Acontece hoje 08/08/2018 a primeira etapa do jogo da Libertadores entre o Corinthians e a equipe Colo-Colo nas oitavas de final com jogos de mata-mata!

 

Veja a matéria feita com Pedrinho pelo portal G1 da Globo:

 

Pedrinho espera brilhar na terra das Cordilheiras: "São esses jogos que vão mostrar o meu valor"

Meia-atacante se encanta com as belezas naturais do Chile e festeja fase como titular do Corinthians

 

Não há quem visite Santiago e não fique boquiaberto com a beleza da imponente Cordilheira dos Andes, cadeia de montanhas que pode ser vista de vários pontos da capital chilena.Como do estádio Monumental, palco da partida entre Colo-Colo e Corinthians, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), pelas oitavas de final da Libertadores.

Titular do Corinthians no primeiro jogo, Pedrinho foi alertado pelo amigo Mateus Vital sobre o cenário natural durante a ida da equipe para o último treinamento antes do jogo. Empolgado, registrou o momento em suas redes sociais.

 

– Estava no ônibus com o Mateus, e ele falou das Cordilheiras. Tirei umas fotos para mostrar para a minha namorada e para os meus pais. É um lugar muito bonito, a gente acaba vendo essas coisas, o estádio é bonito também. Eu não imaginava viver isso aqui hoje – disse o garoto.

O meia-atacante de 20 anos soma quatro jogos na Libertadores, dois deles como titular – o desta quarta será o terceiro.

Mais recentemente, com a venda de Rodriguinho e as lesões de jogadores como Roger e Jonathas, que mudaram a posição de Romero, ele foi titular contra Vasco, Chapecoense e Atlético-PR. Algo que a torcida vinha pedindo, e Osmar Loss, confiando no garoto, tem apostado.

– Não dá para dizer que sou um titular definitivo, venho de alguns jogos como titular, me sinto titular, mas não definitivo. Todo jogo pode ter mudanças, temos jogadores com condições para isso.

 

Queridinho da torcida do Corinthians, já famoso no Brasil e especulado em clubes da Europa, Pedrinho vê o jogo desta quarta como mais uma chance de se tornar, cada vez, mais conhecido.

 

– São esses jogos que vão mostrar o meu valor, o meu futebol. Fora do Brasil o meu nome ainda está crescendo, então outras pessoas vão poder ver o meu futebol neste jogo – destacou.

 

 

Abaixo, veja mais trechos do papo com Pedrinho:

 

GloboEsporte.com: Como chega o Corinthians para essa decisão?
Pedrinho: A gente vinha de um momento complicado até a parada da Copa, mas pudemos crescer nela. Estamos há quatro jogos sem perder, vivemos um grande momento. Vamos aproveitá-lo e colocar o que aprendemos com Osmar (Loss) em campo.

 

Considera a Libertadores um campeonato muito diferente?
Sim, cada campeonato tem sua importância e sua diferença. A Libertadores é um campeonato muito difícil que, muitas vezes, o juiz não dá a falta, deixa seguir o jogo. Sabemos a importância deste campeonato, será minha primeira experiência num mata-mata assim.

 

Gosta das viagens? Algo marcou nas viagens que fez?
É muito difícil a gente conhecer algo. Sempre converso disso com minha família: viajo muito, mas não conheço nada. É o preço que se paga. Temos de estar concentrados sempre, então é difícil.

 

Sheik tem dado conselhos sobre Libertadores?
Sobre isso a gente não conversa tanto. Experiência se pega mais dentro de campo, ele conversa no jogo, no intervalo, mais naturalmente, fala para tocar mais a bola, correr e infiltrar, diz que o árbitro não vai apitar tudo. Fala coisas importantes.

 

O Corinthians caiu nas oitavas em 2013, 2015 e 2016. Dessa vez será diferente? 
Estamos colocando um bom futebol em campo para avançar nas competições. A gente vê nossa evolução, isso nos dá confiança para mostrar ao torcedor que podemos avançar.

