Eles não têm condições de comprar carne de outro país que não seja do Brasil e dos países da América do Sul, ou então eles terão que pagar muito mais caro por esse produto. O protecionismo existe e sempre foi muito forte lá, mas não tem como perdurar por muito mais tempo.
A necessidade deles é muito grande. Há o impacto da inflação e pontos que todos os governos, principalmente os europeus, olham com muito carinho. Flávio Abdo, pecuarista e analista de mercado
Segundo Abdo, apenas cerca de 2% da carne exportada pelo Brasil vai para a União Europeia. O baixo volume reduz o impacto direto, mas ele destaca que restrições nunca são bem-vindas e o setor busca abrir novos mercados.
É uma questão muito mais de protecionismo muito forte da própria União Europeia nessa parte do agronegócio. O volume exportado para a UE é muito pequeno.
Até agora, nesses quatro meses, o Brasil exportou em torno de 1,1 milhão de toneladas [de carne]. Apenas aproximadamente 25 mil toneladas foram para a UE. Quer dizer, um volume bem pequeno, em torno de 2% do total exportado. Mas, enfim, nunca é bom. É sempre bom abrirmos novos mercados. Flávio Abdo, pecuarista e analista de mercado
Há alguns desafios postos para esse processo eleitoral, considerando o acúmulo que tivemos no de 2022. Nunes Marques, em uma oportunidade, disse que entre a omissão e o excesso, ele buscará a medida justa. Sabemos que, com base nas 14 resoluções publicadas, há um desafio, sobretudo com inteligência artificial, para que o processo eleitoral ocorra com a máxima lisura, com integridade, rigidez, sem influências, para que o cidadão brasileiro possa formar livremente a sua convicção. Vitor Marques, jurista
Share this content:
