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Tarifaço não afetará tanto o país neste ano

Tarifaço não afetará tanto o país neste ano


O Brasil tem uma capacidade imensa de criar acordos comerciais, mas obviamente temos que reconhecer que alguns setores vão sofrer, como a produção de aço e de alumínio. O agronegócio deve sofrer em setores muito importantes, como os de laranja e etanol. Infelizmente, temos vários produtos no agro que sofrerão com essa medida, que não tem justificativa econômica. André Roncaglia, diretor do Brasil no FMI

Roncaglia explicou que o impacto do tarifaço de Trump deve ser maior em 2026, mas até lá o país terá tempo para encontrar saídas para dissipar o efeito dessas medidas.

Somos parceiros de séculos dos EUA e confiáveis. Nunca fizemos nada para ameaçar essa relação. Essa medida de Trump deve ter motivos que conheceremos em breve, além dos que ele já citou na carta. Ela coloca o Brasil na posição de buscar alternativas e tentar contornar os efeitos por meio de sua capacidade de estabelecer acordos comerciais e proteger os setores afetados no curto prazo.

Para o ano que vem, os efeitos dessas tarifas podem aparecer de maneira mais clara. A má notícia vem junto com uma boa. O ano que vem permite ao Brasil buscar novos caminhos para acomodar esse choque. André Roncaglia, diretor do Brasil no FMI

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Fonte: UOL

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