Segunda, 08 Outubro 2018 12:16

Os candidatos à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), têm agendas distintas na manhã de hoje (8). Bolsonaro deverá permanecer em casa, em um condomínio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, como fez ao longo do primeiro turno. Haddad foi a Curitiba, onde se reunirá com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e concederá entrevista.

 

Seguindo o costume consolidado na campanha eleitoral, Bolsonaro e os filhos Flávio, eleito senador pelo Rio de Janeiro, e Carlos, também vitorioso para a Câmara, utilizaram as redes sociais para se comunicar com o público.

 

Na conta pessoal de Flávio Bolsonaro, o senador eleito agradeceu os votos obtidos pelo pai.

 

“Muito obrigado aos quase 50 milhões de brasileiros que confiaram o voto a @jairbolsonaro , em especial ao povo do Nordeste, que nos deu votação surpreendentemente alta, elegendo, inclusive, deputados do PSL que se candidataram pela 1ª vez - uma grande demonstração de confiança”,  disse.

 

Entrevista

 

Haddad está em Curitiba onde chegou cedo à Superintendência da Polícia Federal, para visitar Lula, preso desde 7 de abril por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, cumprindo pena de 12 anos e um mês. A candidata a vice-presidente Manuela d'Ávila (PCdoB) não acompanhou o candidato do PT na viagem.

 

Após a reunião com o ex-presidente, a assessoria de Haddad confirmou que ele concederá uma entrevista coletiva, transmitida ao vivo pelo site do PT Nacional, PT Paraná e página oficial da campanha.

 

Ontem (7), Haddad afirmou que "muita coisa está em jogo" no atual pleito. "Esta eleição coloca muita coisa em jogo. O próprio pacto da Constituinte de 1988 está em jogo em função das ameaças que sofre quase diariamente."

 


*Com informações da redação da Agência Brasil

Segunda, 08 Outubro 2018 12:14

O candidato enfrentará Fernando Haddad (PT) no dia 28 de outubro

 

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) convocou os eleitores para a disputa do segundo turno no dia 28 de outubro, quando irá enfrentar Fernando Haddad (PT). 

 

“Temos de acreditar no nosso Brasil. Não podemos nos recolher. Faltam três semanas”, disse em transmissão pelas redes sociais, acompanhado do economista Paulo Guedes, seu assessor econômico na campanha e eventual ministro da Fazenda em caso de vitória.

 

Ele ainda agradeceu aos brasileiros pelos votos que recebeu. Bolsonaro venceu em quatro regiões do país, perdeu somente no Nordeste. “Tenho certeza que ampliaremos esta vantagem no segundo turno”, disse.

 

Urnas eletrônicas

 

Bolsonaro disse que irá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para cobrar soluções sobre problemas em urnas eletrônicas durante a votação deste primeiro turno. No Rio de Janeiro, foram registradas longas filas na seções eleitorais por causa de problemas em troca de urnas e biometria. “Vamos juntos ao TSE para exigir soluções para isto que aconteceu agora. Não foi pouca coisa. Foi muita coisa. Se nós tivéssemos confiança nas urnas eletrônicas, já teríamos o nome do futuro candidato à Presidência da República definido hoje”, afirmou o candidato.

 

 

O candidato também fez críticas à campanha do PT. “Eles têm bilhões para gastar e parte da mídia. Quase quebraram o BNDES e muitos bancos. Afundaram empresas”, afirmou.

 

 

Fonte: Agência Estado

 

 

Segunda, 08 Outubro 2018 12:11

Candidato disse que fez contato com Marina, Ciro e Boulos

 

No primeiro pronunciamento após a confirmação da disputa de segundo turno na corrida presidencial, o candidato Fernando Haddad (PT) afirmou haver "muita coisa em jogo" no pleito deste ano e sinalizou a busca de apoio nas próximas três semanas de campanha. Até a última atualização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o petista tinha 28,95% dos votos válidos contra 46,26% de Jair Bolsonaro (PSL), com 98,86% das urnas apuradas. O segundo turno será realizado no próximo dia 28 de outubro.

 

"Esta eleição coloca muita coisa em jogo. O próprio pacto da Constituinte de 1988 está em jogo em função das ameaças que sofre quase diariamente", afirmou. A declaração foi dada em um hotel no bairro do Paraíso, em São Paulo, na presença de dezenas de apoiadores, correligionários e aliados, incluindo a candidata a vice-presidente na chapa, Manuela d'Ávila (PCdoB) e integrantes do PROS, o outro partido que compõe a coligação.

 

O petista afirmou já ter conversado por telefone com Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL) e Marina Silva (Rede). "Tenho muita consideração por todos e a ideia é manter o diálogo aberto", disse. Segundo a assessoria do candidato, Haddad trocou telefonemas de cumprimentos com os três adversários, mas ainda não foi definida uma agenda de conversas para viabilizar o apoio deles no segundo turno.

