Essas são as empresas listadas na Bolsa mais expostas ao tarifaço de Trump
O estudo foi elaborado pelos economista-chefe da XP Caio Megale, e pelos economistas Rodolfo Margato, Alexandre Maluf, Luíza Pinese e Vinicius Meggiolaro.
Embora o impacto macroeconômico geral seja limitado, o relatório alerta para consequências relevantes em setores específicos — como aeroespacial, siderurgia, celulose e alimentos — e destaca riscos adicionais caso o governo brasileiro opte por retaliar com tarifas próprias.
Nesse cenário, haveria aumento de custos de produção em cadeias como a de combustíveis, insumos farmacêuticos e transporte, com potencial repasse à inflação. A XP também vê o câmbio como principal canal de contaminação inflacionária, com risco de desvalorização do real caso aumente a percepção de instabilidade no ambiente externo e comercial.
A exposição ao mercado americano não está distribuída de forma homogênea entre os setores. A XP destaca que os segmentos de aeroespacial, autopeças, siderurgia, petróleo e derivados, celulose e alimentos concentram o maior risco.
Entre os produtos brasileiros mais exportados para os EUA, os campeões são petróleo e derivados (18,85%), ferro e aço (14,73%), veículos e peças (6,85%) e commodities agrícolas como café e cacau (5,48%).
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