Fundador da Dod Alfaiataria diz que moda no Brasil ainda tem espaço
Jubba percebeu que a marca atraía “pessoas interessantes”, e o primeiro passo depois disso foi buscar o registro do nome. Para ele, isso ajuda a dar segurança quando o negócio dá sinais de que pode crescer.
Ele diz que a pandemia exigiu reinvenção e que, no período seguinte, decidiu abrir a loja e estruturar a operação com profissionais mais preparados do que ele em cada área.
Sempre aprendi que a gente tem que contratar pessoas mais inteligentes do que a gente para as funções que a gente precisa delas. Saber delegar e confiar em algumas pessoas é importante, e ter bons fornecedores.
Jubba Sam
Na visão do fundador da Dod, inspiração ajuda, mas não deve ser o centro do projeto. Ele defende que o empreendedor olhe “para dentro” e para o que está ao redor, em vez de buscar apenas referências no exterior.
Em vez de eu olhar para um criador de marca na Ásia, por que eu não olho para o que os meus amigos estão fazendo? Por que eu não olho para dentro? Por que a gente precisa sempre olhar para fora?
Jubba Sam
Jubba diz que correu atrás de informação em palestras e exposições, mesmo quando se sentia deslocado, e resume o que considera essencial para quem quer empreender: planejamento, organização, curiosidade, capacidade de aproveitar oportunidades e confiança de que o projeto pode dar certo.
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