Como está o Pedrinho após um ano e meio de profissional?
Tenho evoluído muito em todos os sentidos, dentro e fora de campo. Tenho aprendido com os companheiros. Me sinto 100 vezes mais preparado do que quando cheguei. Muitas vezes eu queria em todo lance mostrar para a torcida o meu valor, mas aprendi que muitas das vezes é necessário fazer o simples, ser objetivo. Tenho muito a aprender ainda, mas o pouco que aprendi tem sido fundamental neste período de titularidade.

 

O que esperar do Corinthians na partida para essa partida? Sofrimento; como todo bom corintiano sabe os jogos na Libertadores são bem difíceis mas o time tem guerreiros que podem fazer a diferença e isso o torcedor pode esperar. Não se sabe ao certo se conseguem fazer pelo menos um gol e voltar com vantagem para o jogo em São Paulo. Mesmo com a possibilidade de um ataque mais leve para surpreender nos contra-ataques pode ser que o cansaço decorrente da partida possa atrapalhar.

 

E o Pedrinho? O menino joga muitoooo, já o vejo brilhando muito e rendendo milhões para o Clube do Corinthians em transação futura. Neymar pode aguardar, pois se não tomar juízo após os acontecimentos da Copa de 2018 sua escalação está em cheque. 

 

Boa sorte à equipe!

 

Veja as informações para a partida:

 

Local: estádio Monumental David Arellano, em Santiago, no Chile
Data e horário: quarta-feira, às 21h45 (de Brasília)
Escalação provável: Cássio, Fagner, Pedro Henrique, Henrique e Danilo Avelar; Gabriel e Douglas; Pedrinho, Romero, Jadson e Clayson
Desfalques: Jonathas (lesão muscular na coxa direita), Renê Júnior (em recuperação de cirurgia no joelho direito), Ralf (aprimorando o condicionamento físico)
Arbitragem: Wilmar Roldán apita o jogo, auxiliado por Alexander Guzman e John Alexander Leon, todos da Colômbia
Transmissão: TV Globo para SP, PR e CE (com Cleber Machado, Caio Ribeiro, Casagrande e Paulo César Oliveira)
Tempo real: no Globoesporte.com, a partir das 20h45

 

Por: Paulo Henrique Pereira

 

 

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Débito que era de R$ 11 milhões em dezembro de 2016 foi para R$ 53 milhões

 

Nos últimos 15 meses, o Corinthians aumentou em cerca de 382% sua dívida com a Arena Fundo de Investimento Imobiliário, administrado pela BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores e que é responsável por fazer os pagamentos à Odebrecht pela construção do Itaquerão. O débito, que até...

 

Leia mais: Portal da Folha

 

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Com direito a mais um apagão no Pacaembu, a folclórica "lei do ex" e um gol nos minutos finais, Corinthians e Santos fizeram uma grande partida e empataram por 1 a 1, neste domingo à noite, pelo Campeonato Paulista. O resultado foi justo, mas acabou deixando um gosto amargo para os corintianos, que venciam a partida até os 41 minutos. Entretanto, os jogadores do times da casa lutaram até o fim de conseguiram evitar a derrota.

 

O retrospecto de Fábio Carille em clássicos desde que assumiu o clube se mantém muito bom, apesar do empate. Foram 14 jogos, sendo nove vitórias, quatro empates e apenas uma derrota. Já o Santos consegue respirar um pouco mais aliviado após perder para o Real Garcilaso, em sua estreia na Libertadores.

 

O gol corintiano saiu justamente do volante Renê Júnior. No futebol, dentre tantas leis e regras que não existem explicações lógicas, uma delas é que existe uma tal "lei do ex" em que um jogador, quando enfrenta um clube que defendeu, sempre vai marcar um gol. Evidentemente, essa folclórica regra não se aplica na maioria das vezes, mas, neste domingo, aconteceu. Renê Júnior passou pelo Santos em 2013 sem deixar muitas saudades e, quando saiu do clube, deu entrevistas na época admitindo que ia embora triste, por ter sido um dos responsabilizados pela temporada ruim do clube.

