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risco de inadimplência explica cautela no consignado privado

risco de inadimplência explica cautela no consignado privado


No primeiro mês do programa do Crédito ao Trabalhador, lançado em 21 de abril, foram concedidos R$ 8 bilhões, sendo R$ 3 bilhões só de Banco do Brasil e Caixa. Hoje a soma dos desembolsos passa de R$ 10 bilhões.

Ele diz acreditar que há uma oportunidade grande de crescimento para o Bradesco na modalidade de consignado privado, mas que isso deve começar a acontecer a partir de julho ou agosto, quando o programa estiver “mais redondo”.

“Começamos com uma estratégia defensiva da nossa base de clientes, oferecendo dentro da nossa esteira de folha de pagamentos”, disse Noronha. O banco tem 14,3% de participação no consignado total, público ou privado. Mas a penetração no privado (pela regra antiga, voltada para funcionários de grandes empresas) é menor, uma vez que o banco costuma trabalhar mais o crédito pessoal sem garantias para a base de clientes das folhas de pagamento que administra.

“O consignado privado, é óbvio, tem mais do dobro da inadimplência do público e do INSS. E a nossa inadimplência no consignado privado é bem inferior à linha do mercado”, afirmou o executivo. Questionado se teria defendido uma ampliação da fatia de 10% do FGTS previsto como garantia no programa, ele negou: “A gente não pediu mais garantia não. Nem precisava de garantia do FGTS.”

Na elaboração do programa, os bancos se opuseram à ideia de adoção de um teto para a taxa de juros. “Tem de haver o devido cuidado na concessão desse crédito. Os modelos de aprovação são modelos um pouco mais complexos, pois você tem que olhar os dois lados: o risco da pessoa que está demandando e da empresa onde ela trabalha.”

RESULTADO



Fonte: UOL

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