 

A assessoria de Haddad informou ainda que o governador reeleito da Bahia, Rui Costa (PT), está articulando uma reunião com governadores do PT e aliados para a próxima terça-feira (9), em São Paulo, para discutir o apoio nos estados na sequência da campanha eleitoral. O presidenciável também deve visitar amanhã (8) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, e em seguida deve conceder uma entrevista coletiva à imprensa.

 

Discutir o Brasil

 

Em seus discurso, Fernando Haddad disse ainda que pretende "unir os democratas do Brasil" em torno de um projeto que tenha como prioridade o combate as desigualdades sociais do país e a defesa da soberania nacional e popular. Ele falou ainda que o segundo turno abre oportunidade para discutir "frente à frente e olho no olho".

 

 

"Vamos para o campo democrático com uma única arma: o argumento. Nós vamos com a força do argumento para defender o Brasil e seu povo, sobretudo o povo mais sofrido do país", afirmou. Ao fazer referência ao resultado das urnas, que apontou vasntagem de 18 pontos para Bolsonaro, o petista disse que os números são "expressivos e apontam para os riscos que a democracia corre no país".

 

 

Fonte: Agência Estado

 

 

Segunda, 08 Outubro 2018 12:06

Numa disputa que recebeu bem menos atenção dos brasileiros do que aquela que definirá o futuro presidente da República, foram escolhidas no domingo (7) as 513 pessoas que nos próximos quatro anos ocuparão as 513 cadeiras da Câmara dos Deputados e 54 dos 81 assentos do Senado Federal - neste caso, para um mandato de oito anos.

 

Major Olímpio

Major Olímpio (PSL)

 

Mara Gabrillo

Mara Gabrillo (PSDB)

 

 

Lista dos deputados eleitos, com seus respectivos partidos, votação e percentuais de votos válidos.

 

 

Eduardo Bolsonaro (PSL) -  1.814.443 (8,75%)
Joice Hasselmann (PSL) 1.030.293 (5,14%)
Celso Russomanno (PRB) 497.370 (2,48%)
Kim Kataguiri (DEM) 442.875 (2,21%)
Tiririca (PR) 431.215 (2,15%)
Tabata Amaral (PDT) 253.145 (1,26%)
Policial Katia Sastre (PR) 252.531 (1,26%)
Sâmia Bomfim (Psol) 240.576 (1,20%)
Pastor Marco Feliciano (Podemos) 226.729 (1,13%)
Capitão Augusto (PR) 224.573 (1,12%)
Baleia Rossi (MDB) 202.365 (1,01%)
Vinicius Poit (Novo) 198.378 (0,99%)
Luiza Erundina (Psol) 172.126 (0,86%)
Renata Abreu (Podemos) 155.417 (0,78%)
Rui Falcão (PT) 154.186 (0,77%)
Ivan Valente (Psol) 148.750 (0,74%)
Alexandre Frota (PSL) 147.967 (0,74%)
Marcos Pereira (PRB)  133.406 (0,67%)
Carlos Zarattini (PT) 130.719 (0,65%)
Arnaldo Jardim (PPS) 129.533 (0,65%)
Marco Bertaiolli (PSD) 126.698 (0,63%)
Guilherme Mussi (PP) 126.349 (0,63%)
Marcio Alvino (PR) 124.193 (0,62%)
Alex Manente (PPS) 124.139 (0,62%)
Nilto Tatto (PT) 121.208 (0,60%)
Carlos Sampaio (PSDB) 121.179 (0,60%)
Ricardo Izar (PP) 119.715 (0,60%)
Fausto Pinato (PP) 117.089 (0,58%)
Alexandre Leite (DEM) 113.890 (0,57%)
Tenente Derrite (PP) 113.680 (0,57%)
Cezinha de Madureira (PSD) 113.485 (0,57%)
Luiz Philippe O. Bragança (PSL) 112.778 (0,56%)
Vitor Lippi (PSDB) 110.447 (0,55%)
Paulo Freire Costa (PR) 102.985 (0,51%)
Enrico Misasi (PV) 102.682 (0,51%)
Samuel Moreira (PSDB) 100.211 (0,50%)
Rodrigo Agostinho (PSB) 100.013 (0,50%)
Vanderlei Macris (PSDB) 99.558 (0,50%)
Jefferson Campos (PSB) 95.442 (0,48%)
David Soares (DEM) 94.666 (0,47%)
Bruna Furlan (PSDB) 93.997 (0,47%)
Coronel Tadeu (PSL) 93.809 (0,47%)
Miguel Lombardi (PR) 91.955 (0,46%)
Vinicius Carvalho (PRB) 89.214 (0,45%)
Geninho Zuliani (DEM) 88.433 (0,44%)
Rosana Valle (PSB) 87.928 (0,44%)
Eli Corrêa Filho (DEM) 86.936 (0,43%)
Gilberto Nascimento (PSC) 85.496 (0,43%)
Eduardo Cury (PSDB) 85.259 (0,43%)
Alexandre Padilha (PT) 83.500 (0,42%)
Professor Luiz Flávio Gomes (PSB) 83.319 (0,42%)
Arlindo Chinaglia (PT) 83.136 (0,41%)
Roberto Alves (PRB) 78.063 (0,39%)
Paulo Teixeira (PT) 76.615 (0,38%)
Carla Zambelli (PSL) 72.997 (0,36%)
Luiz Carlos Motta (PR) 72.342 (0,36%)
Milton Vieira (PRB) 71.924 (0,36%)
Paulinho da Força (SD) 70.780 (0,35%)
Maria Rosas (PRB) 70.649 (0,35%)
General Peternelli (PSL) 70.581 (0,35%)
Junior Bozzella (PSL) 70.123 (0,35%)
Vicentinho (PT) 68.629 (0,34%)
Abou Anni (PSL) 67.432 (0,34%)
Alencar Santana (PT) 63.285 (0,32%)
Adriana Ventura (Novo) 61.851 (0,31%)
Orlando Silva (PCdoB) 61.296 (0,31%)
Roberto de Lucena (Podemos) 52.285 (0,26%)
Ricardo Nunes (MDB) 46.640 (0,23%)
Douglas Belchior (Psol)  44.485 (0,22%)
Alexis (Novo) 44.728 (0,22%)