 

Foi um clássico bem diferente no Pacaembu, principalmente para os corintianos, que por tantos anos chamaram o estádio municipal de sua casa e, mesmo com a chegada da sua arena, ainda mantêm um carinho pelo local onde tantas alegrias tiveram. Neste domingo, o "dono da casa" foi o visitante diante de quem espera fazer com que a cada dia o tradicional palco do futebol paulista se torne a sua segunda casa. Os santistas presentes fizeram muito barulho e apoiaram a equipe até o fim, mas isso não adiantou diante de um rival que parece não se abalar ao enfrentar seus maiores adversários.

 

Jair Ventura resolveu promover duas importantes mexidas no time que deveriam surpreender o Corinthians, mas elas não surtiram o efeito esperado. Ele colocou o Léo Citadini no lugar do experiente Renato, que não vinha bem nos últimos jogos. Mas o garoto parece ter sentido a importância do jogo. Outra alteração foi a entrada do novo candidato a estrela do clube, o menino Rodrygo, de apenas 17 anos, na vaga de Gabriel Barbosa, suspenso.

 

As duas equipes iniciaram o jogo ligadas nos 220 volts, nem pareciam que haviam jogado no meio da semana pela Libertadores e que tiveram que encarar os efeitos da altitude nestes confrontos. O ímpeto, entretanto, durou cerca de 15 minutos, quando os times passaram a deixar mais clara suas propostas para superar o rival.

 

O Corinthians, no primeiro tempo, voltou a demonstrar aquele estilo, até certo ponto, traiçoeiro. A equipe de Fábio Carille parecia recuada, com receio de ser pressionada pelo adversário, mas, quando percebia que os santistas tinham dificuldades para sair do campo de defesa, sufocava a marcação e foi assim que quase abriu o placar em pelo menos duas boas oportunidades, antes de conseguir, de fato, balançar as redes. No segundo tempo, o time caiu de rendimento e não conseguiu superar a pressão do rival.

 

O curioso é que o gol saiu justamente de um lance que se desenhava como despretensioso. Aos 20, o volante Renê Júnior arriscou de fora da área um chute forte, mas que parecia ser de fácil defesa para um goleiro do nível de Vanderlei. Entretanto, no meio do caminho, a bola desviou em Léo Citadini, afundando ainda mais a péssima atuação do garoto e consagrando o volante corintiano contra seu ex-time, de onde saiu sem deixar saudades.

 

Foi após o gol que o Santos percebeu que tentar chegar ao gol de Cássio pelo toque de bola e com Vecchio armando o jogo, seria algo difícil. Assim, passou a apostar nos lançamentos para Copete, Rodrygo e Sasha, que pegavam a bola nas pontas e cruzava para a área, mesmo sem ter ninguém para concluir, facilitando a vida dos corintianos.

 

Quando a bola caía nos pés do time visitante, o ritmo de jogo era outro. Rodriguinho e Jadson parecem cada dia mais entrosados e criaram diversas boas jogadas, através de tabelas e achando Clayson pelas beiradas, que chegou com liberdade nas costas de Daniel Guedes.

 

No segundo tempo, Jair Ventura tirou Copete e colocou Arthur Gomes, dando uma nova dinâmica ao time. O volume de jogo do Santos cresceu, os novos "donos da casa" pressionaram na busca pelo empate e tiveram boas oportunidades com Alison e Vecchio, mas não conseguiram superar Cássio. Com o passar do tempo e as mudanças nos dois times, o jogo voltou a ser mais equilibrado e o relógio passou a jogar contra os ansiosos santistas.

 

Até que, aos 21 minutos, as luzes do Pacaembu se apagaram, repetindo o que vem se tornando uma rotina em jogos no estádio municipal. Já foram oito partidas só neste ano. Coincidentemente, o prefeito de São Paulo, João Doria, estava no local para acompanhar o clássico, já que é torcedor santista. Segundo informação da Prefeitura, um problema envolvendo a caixa primária de luz do estádio fez com que a eletricidade não chegasse aos refletores.

