O Banco Master utilizou dois terrenos do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho como lastro para uma empresa captar R$ 330 milhões, segundo informações publicadas pelo jornal O Globo. Consultada pela reportagem, a defesa do ex-jogador afirma que ele desconhece a emissão dos créditos.
O que aconteceu
Recursos captados pela operação foram direcionados a fundos do Master. A constatação integra as investigações do MPF (Ministério Público Federal). As investigações indicam que a instituição utilizou o Fundo City 02, do qual o Master era cotista individual, para conceder empréstimos e repassar os valores para a gestora de investimentos Reag, também liquidada pelo BC (Banco Central).
Operação começava com a emissão de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Os títulos ligados a créditos imobiliários seriam utilizados em parcelas de financiamentos de imóveis ou aluguéis futuros. A prática envolve a tentativa de antecipar recursos. Os investidores, por sua vez, recebem juros pelas aplicações nos papéis.
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