O real voltou ao radar de grandes gestoras globais como Goldman Sachs e ING, que veem na moeda brasileira uma das mais promissoras entre emergentes para operações de “carry trade” – estratégia que se beneficia da diferença entre juros de países.
O cenário atual, com inflação moderada e juros elevados no Brasil, torna os retornos reais dos títulos locais bastante atraentes para estes investidores. Ou seja, trata-se da mesma combinação que fez Lula estrilar com a gestão de Roberto Campos Neto à frente do BC durante os últimos anos.
Sob a gestão de Gabriel Galípolo, indicado pelo atual governo para chefiar a autoridade monetária e empossado em janeiro, a Selic passou de 12,25% ao ano para 14,75% ao ano.
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