Os números são assustadores. Os últimos dados do IBGE, do final de julho, são de 13 milhões de desempregados no Brasil, ou 12,4% da População Economicamente Ativa. Um pouco melhor que os 13,1% do primeiro trimestre do ano, mas ainda assustador.
 
 
     Um pânico para os pais e mães de família que, sem ter onde trabalhar, não têm como alimentar os filhos e outros parentes, como é o caso em muitas situações. Sem emprego o cidadão e a cidadã ficam com a autoestima muito abalada.
 
 
     O que acontece com o desemprego é, também, a alimentação de um círculo vicioso desalentador para a economia. Sem salário a pessoa não compra e, sem ter quem compre, o comércio definha e demite. Isto significa que a indústria também demite, pois não tem para quem vender seus produtos no varejo.
 
 

    O Brasil está patinando no desemprego e um dos resultados é a tensão social e a violência como um dos impactos mais indesejados. Foram 63.880 mortes por homicídio em 2017, um recorde histórico. Sete assassinatos por hora, um horror. Números superiores aos de muitas guerras.

 
 
    É preciso dar um basta nessa situação e é para já. É urgente que os candidatos a presidente e também aos governos estaduais tenham programas muito consistentes e realistas de combate ao desemprego de modo absolutamente prioritário.
 
 
      O mesmo deve ser dito em relação ao estado de São Paulo. São 13,5 milhões de desempregados em território paulista, correspondendo a 14% da força de trabalho, índice superior à média nacional.
     No estado mais rico e desenvolvido do país, 3,5 milhões de desempregados, quase 25% dos desempregados em todo Brasil! É fundamental que todas as forças do estado de São Paulo estabeleçam com urgência um Pacto pelo Emprego. Um conjunto de ações para a criação imediata de emprego para movimentar a economia, em um círculo virtuoso de produção e geração de renda. Multiplicação de frentes de trabalho, maior incentivo às startups, democratização no acesso a cursos técnicos – são muitas ações que podem ser feitas.
 
 
     Uma das alternativas imediatas seria revitalizar os cerca de 80 aeroportos de porte pequeno e médio existentes no interior paulista, para que sejam capacitados a também possibilitar o transporte de cargas. São 80 polos regionais que podem acelerar o transporte aéreo de cargas, melhorando a logística e cortando custos, como consequência da descentralização das operações. Hoje, de cada 10 quilos de cargas transportadas no país, apenas o equivalente a 400 gramas são transportadas por via aérea.
 
 
      Desde 2011, por exemplo, existe um projeto de transformação do Aeroporto Moussa Tobias, em Bauru, em uma plataforma logística na região central do estado. Mas o projeto ainda não foi concretizado, em prejuízo de centenas de empresas de Bauru e região que encontram muitas dificuldades no escoamento de suas mercadorias. Com os custos de transporte maiores, não podem contratar mais gente e assim por diante.
    Criar emprego é hoje prioridade absoluta no Brasil e também no estado de São Paulo. Não podemos perder mais tempo. É hora de arregaçar as mangas e pensar no futuro de nosso país e do povo paulista. Basta acreditar e ter vontade política que dá para fazer.
 
 
Dirceu Dalben
 
 
Fonte: Assessoria Dirceu Dalben
 
 
Publicado em Política

Pela nona rodada do Campeonato Paulista, o São Paulo volta a campo neste domingo, às 19h30 (de Brasília), contra o Linense, fora de casa

 

A vitória do São Paulo por 2 a 0 sobre o CRB-AL, na noite desta quarta-feira, no Morumbi, não diminuiu a pressão sobre o técnico Dorival Júnior. A análise é do próprio treinador, que foi mantido no cargo pela diretoria, a quem agradeceu pelo respaldo.

 

“Não tem diminuição de pressão. Infelizmente o futebol no nosso país é assim, tenho de entender. Não falta trabalho, lealdade, tive uma resposta muito positiva da diretoria porque sempre demonstrei muita dignidade com o clube. Fico feliz de ter tido essa resposta”, afirmou Dorival, em entrevista coletiva.