 

Após 48 minutos, o jogo foi reiniciado e Santos voltou parecendo estar com o fôlego renovado e passou a pressionar mais ainda, mas sem conseguir finalizar com qualidade. Ansiosos, os jovens santistas erravam o último passe antes da finalização e faziam com que o sufoco não tivesse um resultado esperado. Pelo contrário, o Corinthians foi quem teve uma grande oportunidade com Jadson, que tirou de Vanderlei e bateu firme, mas Daniel Guedes salvou em cima da linha. Em seguida, Rodriguinho pegou rebote de escanteio, encheu o pé e Vanderlei praticar uma grande defesa, para evitar o segundo gol.

 

Mas os minutos finais reservaram emoção. Aos 32 minutos, Diogo Vitor entrou no lugar de Rodrygo. Aos 41, o garoto aproveitou rebote do goleiro Cássio, encheu o pé e garantiu o empate, para a alegria dos santistas, que lotaram o Pacaembu e fizeram uma grande festa do início ao fim do jogo e foram coroados com o gol nos minutos finais. A vitória não aconteceu, mas os mandantes deixaram o estádio mais eufóricos pela forma com que o time se portou diante dos corintianos.

 

FICHA TÉCNICA

 

SANTOS 1 X 1 CORINTHIANS

 

SANTOS - Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Alison, Léo Citadini e Vecchio (Vitor Bueno); Copete (Arthur Gomes), Eduardo Sasha e Rodrygo (Diogo Vitor). Técnico: Jair Ventura.

 

CORINTHIANS - Cássio; Fagner, Balbuena, Henrique e Maycon; Gabriel, Renê Júnior, Rodriguinho, Jadson (Emerson) e Clayson (Júnior Dutra); Romero. Técnico: Fábio Carille.

 

GOLS - Renê Júnior, aos 20 minutos do primeiro tempo; Diogo Vitor, aos 41 do segundo.

 

CARTÕES AMARELOS - Clayson, David Braz, Gabriel, Vecchio e Balbuena.

 

PÚBLICO - 34.448 pagantes (37.431 presentes).

 

RENDA - R$ 1.052.220,00.

 

ÁRBITRO - Luiz Flávio de Oliveira.

 

LOCAL - Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

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O Corinthians fez, talvez, sua pior atuação na temporada na noite desta quarta-feira, na volta da equipe ao estádio de Itaquera após quase três meses. Diante de um São Bento não tão inspirado, mas efetivo quando criou suas chances, o time alvinegro sofreu um gol em jogada de escanteio ainda no primeiro tempo, não conseguiu levar muito perigo ao gol de Rodrigo Viana e foi superado por 1 a 0 pela equipe de Sorocaba.

 

Com o resultado, o Corinthians estaciona nos 12 pontos conquistados no Estadual, perdendo sua segunda partida consecutiva no Campeonato Paulista. A liderança do Grupo A, no entanto, segue intacta para a equipe. Do outro lado, com os mesmos 12 pontos, o Bentão é o vice-líder do B, atrás apenas do Palmeiras.

 

Na próxima rodada, os comandados de Fábio Carille terão pela frente a equipe do Red Bull, na segunda-feira, dia 19, em duelo marcado para as 20h (de Brasília), no Moisés Lucarelli, em Campinas. Um dia antes, no domingo, os sorocabanos recebem o Botafogo-SP no estádio Walter Ribeiro, às 19h30 (de Brasília).

 

Corinthians erra muito e São Bento aproveita

O Corinthians que entrou em campo em Itaquera não parecia nem aquele time que perdeu para o Santo André, na sexta-feira. Com dificuldades para acertar passes no campo ofensivo, o time da casa não foi capaz de deixar os seus finalizadores em boa condição para fazer o gol em nenhum momento, mesmo com as atuações em bom nível de Rodriguinho e Marquinhos Gabriel, comandando o setor ofensivo.

O primeiro lance de perigo veio em linda enfiada de bola do armador para Júnior Dutra, que invadiu a área nas costas de Régis Souza e cruzou rasteiro para Romero, mas o paraguaio não conseguiu alcançar. Pouco depois, Marquinhos Gabriel encarou a marcação de Marcelo Cordeiro, cortou para o pé esquerdo e bateu cruzado, mandando a bola rente à trave direita do goleiro Rodrigo Viana.

