E você, importa? SXSW discute ‘o que sobrará’ dos humanos na era da IA
Brené Brown e Adam Grant falaram sobre líderes narcisistas, a escritora Morra Aarons-Mele discutiu como a incerteza (e a ansiedade causada por ela) podem afetar o dia a dia das empresas e Esther Perel e Spike Jonze analisaram como as ferramentas de IA vão mudar os conceitos de amor e a solidão.
O antropólogo digital Brian Solis reforçou que líderes precisam deixar de usar a IA apenas para “automatizar o passado” e pensar em como as novas ferramentas devem ser utilizadas para redesenhar o trabalho que só humanos podem fazer: ter sua inteligência “aumentada”, construída com empatia, curiosidade e criatividade.
Já Aza Raskin, fundador do Earth Species Project, fez um questionamento que se encaixa perfeitamente nesse momento distópico citado por Brené, Morra e Esther: e se a inteligência artificial nos ajudasse a ouvir o resto do mundo?
Todos os debates, entretanto, pareceram remeter ao painel da jornalista Jennifer B. Wallace, dentro do SXSW Edu, que abre anualmente o evento.
Autora do livro ‘Mattering: The Secret to a Life’, ela lembrou que o que importa mesmo é ser ouvido, se sentir valorizado e de que realmente podemos fazer diferença para alguém.
O fim e o começo
O conceito apresentado por Jennifer parece se encaixar perfeitamente no plano de Amy Webb, CEO do Future Today Strategy Group.
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