 

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O momento de maior turbulência de Dorival ocorreu após o revés para o Ituano, na semana passada, no interior. No dia seguinte, o treinador foi cobrado por um melhor desempenho da equipe em reunião com a diretoria, que resolveu dar um voto de confiança em seu trabalho.

 

“Fico muito satisfeito, independentemente de ser o Dorival, pelo respeito e dignidade que houve na diretoria. Analisam o dia a dia do trabalho, sabem o que tentamos fazer, e não se esqueceram que há poucos meses estávamos na zona de rebaixamento e finalizamos o segundo turno do Campeonato Brasileiro perto da liderança. Além do objetivo alcançado, as pessoas viram que algo mais poderia ter acontecido”, rememorou.

 

Com o resultado desta noite, o Tricolor encerrou um jejum de três partidas sem vitórias. Antes, havia perdido para Santos e Ituano e empatado com a Ferroviária, pelo Campeonato Paulista. Ainda assim, o comandante não fala em relaxar.

 

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“Não tem como. Todos em volta relaxam, assessor de imprensa dorme como bebê, mas treinador não tem isso (risos). A pressão é muito grande, aqui no País é absurdamente estúpida. Poderia ter goleado, ser líder do Paulista, mas não faz parte do dia a dia do treinador relaxar”, resignou-se, antes de revelar o seu mantra antes de dormir após os jogos.

 

“Faço o que sempre faço. Vou fazer minhas orações, agradeço e procuro dormir, lá pelas 5 (horas) da manhã, e 7 já estou de pé trabalhando, pensando no Linense”, contou, antes de ter conduta ponderada ao analisar o resultado da partida, válida pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil.

 

“É uma vantagem mínima, acho que ela é importante, mas não deixa de ser mínima. Isso fará com que não relaxemos em momento nenhum, confio muito na minha equipe e sei o que pode produzir dentro e fora de campo”, concluiu.

 

O duelo de volta contra o CRB está marcado para o dia 14 de março, no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Pela nona rodada do Campeonato Paulista, o São Paulo volta a campo neste domingo, às 19h30 (de Brasília), contra o Linense, fora de casa.

 

 

Publicado em Esportes

A quarta-feira (16) de futebol pelo Brasil promete muito, principalmente pelos dois jogos de ida das semifinais da Copa do Brasil, que terão seu pontapé inicial. A grande expectativa para as partidas está no banco de reservas, com direito à um estreante, uma promessa e até a um duelo caseiro.

Começamos pelo confronto carioca. No Estádio Nilton Santos, Botafogo e Flamengo começam a decidir uma vaga na final. De um lado estará Jair Ventura, uma promessa no universo dos treinadores, e do outro Reinaldo Rueda, um técnico consagrado e que fará sua estreia logo em um duelo tão decisivo.

Antes mesmo dos dois se encontrarem, o confronto entre eles já ganhou um tempero especial pela declaração de Jair Ventura, em entrevista à Fox Sports. O comandante polemizou ao comentar sobre a chegada de Rueda. "Parece que não temos profissionais capacitados aqui. Está tirando o lugar de outros", disse Jair. Resta saber como será esse primeiro encontro entre eles na noite desta quarta-feira.

 

Duelo caseiro em Porto Alegre

 

A outra semifinal será entre Cruzeiro e Grêmio e começará a ser disputada na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Neste jogo teremos um encontro de treinadores gaúchos. Do lado do time de Minas teremos Mano Menezes, enquanto que do outro lado tem Renato Gaúcho.

Apesar dos treinadores terem a mesma escola, o momento vivido por cada um não é o mesmo. Renato vive grande momento. O Grêmio é vice-líder da principal competição do País, está na semi da Copa do Brasil e nas quartas da Libertadores. E o trabalho do comandante é exaltado sempre, principalmente por implementar um toque de bola envolvente no Tricolor.

Mano está em situação oposta, mesmo com o Cruzeiro estando na semifinal da Copa do Brasil e fazendo campanha razoável no Brasileirão. O comandante tem o seu trabalho questionado e não é muito querido pelos torcedores. Quem será que leva a melhor neste confronto?

 

 

 

 

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