

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Lançada em 2015, app começa a ganhar popularidade entre os brasileiros e oferece logins gratuitos

 

Talvez você não saiba, mas seus amigos mais cults podem fazer parte de uma nova rede social. Com discurso anti-Facebook, design diferentão e sem anúncios, a Vero começa a se popularizar e finalmente chega ao Brasil.  Segundo dados da empresa, a plataforma já ultrapassou a marca de 1 milhão de usuários.

 

A promessa da nova rede social é se distanciar das demais pela ausência de algoritmo e de monetização por meio de propagandas.

Lançada em 2015, após cinco anos de ajustes e testes, a Vero tem como slogan "True Social" e promete conexões mais inteligentes, aos moldes da Hello, rede social criada pelo mesmo fundador do Orkut e que provocou mais frenezi no meio digital do que angariou usuários.

Para criar um login na Vero é preciso informar nome, e-mail e celular. Após validar um código recebido por SMS, é possível editar o seu perfil, inserindo uma foto e um texto de biografia. A partir daí, você está apto a procurar amigos e fazer conexões. 

 

Além de mostrar tudo que é publicado, já que segue uma ordem cronológica, a rede social também permite comprar produtos e ouvir músicas sem precisar mudar de aplicativo. Também há espaço para criação de coleções e um chat. Além do canal de conversas, a interação acontece de outras duas formas: você pode seguir alguém, e assim visualizar as suas publicações ou criar conexões com usuários, o que permite acesso ao perfil completo da pessoa. 

As publicações são segmentadas por foto, link, música, filme/TV, livro ou lugar e podem ser direcionadas para amigos, amigos próximos, conhecidos ou seguidores. 

A plataforma não tem versão desktop, apenas app e com idioma somente em inglês. O aplicativo da Vero está disponível para quem usa os sistemas operacionais Android e iOS.

 

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JAC mostrou na China o A50 iEV, versão elétrica do sedã J5 que promete 500 km de autonomia

 

A JAC Motors mostrou na China as primeiras imagens da versão elétrica do sedã J5. O modelo, que lá é chamado de A50, ganhou sua variante elétrica, a iEV A50.

 

Uma das estreias no Salão de Pequim, em abril, o modelo tem autonomia estimada em 500 km. Equipado com baterias de íons de lítio de 60 kWh, espera que faça 400 km em condições normais de uso.

Haverá uma versão mais barata, com baterias de 47 kWh, cuja autonomia, em ciclo de teste, será de 330 km com uma única carga. Com um sistema de recarga rápida, ele pode chegar a 80% da capacidade em 1,5 hora.

O motor elétrico fica alojado no eixo dianteiro e tem o equivalente a 150 cv de potência. Com ele, o J5 elétrico pode chegar a velocidade máxima de 150 km/h.

DIFERENÇAS

Em relação ao J5 convencional, por fora as diferenças são os para-choques dianteiro e traseiro com entradas e saídas de ar falsas nas extremidades e a grade fechada. No centro dela, fica a entrada para a recarga das baterias.

Por dentro, o painel de instrumentos é todo virtual, com dados de carga da bateria em forma de barras. O freio de estacionamento passa a ser elétrico e o console central traz uma tela vertical, ao estilo Tesla, para a central multimídia.

 

Fonte: Estadão

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Recentemente, um novo teste de Facebook viralizou na rede social. Trata-se do aplicativo que usa uma foto do usuário para mostrar como ele seria se fosse do gênero oposto. Se você frequenta a plataforma, já deve ter visto algum de seus amigos compartilhando os resultados desse teste, que são bastante impressionantes.

Esse recurso está disponível no site Kueez, que converte as imagens usando a tecnologia de um aplicativo que já foi alvo de bastante polêmica no passado, o FaceApp.

Para transformar seu rosto, o sistema analisa a sua foto de perfil no Facebook e, através de uma inteligência artificial, identifica os fatores marcantes da sua face para misturá-los com as características típicas do gênero oposto ao seu. Assim, a máquina é capaz de criar a imagem de um rosto novo.