 

Quando o jogo parecia entrar em modo de espera, sem grandes ações de ataque das equipes, o Corinthians tomou um golpe forte. Lucas Crispim cobrou escanteio pelo lado esquerdo na primeira trave, João Paulo passou com facilidade pelo bloqueio de Rodriguinho e conseguiu testar livre, sem chances de defesa para Cássio. Foi o primeiro gol sofrido pela equipe em bolas paradas nos jogos oficiais deste ano, problema recorrente na reta final de 2017.

O gol fez com que o Corinthians voltasse à carga com mais força, aproveitando os espaços deixados pelo time do interior. Os lances, porém, sempre terminaram com os pontas procurando chutes da entrada da área e sendo travados pela marcação adversária. No melhor deles, com Jadson, a bola desviou na marcação de Luizão e quase enganou o goleiro Rodrigo Viana, mas acabou indo para fora.

 

Corinthians "abafa", mas não marca

Carille optou por voltar ao segundo tempo com a mesma formação do primeiro, apostando nos treinos realizados durante o Carnaval. A falta de precisão dos seus jogadores, no entanto, impediu qualquer evolução natural da formação, mais uma vez esbarrando em muitos erros de passe. Para melhorar esse quesito, o treinador promoveu a entrada de Camacho na vaga de Jadson, em sua pior jornada no ano.

Mais organizado, o Corinthians passou a rodar a bola lado a lado e contou com a entrada de Clayson para ser mais incisivo pelo lado esquerdo. O tempo, porém, seguia passando e nada de um grande lance de perigo dos donos da casa. Foi aí que a torcida explodiu ao ver Danilo ser chamado para entrar em campo, fazendo sua estreia na temporada. Com a missão de dar mais presença de área ao time, ele substituiu Gabriel.

 

O lance perigoso, no entanto, saiu justamente para o lado dos visitantes, que adotaram postura mais defensiva e diminuíram os espaços. Em bola roubada pelo lado direito, Régis Souza invadiu a área, deixou Clayson na saudade e cruzou rasteiro para Léo Itaperuna. Sem goleiro, o meia finalizou para fora e manteve o time alvinegro com chances na partida, apostando sempre na base do "abafa".

Depois de muito esperar, elas vieram. A primeira com Romero, aos 41 minutos, aproveitando cruzamento de Rodriguinho e cabeceando forte para defesa de Viana. Depois, aos 45, Balbuena aproveitou falta cobrada na área, desviou com o pé direito e também parou no goleiro, que evitou o empate e provocou uma festa digna de título para os sorocabanos, que se ajoelharam e se abraçaram no renovado gramado de Itaquera.

 

Fonte: Lance

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O Campeonato Brasileiro finalmente não tem mais nenhum time invicto.

 

Mesmo jogando em casa e diante do então vice-lanterna, o Corinthians foi mal, só conseguiu criar chances nas bolas aéreas e acabou derrotado por 1 a 0 pelo Vitória.

O colombiano Tréllez, em um contra-ataque ainda aos 11 minutos do primeiro tempo, marcou o único gol da partida.

A derrota marca o fim de uma invencibilidade incrível de exatos cinco meses do Corinthians – a última derrota tinha sido em 19 de março, para a Ferroviária, ainda no Campeonato Paulista.

Foram 34 partidas neste período, com 21 vitórias e 13 empates. O suficiente para transformar o time no único da história dos pontos corridos a terminar o primeiro turno invicto. E também para ser a segunda maior sequência invicta da história do clube perdendo apenas para as 37 partidas em 1957.

Mesmo perdendo, o Corinthians segue líder e com oito pontos de vantagem para os rivais – agora com o mesmo número de jogos, já que a equipe corintiana não atuou pela última rodada.

O próximo compromisso alvinegro é na quarta-feira, fora de casa, contra a Chapecoense, justamente nesta partida adiada.

 

Do outro lado, o Vitória chega as 22 pontos e ultrapassa o Avaí, mas segue na zona de rebaixamento.

