Lula pediu que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliasse uma saída. Bancos públicos (Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES) atuariam como repassadores. Executivos dos bancos, no entanto, afirmam, reservadamente, que essas linhas não devem sair.
Haddad, contudo, ainda estuda uma forma de atender o pedido de Lula.
Sem regulamentação
Essa era a principal aposta do mandatário para tentar mudar a impressão que ficou de seu governo junto aos entregadores, que pretendiam obter mais segurança e melhores condições de trabalho, mas não um vínculo empregatício ou sindical, como defendiam alas do governo. O Ministério do Trabalho era uma delas.
Ainda não há um modelo definido, embora as empresas, grandes plataformas de delivery, como iFood, estejam engajadas apresentando, inclusive, soluções alternativas via Amobitec, a associação que representa o setor.
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