No entanto, como aponta o Olhar Digital, a política de privacidade do site Kueez deixa em aberto uma pergunta bastante pertinente: vale a pena fazer esse teste só pela curiosidade? Você colocaria em risco seus dados pessoais apenas para fazer parte da viralização?

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A Google anunciou que seu navegador, o Chrome, começará a bloquear anúncios intrusivos e indesejáveis a partir desta quinta-feira (15). A mudança segue um anúncio feito em meados do ano passado e mira, principalmente, as propagandas pop-up ou que cobrem toda a tela, bem como os vídeos que são executados automaticamente e com áudio.

O filtro deve ser habilitado por meio de uma atualização para a plataforma, bloqueando os formatos de propagandas considerados mais indesejáveis pelos usuários de acordo com uma pesquisa feita pela “Coalizão para Anúncios Melhores”, da qual a própria Google faz parte, ao lado de outras companhias. São eles:

  • Anúncios pop-ups, abertos após um clique do usuário em links;
  • Vídeos que são reproduzidos automaticamente e com som;
  • Propagandas que encobrem toda a tela ou uma boa parte delas;
  • Anúncios que exibem contadores, exigindo que o usuário aguarde um tempo determinado antes de ser possível fechá-los;
  • Animações com cores fortes ou piscantes.

Além disso, a Google quer fechar o cerco sobre páginas que apresentem uma grande quantidade de propagandas. O limite de densidade é de 30%, com sites que exibirem mais do que essa proporção entre anúncios e conteúdo também tendo tais elementos bloqueados para exibição.

 

Como acontece hoje com pop-ups tradicionais ou elementos perigosos, o Chrome informará aos usuários – tanto no celular quanto no desktop – quando um bloqueio do tipo ocorrer. Sendo assim, cabe a cada utilizador seguir em frente com as configurações padronizadas, ou então tomar atitudes pontuais com relação a certos sites, permitindo a exibição de anúncios em domínios específicos, ou liberando de forma generalizada uma determinada modalidade.

A avaliação das páginas será realizada a partir de um sistema desenvolvido pela própria Google. Por meio dele, os sites receberão uma graduação entre positiva, média ou negativa. No segundo caso, os responsáveis serão alertados sobre a presença de anúncios irregulares, que podem ou não serem bloqueados, enquanto os que não passarem no teste já estarão diretamente na lista negra.

Quando uma página é acessada, o Chrome consultará seu banco de dados. Caso não encontre o domínio utilizado, a página será comparada com aquelas que fazem parte da lista de negativados, de forma a encontrar ocorrências em comum. Caso sejam detectadas, os anúncios serão bloqueados, com o usuário sempre sendo informado sobre isso.

 

As mudanças que serão aplicadas nesta semana dão continuidade a um longo período de adaptação para administradores de páginas. Desde o ano passado eles vêm sendo alertados sobre a questão e incentivados a adotarem melhores práticas, de forma a não terem suas rendas afetadas pelas restrições. Agora é para valer, mas os responsáveis, claro, continuam plenamente capazes de realizarem as mudanças necessárias para não terem seus comerciais bloqueados.

Os períodos de adequação também permanecem. A partir de agora, os sites que forem categorizados como intermediários terão 30 dias para realizarem as mudanças previstas nas melhores práticas da Google, tendo as propagandas bloqueadas apenas caso sejam reincidentes. De acordo com a empresa, antes mesmo da aplicação das medidas, 42% dos sites identificados como irregulares tomaram ações para garantir uma navegação mais segura e agradável para seus usuários.

O objetivo final da Google é claro: evitar a instalação de bloqueadores de anúncios pelos usuários. Ao integrar sistemas de proteção contra propagandas intrusivas em seu navegador, a empresa deseja melhorar a experiência dos usuários na mesma medida em que protege a renda dos veículos e também a própria, uma vez que essa é uma de suas principais áreas de atuação e faturamento. Para a gigante, as pessoas não odeiam comerciais, mas sim apenas aqueles que atrapalham a navegação. Agora, ela toma uma atitude para atender aos dois interesses.

Fonte: Google

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