O próximo jogo rubro-negro é só na segunda-feira dia 28 de agosto, contra  o Coritiba, de novo fora de casa.

 

A tônica da partida foi definida logo de cara.

Depois de duas semanas sem atuar e com toda torcida a favor, o Corinthians começou o jogo tentando ir para cima. O Vitória, porém, mostrou logo que poderia incomodar nos contra-ataques.

 

O aviso veio com sete minutos, em um perigoso cruzamento de Juninho pela esquerda que obrigou Pedro Henrique a aparecer na hora certa para afastar pela linha de lado.

Aos 11, o Corinthians não conseguiu se salvar. Neílton foi quem puxou o contra-ataque desta vez, segurou a bola o máximo que pôde e rolou com perfeição para Tréllez chegar batendo de primeira. A bola ainda desviou em Guilherme Arana e matou de vez o goleiro Cássio.

 

Atrás no placar, o Corinthians se lançou ainda mais ao ataque.

A primeira boa chance veio com Rodriguinho, em um chute da entrada da área que parou em boa defesa de Fernando Miguel.

 

Depois, a reclamação ficou com a arbitragem. Aos 19, em novo chute de Rodriguinho, a bola sobrou no meio da área e Jô tentou alcançá-la, mas acabou caindo na chegada de Kanu. O replay até mostrou o zagueiro acertando a perna do corintiano, mas o juiz mandou o lance seguir.

 

  • Pelo alto

O Corinthians tentou mostrar tranquilidade para criar as jogadas, mas só conseguiu criar boas chances por cima.

Aos 30, até balançou a rede. Após cobrança de escanteio de Fagner, Balbuena desviou e Romero mandou para o gol. O paraguaio, porém, estava em posição de impedimento e o lance foi invalidado.

 

Dez minutos depois, o zagueiro paraguaio teve a melhor chance, de novo em cruzamento de Fagner. Desta vez, ele ficou sozinho na área e tentou a cabeçada direto para o gol, mas acabou errando o alvo.

Aos 47, foi a vez de Jô, meio desajeitado, desviar um cruzamento de cabeça. A bola foi no cantinho, mas Fernando Miguel se esticou todo para fazer a defesa. Na sequência, a bola ainda sobrou para Rodriguinho, mas o meio-campista finalizou para fora.

 

  • Impedido?

Se o Corinthians reclamou do pênalti no primeiro tempo, o Vitória pode reclamar bastante de um gol mal anulado no segundo.

Logo aos 4 minutos, na sequência de um escanteio, Caíque ficou com a bola na direita pela intermediária e colocou na área. Kanu apareceu sozinho na segunda trave para, de peixinho, mandar a bola para a rede. O bandeirinha marcou impedimento, mas Rodriguinho, no canto de baixo do campo, dava condições de jogo.

 

  • Lá e cá

O Vitória se fechou ainda mais no segundo tempo, e o Corinthians teve muitas dificuldades para criar chances de gol.

Aos 11, Rodriguinho tentou encobrir Fernando Miguel, que saiu mal do gol, mas acabou mandando por cima.

 

Depois, o time alvinegro só voltou a criar aos 24, em mais uma jogada aérea. E dessa vez com uma grande intervenção do goleiro do time baiano. Após cruzamento de Rodriguinho, Jô desviou de cabeça, mas Fernando Miguel fez linda defesa.

No contra-ataque, o Vitória quase matou o jogo. Invertendo as funções do lance no primeiro tempo, Tréllez puxou pela direita e rolou para Neílton, que ficou de frente para finalizar. A bola não saiu muito forte e parou em boa defesa de Cássio.

 

  • Sem inspiração

O dia não era mesmo do Corinthians.

O líder do campeonato mal conseguiu criar chances e insistiu em bolas cruzadas na área. Nenhuma, porém, achou alguém livre para finalizar.

