Brasil já tem cinco focos para gripe com aves silvestres ou domésticas
É o segundo foco em galinhas de subsistência no país. O outro ocorreu em Campinápolis, em Mato Grosso. Todas as aves existentes na propriedade foram abatidas. Porém, não foi detalhado pelo Indea-MT (Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso) o número de aves mortas.
Há outros três focos em andamento no país: em Minas Gerais, no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul. Em Brasília (DF) e em Sapucaia do Sul (RS) os focos ocorrem em zoológicos. Já em Mateus Leme (MG) é registrado em uma propriedade particular.
Foco em SP foi encerrado. O caso positivo envolveu uma marreca-caneleira, ave silvestre localizada na região central de Diadema, município da Grande São Paulo. A confirmação para a doença foi dada pelo LFDA-SP (Laboratório Federal de Defesa Agropecuária) e divulgada anteontem. Segundo a Secretaria de Agricultura, trata-se de um caso isolado, em ave silvestre migratória, sem qualquer relação com granjas comerciais ou produção de alimentos. No sistema do Mapa, o foco já consta como encerrado.
Oito casos suspeitos estão sendo investigados no Brasil. Quatro deles são em Minas Gerais: em Sacramento, em Santo Antônio do Monte, São Joaquim de Bicas e Novo Cruzeiro. Também há investigações em curso em outros quatro estados: no Pará (em Parauapebas), no Ceará (em Cedro), no Mato Grosso do Sul (em Terenos) e no Rio Grande do Sul (em São Valentim).
Maior parte dos casos suspeitos é com aves domésticas. Das oito investigações em andamento, seis são com aves domésticas e as outras duas, com silvestres.
Notificações da gripe em aves silvestres ou domésticas não alteraram restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros. Isso é já acordado com a OMSA (Organização Mundial de Saúde Animal), como reforçou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, em 29 de maio.
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