fundo proposto pelo Brasil agradou banco global, mesmo aquém da meta
A clareza do desenho, mais do que o volume inicial captado, é o mais importante agora, segundo o executivo.
“Os US$ 5 bilhões são um ótimo começo. É preciso estabelecer ambição para que as pessoas levem a sério e participem”, disse ele à Bloomberg. “E US$ 5 bilhões é um resultado bem-sucedido, sobre o qual dá para construir.”
Brasil, Noruega, França e Indonésia já anunciaram aportes, e que o fundo é um dos carros-chefe da COP30. Para Hanna, o mérito brasileiro foi substituir o discurso de grandes intenções por uma estrutura operacional, capaz de lançar mão de mecanismos de blended finance para puxar bancos e investidores institucionais.
Segundo ele, há espaço para instituições como o Barclays participarem da estruturação financeira do TFFF, especialmente em emissões de títulos. O Brasil afirma que a ambição final é alavancar, via mercado, até US$ 125 bilhões para projetos de preservação florestal.
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