 

 

 

Segunda, 13 Agosto 2018 11:21
 Os números são assustadores. Os últimos dados do IBGE, do final de julho, são de 13 milhões de desempregados no Brasil, ou 12,4% da População Economicamente Ativa. Um pouco melhor que os 13,1% do primeiro trimestre do ano, mas ainda assustador.
 
 
     Um pânico para os pais e mães de família que, sem ter onde trabalhar, não têm como alimentar os filhos e outros parentes, como é o caso em muitas situações. Sem emprego o cidadão e a cidadã ficam com a autoestima muito abalada.
 
 
     O que acontece com o desemprego é, também, a alimentação de um círculo vicioso desalentador para a economia. Sem salário a pessoa não compra e, sem ter quem compre, o comércio definha e demite. Isto significa que a indústria também demite, pois não tem para quem vender seus produtos no varejo.
 
 

    O Brasil está patinando no desemprego e um dos resultados é a tensão social e a violência como um dos impactos mais indesejados. Foram 63.880 mortes por homicídio em 2017, um recorde histórico. Sete assassinatos por hora, um horror. Números superiores aos de muitas guerras.

 
 
    É preciso dar um basta nessa situação e é para já. É urgente que os candidatos a presidente e também aos governos estaduais tenham programas muito consistentes e realistas de combate ao desemprego de modo absolutamente prioritário.
 
 
      O mesmo deve ser dito em relação ao estado de São Paulo. São 13,5 milhões de desempregados em território paulista, correspondendo a 14% da força de trabalho, índice superior à média nacional.
     No estado mais rico e desenvolvido do país, 3,5 milhões de desempregados, quase 25% dos desempregados em todo Brasil! É fundamental que todas as forças do estado de São Paulo estabeleçam com urgência um Pacto pelo Emprego. Um conjunto de ações para a criação imediata de emprego para movimentar a economia, em um círculo virtuoso de produção e geração de renda. Multiplicação de frentes de trabalho, maior incentivo às startups, democratização no acesso a cursos técnicos – são muitas ações que podem ser feitas.
 
 
     Uma das alternativas imediatas seria revitalizar os cerca de 80 aeroportos de porte pequeno e médio existentes no interior paulista, para que sejam capacitados a também possibilitar o transporte de cargas. São 80 polos regionais que podem acelerar o transporte aéreo de cargas, melhorando a logística e cortando custos, como consequência da descentralização das operações. Hoje, de cada 10 quilos de cargas transportadas no país, apenas o equivalente a 400 gramas são transportadas por via aérea.
 
 
      Desde 2011, por exemplo, existe um projeto de transformação do Aeroporto Moussa Tobias, em Bauru, em uma plataforma logística na região central do estado. Mas o projeto ainda não foi concretizado, em prejuízo de centenas de empresas de Bauru e região que encontram muitas dificuldades no escoamento de suas mercadorias. Com os custos de transporte maiores, não podem contratar mais gente e assim por diante.
    Criar emprego é hoje prioridade absoluta no Brasil e também no estado de São Paulo. Não podemos perder mais tempo. É hora de arregaçar as mangas e pensar no futuro de nosso país e do povo paulista. Basta acreditar e ter vontade política que dá para fazer.
 
 
Dirceu Dalben
 
 
Fonte: Assessoria Dirceu Dalben
 
 

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