‘Pai do Pix’, banqueiro quer liderar luta contra violência na AL

'Pai Do Pix', Banqueiro Quer Liderar Luta Contra Violência Na Al

‘Pai do Pix’, banqueiro quer liderar luta contra violência na AL


“Porém, o que escutei de volta foi: ‘Não adianta fazer nada disso se não agir contra o crime organizado’. Foi uma surpresa para mim”, conta o executivo.

A surpresa não estava no fato de o ecossistema do tráfico de drogas ser um problema —e sim de que havia se tornado, na região, uma prioridade acima das demais.

Além dos países estigmatizados, como a Colômbia e a Bolívia, e dos conhecidos pelas metrópoles violentas, como o Brasil, aqueles que antes não reclamavam em voz alta da violência, caso do Chile e do Uruguai, passaram a citá-la entre seus principais desafios.

Ao olhar para dentro do BID, Goldfajn descobriu um núcleo de estudos sobre segurança pública que nunca havia ganhado destaque na instituição.

O banco fornece crédito para programas governamentais e de empresas privadas que tenham foco no bem-estar da população, mas também ajuda, com especialistas próprios, na construção e implantação desses projetos.

Se, nas administrações anteriores do BID, a ordem era não mexer no vespeiro do crime organizado, o executivo brasileiro resolveu dar ao assunto a importância que os países-membros pediam.





Fonte: UOL

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