 

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 0 X 1 VITÓRIA

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 19 de agosto de 2017, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Eduardo Tomaz Valadão (GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva e Cristian Passos Sorence (Ambos de GO)
Público: 42.075 pagantes
Renda: R$ 2.580.574,90
Cartões amarelos: Balbuena (Corinthians); Ramon, Filipe Soutto (Vitória)
Gol: VITÓRIA: Tréllez, aos 12 minutos do primeiro tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena (Jadson), Pedro Henrique e Guilherme Arana (Moisés); Gabriel, Maycon, Romero (Marquinhos Gabriel), Rodriguinho e Clayson; Jô. Técnico: Fábio Carille

VITÓRIA: Fernando Miguel; Caíque Sá, Kanu, Wallace e Juninho; Ramon, Uillian Correia, David (Patric) e Yago (Filipe Soutto); Neilton (Carlos Eduardo) e Tréllez. Técnico: Vágner Mancini

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Como estava livre para acertar um vínculo prévio com outra equipe, o defensor também despertou interesse do Corinthians

por Agência Estado

 

São Paulo, SP, 15 - O Palmeiras já está perto de ter o primeiro reforço para 2018. O clube se aproximou nesta terça-feira de um acordo com o zagueiro Emerson Santos, do Botafogo. O defensor de 22 anos tem vínculo com o time carioca até o fim do ano e vai assinar um pré-contrato com o Alviverde em breve. A transferência será sem custos. A informação foi publicada pelo portal UOL e confirmada pelo Estado.

 

Como estava livre para acertar um vínculo prévio com outra equipe, o defensor também despertou interesse do Corinthians. O clube líder do Campeonato Brasileiro decidiu não avançar nas conversas pois como Pablo está em fase final de recuperação lesão, assim como Vilson, a diretoria achou desnecessário se empenhar na contratação.

 

O Palmeiras, por sua vez, aproveitou a oportunidade e aguarda o zagueiro. Por ser jovem e com potencial de revenda, Emerson Santos se enquadra na política de contratações da diretoria. O clube também se precavê antecipadamente da saída de Mina. O colombiano tem acordo prévio com o Barcelona para se transferir à Espanha logo depois da Copa do Mundo da Rússia.

 

 

Atualmente o técnico Cuca conta para a posição de zagueiro Mina, Edu Dracena, que estão no clube desde o ano passado, mais Luan, Juninho e Antônio Carlos, todos contratados nesta temporada.

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A quarta-feira (16) de futebol pelo Brasil promete muito, principalmente pelos dois jogos de ida das semifinais da Copa do Brasil, que terão seu pontapé inicial. A grande expectativa para as partidas está no banco de reservas, com direito à um estreante, uma promessa e até a um duelo caseiro.

Começamos pelo confronto carioca. No Estádio Nilton Santos, Botafogo e Flamengo começam a decidir uma vaga na final. De um lado estará Jair Ventura, uma promessa no universo dos treinadores, e do outro Reinaldo Rueda, um técnico consagrado e que fará sua estreia logo em um duelo tão decisivo.

Antes mesmo dos dois se encontrarem, o confronto entre eles já ganhou um tempero especial pela declaração de Jair Ventura, em entrevista à Fox Sports. O comandante polemizou ao comentar sobre a chegada de Rueda. "Parece que não temos profissionais capacitados aqui. Está tirando o lugar de outros", disse Jair. Resta saber como será esse primeiro encontro entre eles na noite desta quarta-feira.

 

Duelo caseiro em Porto Alegre

 

A outra semifinal será entre Cruzeiro e Grêmio e começará a ser disputada na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Neste jogo teremos um encontro de treinadores gaúchos. Do lado do time de Minas teremos Mano Menezes, enquanto que do outro lado tem Renato Gaúcho.

Apesar dos treinadores terem a mesma escola, o momento vivido por cada um não é o mesmo. Renato vive grande momento. O Grêmio é vice-líder da principal competição do País, está na semi da Copa do Brasil e nas quartas da Libertadores. E o trabalho do comandante é exaltado sempre, principalmente por implementar um toque de bola envolvente no Tricolor.

Mano está em situação oposta, mesmo com o Cruzeiro estando na semifinal da Copa do Brasil e fazendo campanha razoável no Brasileirão. O comandante tem o seu trabalho questionado e não é muito querido pelos torcedores. Quem será que leva a melhor neste confronto?

 

 

 

 

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