Entenda o que mudou e como governo espera cobrir rombo após recuo

Entenda O Que Mudou E Como Governo Espera Cobrir Rombo Após Recuo

Entenda o que mudou e como governo espera cobrir rombo após recuo


Governo não pensa em revogar a medida que aumentou o IOF. Haddad afirmou ter explicado para Motta e para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que, se o aumento do IOF não for levado adiante, serão necessários mais cortes no Orçamento da União. Segundo Haddad, e não há alternativa para cumprir as obrigações orçamentárias sem os R$ 20 bilhões que o governo estima arrecadar com o aumento do IOF.

Expliquei os impactos de uma eventual rejeição da medida. Isso acarretaria um contingenciamento adicional, e ficaríamos num patamar bastante delicado do ponto de vista do funcionamento da máquina pública, do Estado brasileiro.
Fernando Haddad, ministro da Fazenda, após reunião em 28 de maio com Alcolumbre e Motta.

O aumento das alíquotas de IOF foi pensado para ajudar a fechar as contas do governo no ano. A expectativa é arrecadar R$ 18,5 bilhões ainda neste ano com as mudanças e R$ 38 bilhões em 2026, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

O ministro da Fazenda disse que recuou sobre a cobrança de IOF em transferências para investimentos de fundos no exterior para evitar especulações de mercado. Depois do anúncio do aumento, ontem, o ministério recebeu mensagens de pessoas que operam nos mercados, “salientando que aquilo poderia carregar um tipo de problema e passar uma mensagem que não era desejada pelo ministro”, disse Haddad.

Vamos continuar abertos ao diálogo sem nenhum tipo de problema e contamos com a colaboração dos parceiros tradicionais nossos para ir corrigindo a rota.
Fernando Haddad, ministro da Fazenda

Como ficam as taxas com aumento do IOF

Cartão de crédito e compra de dólar

Cartões de crédito, débito e pré-pagos internacionais e cheques de viagem: As alíquotas sobem de 3,38% para 3,5%.



Fonte: UOL

Share this content:

Publicar comentário